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Temas destacados:

– Em aniversários infantis, é comum que pais estimulem as crianças e até bebês a formarem “casaizinhos de namorados”, para o momento das fotos e/ou filmagens. Você poderia comentar algo a respeito? (Pergunta de Italo Cristóvão, fotógrafo)
– A sexualidade infantil é um fenômeno natural, mas NÃO deve ser ativada precocemente.
– Os pudores excessivos das mulheres com seus órgãos sexuais.
– O absurdo da “dança da garrafa”.
– A necessidade de educação da sexualidade precoce.
– Deve-se responder estritamente o que a criança pergunta sobre sexo.
– Educar, jamais reprimir ou induzir.
– Clóvis Bornay e suas performances nos concursos de fantasias carnavalescas.
– O despertar da sexualidade gay, no passado, e as dificuldades com o estereótipo dos homossexuais escandalosos e caricaturais.
– Na antiguidade, a homossexualidade era considerada natural.
– O costume, em gerações passadas, da iniciação sexual de homens heterossexuais em prostíbulos: experiências traumatizantes, muitas vezes.
– A sexualidade de Caio Júlio César Otaviano Augusto.
– O abuso inominável de pais que providenciam mudança de sexo de crianças com 10 anos ou menos. A vergonha de se ter um(a) filho(a) homossexual.
– Os rigorosos e judiciosos critérios, no Brasil, para a autorização da cirurgia de mudança de sexo.
– A identidade de gênero: o sentir-se homem ou mulher.
– A ilusão cultural de que beleza física é fator determinante para o sucesso no casamento ou na vida profissional.
– A autoestima feminina e a preocupação das mulheres com a aprovação de sua beleza.
– A insatisfação das mulheres com o próprio corpo: 78%, segundo pesquisas.
– Roupas que deixam as mulheres “mais nuas” do que se estivessem de fato desnudas. Estímulo às “cantadas”, às vezes grosseiras, de homens na rua.
– As distrações causadas pela beleza e pela atratividade sexual, na juventude, e suas consequências na maturidade.
– “Marias-gasolina” casam-se com “Zés-bunda”.
– Perigos das facilidades e benesses materiais, quando demasiadas.
– As vantagens de se ser mediano(a).
– Pais que tratam seus filhos como hobbies ou brinquedos de pelúcia.
– O abuso espiritual.
– Cuidado com a tendência a perpetuarmos abusos sofridos.
– A “roda da fortuna”: quem hoje está no topo do “mercado da inveja-ódio-raiva-competição” amanhã estará por baixo.
– A importância do altruísmo.
– A exposição excessiva, comum no Facebook.