(Segundo Diálogo Mediúnico às Avessas.)

Espírito Gustavo Henrique
entrevista
Benjamin Teixeira.

(Espírito Gustavo Henrique) – Em função do êxito que logramos com a entrevista a que submetemos nosso prezado representante encarnado, na semana transata, nosso Conselho deliberou que um de nós retornasse a continuar o interrogatório construtivo, se possível outro que não o provocativo e inteligente entrevistador de antes, Roberto Daniel, para que desfrutássemos de uma segunda visão, já que sabemos que perguntas induzem respostas, tanto quanto respostas podem, indiretamente, sugerir indagações novas. Meu nome foi lembrado e não me fiz de rogado. O porta-voz autorizou (posto que seu livre-arbítrio e intimidade estão em jogo) e eis-me aqui, então, a proceder, dentro do próprio dia de seu aniversário, ao desdobramento deste novo interlóquio feliz entre amigos de longa data.

Benjamin, quanto tempo você reserva, por dia, para funções de oração e contacto com o Mundo Maior?


(Benjamin Teixeira) – Somando-se o tempo que reservo a orações, meditações e trabalhos mediúnicos, incluindo a orientação que recebo para planejamento das atividades – minhas, como da Organização – consumo 6 (seis) horas, todos os dias, dedicadas a este conjunto de ocupações mais importantes de minha rotina de trabalho.

(EGH) – Então, alguém poderia pensar que seria fácil para você canalizar o Plano Sublime… Precisa de tanto tempo por dia, assim, dedicado a estas tarefas?

(BT) – Principalmente meditando e orando. Quando vou receber mensagens, psicografadas ou psicofonadas, elas já vêm prontas, de modo que, quanto às primeiras (as psicografias), consumo somente o tempo necessário para digitar, na velocidade de uma fala pausada, ou para articular a própria fala, no caso das segundas (as psicofonias). Todavia, as seis horas são apenas uma parte do trabalho, que constitui uma espécie de “continuum”, porquanto preciso atender às pessoas que me procuram, à distância ou pessoalmente, além de consumir boa quantidade de tempo em edições de vídeo com Wagner – tudo que é publicado em nome da Organização passa por minha mão, primeiramente.

(EGH) – Logo, são quantas horas por dia de trabalho?

(BT) – O padrão varia, mas, para ser mais prático… por todo o tempo em que estou acordado (risos)… pela natureza de minha função polifacetada, até quando descanso ou me entrego a momentos de descontração, ao assistir a filmes, por exemplo (o que não faço quanto gostaria), ou fazendo refeições com amigos, noto-me voltado à Causa. Isto porque, no caso dos filmes, procedo, concomitantemente, a uma triagem prévia do que poderemos ou não vir a utilizar em palestras, nos programas de TV ou no site (na nossa tão conhecida metodologia de fazer uso da interpretação simbológica da linguagem cinematográfica, como material de enriquecimento ilustrativo de nossos estudos); e, durante as refeições, porque sirvo, frequentemente, de canal aos mestres desencarnados, que se fazem presentes, com o fito de orientar quem está comigo. Nestas ocasiões, chego a ficar semiconsciente (menos comum). Os amigos vêm com suas questões pessoais, suscitadas em suas preces e reflexões íntimas, e começam a ouvir as respostas de que carecem, sem que eu me dê conta do processo, do qual fico parcialmente alheio.

(EGH) – E durante o sono…

(BT) – Encontro-me com amigos do Salto Quântico que moram em outras plagas, do país ou fora dele, ou com os orientadores desencarnados. É comum também que visite ambientes extrafísicos de dor e leve algum socorro, uma palavra de fé e esperança. Há uma cidade da outra dimensão de Vida, menos feliz, em que os sofredores me consideram um agente da polícia – é muito engraçado –, uma espécie de oficial de serviços de inteligência de Cima (fico muito honrado por me verem assim), só que eles não só pensam isso a meu respeito, como o verbalizam, inclusive para mim, em tom de deboche, qual o criminoso profissional que encara um policial como um irmão de caráter idêntico, com a diferença, segundo a ótica daquele, de ser este mais falso, por tentar passar por um integrante das hostes do bem. Em outras localidades, sou recebido como um tipo de sacerdote. Há até um pequeno burgo onde sou tratado à semelhança de um monge místico. Por lá, curiosamente, o Espírito Eugênia e outros mestres desencarnados pedem que eu exiba minha maior liberdade espiritual, proposital e acintosamente, no intuito de que eles me deem atenção. É meio esquisito, mas funciona como um fator didático, porque desperta o interesse. Estranhamente, nestas oportunidades, não costumo ter acanhamento ao me confiar a tal ordem de “pirotecnia psíquica”, por influência dos orientadores do Plano Sublime, que continuo ouvindo, pela mediunidade, à distância – eles não me acompanham em faixas vibratórias tão baixas. Destarte, por exemplo, pedem que adentre volitando, no auditório em que profiro minhas palestras, cheio de uma plateia hebetada e mentalmente distante, qual se os que ali se congregassem fossem zumbis. Quando me veem flutuando acima do “chão” (o que, por trabalhar com a paranormalidade, diuturnamente, é-me fácil realizar, estando fora do corpo), despertam-se de suas fantasias escapistas e me dão uma margem de poucos minutos de atenção, que devo aproveitar com ideias essenciais, de molde a libertá-los de suas fixações. Certa feita, a condição psíquica dos circunstantes era tão grave, que o máximo que consegui foi pô-los a cantar para Jesus, levantando as mãos para cima e batendo palminhas (risos) – imagine o vexame! Paguei minha língua, ao fazer referências críticas à falta de conteúdo de certos cultos cantantes de outras denominações cristãs.

(EGH) – O que o leva a se lançar a novos projetos de trabalho? A orientação dos guias espirituais apenas? Alguma vez há iniciativas suas? E o que sente quando os realiza?

(BT) – Em respeito a meu livre-arbítrio e para que eu tenha o mérito da ação, muitas vezes (e diria mesmo dos movimentos essenciais), ao menos de minha perspectiva, parecem ser frutos de iniciativas minhas, e me sinto movido por uma dolorida sensação de que não suportaria o peso da culpa, se não fizesse o que intuo constituir um compromisso moral que assumi antes de renascer. Foi assim quando lancei o programa de TV, em todos os níveis de expansão que já atingiu. Sempre que alcanço a meta, sinto uma forte sensação de alívio – para um remorso que me surgia crescente, portas adentro d’alma –, e não uma satisfação por um sonho concretizado, como gostaria de sentir (porque, então, seria uma delícia, e ainda não perderia o mérito pela desincumbência do desígnio – risos). Sou incitado pelo sentimento de um agudo dever a cumprir, certamente pela extensão e quantidade de vidas perdidas, em passado remoto, quão próximo – ou seja: todo meu histórico evolutivo, até a presente reencarnação.

(EGH) – Se você não sente prazer expandindo o trabalho, o que lhe dá satisfação nele? Tem algum deleite no que faz?

(BT) – Ah, sim! Sou um vocacionado. Tenho enorme satisfação d’alma… daquelas de não querer voltar ao mundo, quando me perco em longas orações e meditações. Sinto, por muitos destes preciosos momentos, que a dor de estar preso a um corpo físico não me afeta. Geralmente, para galgar este patamar de abstração feliz do âmbito material de existência, tenho que me render a extensas jornadas de preces. Lá para depois de uma hora e meia contínua de concentração, e daí até a terceira ou quarta horas, zás!… sofro o suave arrebatamento, que não chega a ser um êxtase, mas que me põe num prazeirosíssimo estado de suspensão consciencial – se é que assim posso me exprimir. Nossa! Que maravilha! Também me sinto notadamente alimentado pelos contatos com a Mestra Eugênia. Sem desmerecer os outros orientadores espirituais. A questão é que, com os demais, percebo-me trabalhando e estudando; com Ela, diferentemente, tenho a impressão de ser observado e visitado pelo Céu. Quando canalizo Eugênia em público, ou, em nível menor, consigo transmitir, com eficiência (ao menos, no meu entender) a mensagem de esperança, fé e felicidade, de que somos imortais e amados incondicionalmente pelo Plano Sublime de Vida, seja em preleções particulares ou públicas, sou tomado por um estado de profunda gratidão, pela preciosa oportunidade de partilhar a bênção inaquilatável destas convicções, com outras pessoas, para que elas, igualmente, sintam-se felizes, com as pérolas da Realidade Sublime. Em suma, falando com Nossa Senhora (mesmo sem ouvi-l’A, apenas me entregando a Ela) ou com Eugênia (na verdade, mais escutando que falando), bem como palestrando, em nome das Duas, ao vulgo ou aos íntimos, posso, realmente, dizer-me bem-aventurado. Depois disso, o convívio com os amigos, irmãos em ideal e meu grande amor Wagner, que me repletam os caminhos de carinho, atenção e cuidados, muito além do que sei poder merecer. Num quarto nível, assistir a filmes de meu agrado ou ler obras de qualidade.

(EGH) – E quanto a ser personalidade pública, o que você sente sobre isso?

(BT) – Profundo desconforto, semelhante ao de quem tirasse a roupa diante da multidão. Não me sinto com alma de artista, com todo o respeito à classe. Sou um professor. Vejo as audiências como salas de aula aumentadas, ainda quando televisionadas – o que potencializa a plateia, a ponto de chegar a quase 1 milhão de telespectadores, quantitativo este que nos aproximamos de alcançar, em alguns momentos de bom ibope. Ser observado, para mim, equivale ao martírio da fiscalização, nada tendo a ver com a delícia que os mais afeitos a esta experiência costumam sentir (sei que percentual expressivo do gênero humano tem profunda empatia comigo – risos). Por outro lado, há um fator que problematiza este meu já natural mal-estar: a natureza de liderança que desempenho. Se eu apresentasse, por exemplo, na televisão, um programa de animação, estaria tranquilo, porque, nessa área de trabalho descontraído, o que se fala e o caráter da interação com o público não trazem implicações de vulto nas existências de quem assiste ao que é veiculado em massa. Contudo, tratar do assunto que me absorve há duas décadas, todas as semanas, em milhares de lares brasileiros, é uma função de gravíssima responsabilidade, com consequências de envergadura muito séria, não só nas vidas dos que nos recebem diretamente a mensagem, mas também nas de quantos são, indiretamente, por eles influenciados, a posteriori, num efeito dominó… aos milhares… aos milhões!… Isso sempre me deixa bastante apreensivo, porque, em tese, conforme já afirmei n’outras ocasiões, estou numa atividade que deveria ser desempenhada por uma alma santa ou iluminada, que estou muito longe de começar a me tornar.

(EGH) – E o seu ego, interfere muito no desempenho destas tarefas?

(BT) – Sim, sobretudo nos intervalos entre elas, quando estou sozinho “com meus botões”. Meu ego tem um perfil que lembra o de pessoas envelhecidas e ranzinzas, e não o de gente jovem. Sugere-me, enfaticamente, para dar uma ideia do que digo, que eu pare de ampliar o alcance e tamanho da Obra de Eugênia – como se eu tivesse autoridade para tanto, apesar de meu livre-arbítrio estar envolvido e, por Ordem Divina, ser inviolável (qual ocorre a toda criatura que desfrute de discernimento, que tenha atingido o patamar humano de evolução). “Estaria tudo tão bem”, diz-me o meu ego, por exemplo, “se preservássemos a Organização do tamanho do Estado de Sergipe”. Enquanto isso, desde sempre, pedem-me as “Vozes do Céu”, dentro e fora de mim (a do Self e as dos Guias Espirituais), que eu siga avante, destemidamente. Como tenho a tendência a tomar partido, segundo minhas possibilidades, das vozes que me conclamam a avançar, acabo por prosseguir, conforme minha biografia o revela. As partes inferiores de mim mesmo me julgam um “estúpido com tendências suicidas e masoquistas”, soprando-me, volta e meia, não raro infladas por inteligências tenebrosas da outra dimensão de existência, falas como: “Seu bobo, o que você vai ganhar com isso?” Em outros momentos, as vozes do mal, em consórcio com meu ego, tentam me seduzir, refinando-se, cheias de falácia e sofisma, ao dar um acabamento moral a suas postulações de indisciplina e deserção, como é o caso deste argumento (dos mais persuasivos, para os cristãos sinceros, em cujo grupo presumo estar inserido): “Você não percebe que está vaidoso demais? Quem você pensa que é? Largue isso tudo e vá viver sua vida! Como assim orientar e consolar pessoas? Quem lhe constituiu este direito? Você não é santo! Por que assume, então, a tarefa de um?” Muitas vezes, principalmente na casa de vinte anos, caí na tentação de concordar com estas vozes que, é claro, quando não encontravam eco em meu coração, utilizavam “amigos mui amigos”, familiares e confrades espíritas, para, com “toda boa intenção”, alertar-me quanto ao “perigoso desvio de rota” que havia tomado como roteiro de vida. Sempre que isso acontecia, confiava-me à oração, e, invariavelmente, apercebia-me de que se tratava de uma armadilha bem elaborada, uma racionalização do injustificável, sobremaneira ao notar que meu ego ficava feliz, por eu fazer menção de voltar atrás, com sentimentos do tipo: “Ufa! Consegui me safar! Imagine quanta exposição e ataque iria sofrer! Vou voltar para o calor tépico do vale… Para que as vertigens do pico da montanha? Melhor ficar por aqui mesmo, que é mais seguro e tranquilo, para viver bem e em paz…” Reconhecidas estas conclusões como produtos claros do ego, que, em princípio, pervagavam minha psique num nível inconsciente, sentia um impulso mais forte ainda de reagir e seguir o que as Vozes do Céu me conclamavam a fazer. Não quero ser vencido pela inclinação natural que os seres humanos ostentamos, de pensar em nós mesmos em primeiro plano e condicionar as realizações de trabalho e ideal à medida de nossa satisfação e comodidade pessoais. Com isso, faço ouvidos moucos para a astuta sugestão do ego velho e “escaldado” que diz: “Deixe de ser tolo e vá curtir a vida! Você só tem a perder, nesta maluquice de servir ao Céu, não sendo do Céu nem estando n’Ele.”

(EGH) – Se você cedesse a estas vozes, Benjamin, o que faria?

(BT) – Pois é, Padre Gustavo, como o senhor bem sabe: não faço a menor ideia! Cheguei a desejar, na adolescência, ser cineasta. Mas até a intenção de fazer cinema – a arte que mais aprecio – “dá-me nos nervos”, só de pensar, pelo estresse de trabalhar com egos piores do que o meu. Como seria isso?! Já quase não aguento o meu! (risos) Propuseram-me de tudo, nestes anos de exposição sistemática na mídia: que me candidatasse a cargos públicos, que fizesse fortuna com meu trabalho, etc. Para que tudo isso? Sinto vertigens de tédio só em cogitar. Para um “dragão velho” como eu (risos), nada mais tem graça, que nem aquela senhora fundadora de casa de meretrício que está enfastiada das paixões e dos prazeres fugazes (risos). É assim que me sinto, mas em relação a tudo deste plano físico de existência, e não só a sexo (risos). Vivo e respiro o impulso de dividir a sabedoria e o amor que recebo do Céu, com os companheiros em humanidade que se interessem em me ouvir-me. E julgo-me muito “esperto” (risos), porque, no meu entender, consoante as palavras de Jesus, “escolhi a melhor parte” (da parábola das irmãs Marta e Maria). Não creio que haja maior satisfação que servir a Deus, cuidando de Suas criaturas por Ele-Ela, na medida do que podemos e somos (quanto carreamos como conquista evolutiva), o que, no meu caso, tem a ver com ser professor e canal mediúnico de Mestres muito superiores a mim. Deus me livre de trabalhar com o poder, a riqueza ou o prestígio social! São páginas velhas, rotas e cheias de más anotações de um passado milenar a que não quero mais retornar – gostaria de rir disso agora, mas não consigo. Entrementes, assim como lido com a fama (alguns veem minha posição sob essa ótica), para servir ao Plano Sublime, distribuindo as bênçãos do Paraíso, que contacto, pela aptidão a canalizar os habitantes de Faixas mais Altas de Consciência, outras pessoas, creio, poderão, de acordo com suas vocações pessoais, fazer o mesmo, no campo das predileções próprias, seja a inclinação ao poder, à fortuna ou à ciência, mas, quanto possível, sentindo-se e colocando-se a serviço do Criador e da humanidade, igualmente. É este o “pulo do gato” da felicidade. Amor, em suma, a velha lição de sempre, que tão enfática e persuasivamente pregou o Mestre Supremo.

(EGH) – Você gostaria de viver muito tempo na Terra, Benjamin?

(BT) – Ah, sim! Que os Bons Espíritos se apiedem de minha alma endividada, pelo desperdício de numerosas reencarnações, e me concedam longos anos de vida, nesta atual existência física, sobretudo pela seriedade dos objetivos, das finalidades do Trabalho da Mestra Espiritual Eugênia, a fim de que possa levar as preciosíssimas gemas de Seu Pensamento salvador e felicitador a um número progressivamente maior de pessoas.

(Entre amigos muito queridos: palestrantes do primeiro Encontro EUA-Brasil do Pensamento Eugeniano, em 7 de dezembro de 2008. Da esquerda para a direita: Ângela Novaes, Delano Mothé, Cristiane Carmelo, Benjamin Teixeira, Rita Trindade, Sérgio Sobrinho e Vandinar Mendonça – apenas Marcone Vieira, que também palestrou no Encontro, não aparece nesta foto.)

(EGH) – Você fala como se corresse o risco de desencarnar a qualquer hora…

(BT) – E quem não corre? Ainda mais eu, que, num trabalho de delicadas consequências, como o que executo, posso ser “suspenso” da escola a qualquer hora. Luto muito, principalmente, com meu desgosto de estar encarnado. Só que a maturidade me tem sido de bom proveito, neste sentido. O ponto crítico, com relação a esta falha emocional de minha parte, acredito que já ultrapassei: foi no ano passado. Em 2008, depois de ter sentido uma irradiação direta de Maria Santíssima, ao receber Sua Carta para aquele ano, em julho, mergulhei numa crise muito aguda de desinteresse por estar no corpo. Muita coisa que era relativamente suportável se me afigurou tortura inqualificável. Até respirar parecia difícil, trabalhoso e cansativo… Pelo nível de profundidade desta tristeza (incluindo a mente inconsciente), temi provocar, involuntariamente, meu desencarne. Felizmente, sinto-me, agora, relativamente fora de risco. Volta e meia, porém, tenho a nítida impressão de que vou morrer a qualquer momento. Tranco-me, então, em prece, reforço minha comunhão com o Alto, peço, muito enfaticamente, a Jesus, a Maria e aos Grandes Anjos que dirigem as vidas de todos nós, mantenham-me na linha de Seus Desígnios a mim relacionados, quanto possível, para que eu aproveite, ao máximo, a atual encarnação, tão trabalhoso que é voltar, ainda mais que, no futuro, não desfrutaria de uma circunstância enriquecedora como esta, numa era de transição tão significativa para a histórica da civilização humana em nosso planeta. E, então, sinto a aflição passar. Pelo que tudo indica, não posso perder a inapreciável oportunidade desta reencarnação, espírito revel que sou, com grandes débitos a saldar com a coletividade. Por outro lado, intuo-me responsável por uma enorme família espiritual de encarnados sob minha condução, nesta grande e frondosa árvore da vida que é o Instituto Salto Quântico, cujos ramos se distendem sobre todo o país e além-fronteiras. Em 2008, pensar nos que confiavam em mim, para orientação e conforto, foi dos mais poderosos elementos que me fizeram reverter o processo de desejar deslindar-me da matéria.

(EGH) – Mais alguma coisa deseja dizer sobre tudo isso?

(BT) – Não. Só agradecer a assistência dos mui devotados benfeitores espirituais, de quem sou eterno devedor, por tão bem me suprirem a enormidade das deficiências, em campo de serviço deveras delicado e complexo, em Nome de Nosso Senhor Jesus e Nossa Mãe Maior Maria Santíssima.

(Entrevista concedida nos primeiros minutos do dia 26 de outubro de 2009.)


Avisos:

1) Por motivos técnicos, publicamos, com esta entrevista, duas postagens subsequentes de texto. Para compensar, faremos, a partir de amanhã, duas seguidas de vídeo.

2) Hoje, sendo segunda-feira, foi postado, no blog do Salto Quântico, novo artigo de autoria de Aline Rangel, professora psicóloga de nosso Educandário: “Um Dia Muito Especial” – uma homenagem pelo natalício de nosso querido Professor. Para lê-lo, clique no ícone à esquerda de sua interface, ou imediatamente aqui: www.saltoquantico.com.br/blog.

3) Também foi postado, no dia 24 de outubro, o Programa Salto Quântico exibido na referida data. Para acessá-lo, basta clicar no ícone do lado esquerdo da interface, ou diretamente aqui.

Equipe Salto Quântico.


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