(Só há maçaneta, na porta de nossas próprias almas, por dentro: o livre-arbítrio que devemos mobilizar para atender aos Chamados do Cristo. Ele jamais nos violará a liberdade… até mesmo de tomarmos as rotas da infelicidade e da desgraça pessoais. Observemos o ar sereno e feliz, quase matreiro, do Mestre, como a dizer, sem palavras: “Vim trazer a felicidade, a verdadeira felicidade”, ou, conforme está registrado, nos verbetes clássicos da Bíblia: “Vim para que todos tenham vida, que todos tenham vida em abundância” ou “em plenitude”, segundo outras traduções. “Mas você vai ter que descobrir isso sozinho. Não vim trazer notícias tediosas ou sofridas de castração, mas de completude, entusiasmo e verdadeira vitória” – consoante Ele mesmo afirmou, em outra passagem evangélica famosa: “Aqueles que estiverem cansados, venham até Mim, porque o Meu jugo é suave e o Meu fardo é leve…” Vejamos quão fortes, simples e tocantes avisos nos concede o Espírito Irmã Brígida, logo abaixo, a respeito destes Chamamentos, ela que é uma legítima devota de Nosso Senhor – como dá mostras em seu texto e, principalmente, em sua vibração pacífica e, amiúde, comovente.)

(Sinopses de Sabedoria – 19.)

Benjamin Teixeira
pelo
Espírito Irmã Brígida.

Jesus nos visita:

Na criança impertinente, que nos exige paciência;

No colega de trabalho, que nos solicita atenção, além da medida que seria justo dispensar;

No chefe intempestivo, que nos fere o ego e nos humilha o coração;

No familiar destemperado, que descarrega sua fúria em nossas almas cansadas;

No transeunte desgovernado, que buzina insistentemente, acelera fora de hora, transgride as regras de trânsito e ainda blasfema impropérios em nossa direção.

Mas não só…

O Cristo nos visita, também, nos nossos próprios maus momentos internos:

Quando nós mesmos estamos fatigados demais de nossos defeitos e frustrações;

Quando não conseguimos extrair, de dentro d’alma, motivação para fazer o bem que sabemos constituir nosso dever, ainda que não nos seja cobrado;

Quando notamos que corremos o risco de tomar a rota do mal.

E, diante de tudo isso – sejam pressões e ataques de fora, ou tentações e fraquezas de dentro –, o Mestre nos pede paciência para com todos (incluindo a nós próprios), amor sem medidas (é claro que com nossa pessoa também) e serviço de conforto e esclarecimento ininterrupto (que, outrossim, inclua a nossa pobre personalidade).

Você vai receber a visita de Jesus? Como vai tratá-l’O?…

(Texto recebido em 17 de maio de 2010.)


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