por Benjamin Teixeira.

[Se você tiver preguiça de ler tudo, caro(a) leitor(a), escolha os subtítulos dos capítulos deste artigo, destacados em negrito, que mais o(a) atraírem – garanto que vai gostar do que os Mestres do Plano Sublime de Vida me pediram relatasse, neste artigo redigido em parceria com Eles. Vale a pena, todavia, que, depois, você leia os demais subtítulos e respectivos conteúdos. Todos contêm material de extrema relevância.]


Uma Nova Era Desponta em Nossa Organização, e Você Pode Usufruir Disso, Pessoalmente.

Desde a virada do ano, após o nosso desligamento formal do Movimento Espírita (com o que não mais ostentamos qualquer definição de ordem religiosa, mas apenas nos apresentamos, como sempre o fomos, uma Escola de Pensamento Espiritual-Cristão), Paulo de Tarso, o famigerado Apóstolo dos Gentios, passou a supervisionar, diretamente, embora à distância, as atividades de nossa Organização. De fato, um “boom” impressionante aconteceu na qualidade de nossas tarefas, que começou a ser sentido mais nitidamente, a partir deste mês de março. Simultânea e celeremente, o programa de TV e o site foram reformulados, imbricando-se (agora se pode assistir aos programas no próprio site), além de estarem ambos mais ricos e leves. Nada, porém, tem se comparado, em termos de melhoria, em todos os sentidos, às nossas reuniões domingueiras, a começar do ambiente em que as estamos realizando: o confortabilíssimo auditório da Sociedade Semear. As preleções semanais, de que me sinto (porque sou) um mero canal dos Mestres do Plano Superior, estão deliciosamente empolgantes, ricas e curiosas, em vários aspectos. Uma vibração de entusiasmo, paixão, felicidade, otimismo e esperança corre no ar, como se todos estivéssemos entrando numa voltagem mais acelerada de vida… sentindo-nos quais zumbis que despertassem de um mórbido sono de inconsciência, de uma humanidade um tanto morta-viva, ou como se nossas almas, desprovidas de maior quota de ânimo, fossem ligadas a uma corrente de energia mais intensa e veloz.


A Mestra da Espiritualidade Aparece, com Mais Brilho e Realismo.

O glorioso espírito Eugênia estava magnífico, neste último domingo, 15 de março. Majestosa e serena, em seu delicadíssimo peplo grego, a sábia santa (que reencarnou como Aspásia de Mileto e Bernadette Soubirous) apareceu-me à psicovidência, sorrindo tranqüilamente. Começou-me a ditar palavras, que eu repetia, uma a uma, até que se assenhoreou de minha casa mental, no fenômeno da psicofonia, vulgarmente denominado “incorporação”.


A Prova Espetacular.

Conforme tem feito toda semana, ao final das palestras que me inspira a proferir, mal iniciou seu discurso, em impecável e clássica utilização do nosso vernáculo lusofônico, com erudição, fluência e brilho sobre-humanos, a Mestra espiritual interrompeu sua fala, para se dirigir a uma das presentes, companheira do núcleo mais íntimo da Instituição – Úrsula Rangel –, passando a minudenciar-lhe detalhes, ao microfone, diante das 210 pessoas que abarrotavam o auditório, sobre o que lhe acontecera pela manhã, em suas preces: dores físicas que a confreira havia sofrido (especificando os pontos do corpo em que estas dores lhe surgiram), vozes mentais que ela escutara (e o que diziam), presenças espirituais que ela tinha percebido, identificando-as – tudo imediatamente confirmando, também ao microfone, pela destinatária. Não bastasse a evidência acachapante do fenômeno espiritual (pela prova documental do testemunho), a bondosa Eugênia, numa exemplar demonstração de humildade, prestou-se a desfilar o que ocorrera também nas meditações matinais de duas outras de minhas mais chegadas companheiras de trabalho, figuras de caráter diamantino, igualmente de reputação ilibada (não há como se supor, a não ser renunciando ao bom senso, que estejam todas elas forjando o testemunho): Aline Rangel (irmã de Úrsula) e Maisa Marante, verbalizando (do mesmo modo como o fez àquela primeira destinatária) pedidos, idéias e intuição de presenças que estas duas irmãs em ideal notaram consigo, nos seus quartos respectivos, logo após despertarem – tudo também sendo ratificado por ambas, diante da platéia atônita e encantada…

Em seguida, tornou Eugênia, em sua misericórdia e sapiência ímpares, a falar com a multidão, após haver testificado a realidade de Sua existência, como um Ser de Outra Dimensão e do Plano Superior – porque tinha acesso a informações que eu, como médium, não poderia conhecer, nem tampouco as entidades voltadas ao mal, devido à vibração mais alta que a prece gera (como dito acima, todas as informações comunicadas pela Mentora Espiritual estavam inseridas no circuito das orações matutinas das referidas condiscípulas, de sorte que os agentes malevolentes não tinham como tomar nota das ocorrências íntimas dos destinatários das mensagens). Passou, então, a Preceptora desencarnada, a se dirigir à multidão, comovendo e impressionando as mais de 200 pessoas que abarrotavam o confortabilíssimo Auditório da Sociedade Semear. A esta altura, referindo-se ao Amor de Nossa Mãe Maior, Maria Santíssima, Mãe de Nosso Senhor Jesus, Eugênia, qual vulto venerando do Plano Superior de Vida, exalava luz branca, em ondas pulsantes de energia, que partiam de seu tórax e fronte, embaçando-me progressivamente a percepção psicovidente, até que toda sua silhueta sumisse em uma explosão feérica de luz: a irradiação poderosa de seu Coração devoto e santificado.


A Platéia Culta e Crítica.

É intraduzível – a dizer chega – assistir a esta comprovação semanal, em público, da existência do Mundo Espiritual e de sua interação conosco, sobremaneira agora, em que tudo está tão melhorado. Vale a pena você comparecer e presenciar, “in loco” e ao vivo, a ocorrência prodigiosa. Sem alterar muito a minha voz (respeitando a inteligência da platéia – por sinal, composta de uma fatia respeitável da nata intelectual da cidade, entre acadêmicos, magistrados, artistas, empresários e gente de todos os perfis psicológicos e culturais), a mestra desencarnada muda a inflexão, a pronúncia, o estilo fraseológico, o nível de retórica, o padrão de sabedoria e, mais impressionante que tudo: exala uma energia de amor que é de todo inimitável e inexplicável d’outra forma, a não ser aceitando-se a tese de que um Ser Superior e Santo encontra-se na sala, um Anjo que se dignou descer provisoriamente do Paraíso, para tocar a todos com suas vibrações sublimes de alma redimida.

Antes mesmo da manifestação direta da Mentora Espiritual, na parte de minha preleção propriamente dita, Eugênia e Sua plêiade de Amigos Sábios da outra dimensão de Vida levam-me, por inspiração, a citar trechos inteiros de brocardos latinos, franceses e, às vezes, gregos (no último domingo, foram Latim e Francês os idiomas das citações), com leveza, bom humor, descontração e profundidade, eu mesmo pasmando-me com a riqueza da exposição, como se fosse um expectador do que ocorre. Em particular, no transcurso das ilustrações audiovisuais utilizadas, geralmente trechos de filmes, tenho falado, completamente “tomado” por Eles, em verdadeiras laudas de filosofia didática a pragmática, como tratados breves de sugestões práticas para aplicação imediata, fomentadores de uma vida mais feliz e plena, aos que se fazem presentes, agraciados com a oportunidade luminosa.

Aracaju está sendo abençoada, com as visitas da Mestra Eugênia e Sua Equipe Espiritual, bem mais do que agora possamos dimensionar. Só no futuro, quando o material todo for visto em retrospectiva, os historiadores pasmarão com o que aconteceu na capital sergipana da primeira metade do Século XXI.

Um sem-número de vezes, ouvi Ph.D’s, cientistas e intelectuais respeitabilíssimos, em visita à Nossa Casa, entre os que freqüentam as palestras, alguns diplomados no exterior (um deles, no colégio de excelência da Escola Superior de Guerra e no Itamaraty), estupefactos com a síntese “que não existe” entre profundidade e complexidade, respaldo científico, com Espiritualidade, didática e espontaneidade, na apresentação temática interdisciplinar, universalista e integrada numa mesma filosofia, a Filosofia da Felicidade de nossa preclara Eugênia: sinal ultraclaro de que somente Presenças Superiores de Outro Mundo podem estar produzindo e gerenciando toda esta fenomenologia extraordinária.


Por Que não Participar e Usufruir Você Também?

A primeira visita é sempre cortesia – e esta atividade é a única que exige entrada, entre todas as demais da Instituição, para que todos tenham acesso a tudo (preservamos a cobrança de ingresso nesta, a fim de que possamos manter o funcionamento da estrutura toda, incluindo o programa de televisão e o site, que beneficiam pessoas no país inteiro e além-fronteiras).

Seja bem-vindo, traga seus amigos e familiares, venha só, como quiser. Nesta era de tanta conturbação e incerteza, quem pode dispensar o socorro e a interferência destes Entes Excelsos? Até os neurocientistas revelam que nosso arcabouço cerebral foi projetado para viver a experiência do numinoso, ou estará subaproveitado, como atesta sua nova ramificação: a Neuroteologia, assunto de que artigos em nosso site (www.saltoquantico.com.br) e falas nossas, em público (televisadas ou não), já trataram sobejamente. Venha sentir, segundo afirmam, entusiásticos (e sem nenhuma ponta de fanatismo ou deslumbramento – nem poderia deixar de ser, pelo nível altíssimo de inteligência, cultura e espírito crítico de nossa platéia), os freqüentadores mais assíduos de nossas preleções públicas, sobremaneira os que já usufruem da bênção inapreciável de participar de uma de nossas quatro reuniões mediúnicas semanais (participação gratuita em todas elas, um prêmio para os que já assistem a nossas palestras há mais tempo), este “pedacinho do Céu” que é o Salto Quântico, “nossa bolha de paz, equilíbrio, lucidez e felicidade”, em meio ao caos da vida moderna.


Não Menos: MAIS Malícia e Espírito Crítico.

E… um alerta prévio… se você se decidir a vir aos nossos encontros… toda ordem de dificuldades materiais, sociais e familiares (quando não psicológicas, dentro de você mesmo) surgirão para atrapalhar sua vinda… É que as forcas do mal – que existem e atuam neste mundo físico, quer acreditemos nelas ou não – debatem-se furiosamente, pugnando por impedir que as pessoas adentrem nosso círculo da Luz… para não serem beneficiadas também, libertando-se de sua influência maléfica, que peleja por nos travar as vidas em todos os sentidos, do financeiro ao afetivo.

Sabedor(a) disso, antecipadamente, não se deixe enredar pelos tentáculos sinistros do – conforme o chamam religiões cristãs convencionais – “Inimigo”. Venha com toda dúvida, venha com todo espírito crítico. Não pedimos que ninguém acredite em nós ou confie em nossa boa vontade e sinceridade – solicitamos exatamente o contrário: mais malícia que a rasteira, superficial e (desculpe) estúpida e pobre malícia do mundo. Os fatos e os fenômenos, a lógica e veracidade do que acontece em torno e através de nós, por si mesmos, já multiplicam, suficientemente, provas acachapantes do que asseveramos, para dispensar quaisquer outros comentários ou argumentações, que se fariam redundantes (esta é a forte sensação que baila no cérebro de quem compõe nosso colégio de almas irmãs e lê artigos como este, que você tem diante de seus olhos, agora).


Tirando a Prova dos Nove das Calúnias que Naturalmente Circundam Pessoas Públicas ou Trabalhos de Expressão Coletiva.

Aproxime-se de nosso grupo e tire você mesmo suas próprias conclusões. Não importa a que religião você pertença, ou que não seja profitente de nenhum partido de crença. A realidade fala por si mesma. Quando ouvimos a notícia de que alguém é narcotraficante, aproximamo-nos e percebemos indícios claros neste sentido, com manobras e ocupações misteriosas, na rotina do indivíduo. Quando nos chega aos ouvidos que um culto religioso constitui uma fraude, com intenções de extorquir indivíduos de boa-fé, aprochegamo-nos deste e notamos a aplicação de técnicas para eclipsar o senso crítico e o discernimento da platéia, pedindo uma fé sem provas e a aceitação de conceitos sem explicações racionais e realistas. Em outras palavras, só há uma forma de saber se não houve interpretação maldosa ou preconceituosa (ou mesmo a crassa e criminosa invenção de uma mentira) sobre alguém ou alguma instituição: aproximando-se daquilo ou de quem se pretende verificar o valor e propósito, para se certificar, pessoalmente.

Mesmo personalidades tidas “de bem” incorrem em graves falhas de julgamento, quando seus interesses pessoais e crenças caprichosas são questionados. Mitos são criados e/ou alimentados e aumentados, ao gosto de nossos adversários políticos, religiosos, acadêmicos ou profissionais. Falatórios surgem, ao bel-prazer da maldade humana, a toda hora, e todos são vítimas disso, inarredavelmente.

Ainda quando não há maldade ou deturpação inconsciente dos fatos narrados, as precaríssimas faculdades de percepção e posterior comunicação de eventos leva a distorções impressionantes de um dado ou uma idéia. A brincadeira do “telefone sem fio” – em que pessoas de uma roda transmitem uma frase curta apenas para quem está ao lado, até que, no fim do círculo, a frase retorna ao criador do texto, em pouquíssimos minutos, completamente alterada – bem revela o quanto é imprescindível checar-se, na fonte, o que se ouve. Só existe este método, a evitar-se fazer de si mesmo vítima do conto do vigário de falsas vítimas, que existem aos montes. Em vez de tentar confiar em imagens idealizadas (“Que nada… não pode ser…”), ou de depositar voto de crédito em quem quer que seja (“Tenho certeza de que esta pessoa é decente, não pode estar mentindo… logo, a informação que recebi não deve ser calúnia: deve ter base real”), sugiro o contrário: não acredite no que foi falado, nem em quem falou. Avalie tudo por você próprio, diretamente, e não por terceiros, ainda que garantam, “com toda certeza”, que estão certos, não importando quem sejam ou o que julguemos desses “informantes”.

Lamentavelmente, é dos dramas mais comuns da condição humana que indivíduos sofram a influência de pais, cônjuges, professores, amigos ou parentes, por questões mal-resolvidas deles mesmos, por preconceitos de classe, cultura, etc., perdendo de usufruir experiências de vida altamente enriquecedoras. É deplorável ter que admitir, mas todos nós, de certa forma, somos influenciados pelas ilusões e tabus das pessoas que amamos ou em quem confiamos. Ter consciência disso, de antemão, protege-nos de ser completamente contaminados por idéias preconcebidas de outrem, que passam a ser nossas, amiúde por formação, desde o berço. Por isso que é tão comum ouvirmos pessoas na maturidade, ou mesmo no final da vida, dizendo que perderam grandes oportunidades de serem felizes, de expandirem os horizontes de suas experiências e de amadurecerem mais cedo e melhor, porque os pais ou professores, tutores ou amigos de inteira confiança, mesmo que muito bem-intencionados, convenceram-nas de que suas ilusões, tabus e traumas constituíam uma representação genuína da realidade sobre que falavam.

Não há um embusteiro, por mais brilhante seja, que consiga enganar todo mundo, o tempo inteiro. Aproxime-se do objeto da inveja e do rancor, pelos interesses feridos dos caluniadores de plantão, e tire suas conclusões por meios próprios, sendo rigorosamente racional, observando ferrenhamente os fatos, e não as opiniões alheias, por mais abalizados pareçam ser ou se declarem os que se arrogam o direito de avaliar outrem. Lembremo-nos, neste particular, de que as maiores traições e deslealdades (consoante nos ensinou Jesus, no Seu drama simbólico com Judas Iscariotes, que O entregou a Seus Inimigos, desencadeando Sua Paixão na Cruz) são as dos que mais privam de nossa intimidade, em algum momento de nossas vidas, fazendo uso da “autoridade” de ex-íntimos, para divulgarem suas fantasias (algumas muito sinceramente consideradas verdadeiras pelo difamador, de modo a protegerem seus egos mesquinhos de se verem tão torpes) como se fossem retratações fiéis do perfil psicológico e do caráter de seus desafetos (não há quem possa mais odiar e distorcer situações, do que o ex-amante ciumento ou o ex-colega invejoso que tenham sido contrariados).

Venha, assim, ao nosso grupo de estudos e reflexão, prece e transformação, com sua dúvida e cepticismo intactos; visite-nos, mas de forma inteligente, com espírito genuinamente científico: disposto a aceitar a realidade de algum fenômeno, desde que haja evidências bastantes, no sentido de lastrear a tese de sua existência, por meio de observação demorada, e não apriorística e preconceituosa, como daqueles pareceres que se formam com um “bater de olhos”, sem se examinar, medir, testar, pessoalmente, o que ou quem se pretende avaliar. É assim que os cientistas agem, em seus estudos laboratoriais e/ou matemáticos.

Não importa se você não tem religião. Se já se decepcionou com uma ou várias delas. Se é contrário a religiões. Se é materialista, ateu ou agnóstico. Se pertence a alguma das religiões convencionais, como as diversas linhas evangélicas, a igreja católica ou espiritismo kardecista. Se até já freqüentou nossa escola, mas se permitiu afastar, envolvido pelas malhas insidiosas dos gênios das trevas, inteligências voltadas para o mal, em organizações criminosas, que tanto as há no domínio extrafísico de consciência, quanto no âmbito físico de vida. O que interessa é saber se você já alcançou aquele nível de maturidade psicológica e lucidez que poderíamos denominar “filosófica”, para carecer de alguma consistência conceitual ou principiológica que confira parâmetros de significado e propósito para a sua e a existência humana como um todo.


Afã de Partilhar o Céu.

Ansioso por você me dar um voto de crédito e à Nossa Instituição, bem como ao grupo especialíssimo de pessoas devotadas, instruídas e maduras que compõem minha equipe de trabalho, para que possamos partilhar com você esta felicidade inapreciável e incomensurável de saber (e não de acreditar) que somos todos assistidos e amparados por Seres Superiores em bondade e sabedoria, desde que cumpramos certas regras disciplinares (que são o exato assunto de nossas palestras, artigos e falas na TV),

Irmão em Cristo,
Jesus e Maria Cristo,
Benjamin Teixeira,
Aracaju, 19 de março de 2009.


(Revisão de Delano Mothé.)