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Benjamin de Aguiar,
pelo
Espírito Eugênia.

Nascemos, chorando.

Ajamos de tal forma devotados no campo do bem, que possamos estar sorrindo, ao desencarnar…

De molde a que o ciclo da encarnação conclua-se à perfeição…

Compensando-se a dor inicial da introdução no mundo das sombras, com o adentrar feliz, no Reino da Eterna Luz…


Nota da Autora Espiritual, a respeito da imagem ilustrativa desta postagem:

A imagem produzida por nosso editor de vídeo, Wagner de Aguiar – a partir de imagens escolhidas pelo nosso medianeiro –, para esta postagem, criou uma ilusão de ótica de profundo caráter simbológico, que nos interessou comentar, destrinchando-lhe os significados ocultos.

1) O que seria o bracinho esquerdo do bebê envolve, como que num abraço intemporal, o ombro do ancião em que se tornará o recém-nascido. Isso nos remete, em psicologia profunda, à relação intrínseca existente entre a figura da “criança interior” e a do “Self”, que, numa de suas acepções mais didáticas, constitui o “ancião sábio” que habita a nossa interioridade. Ninguém chega a este, sem fazer as pazes com aquela. E o bebê chora… Antes de aplacarmos o choro da criança, não poderemos alcançar o sorriso do ancião (ou anciã). Ou seja: a “criança ferida”, no âmago de cada criatura, precisa ser curada, educada e devidamente tratada, para que se possa conquistar a suma essência do Ser Completo, em que um dia todos nos converteremos. Isso, por sua vez, nos reporta aos dizeres de Nosso Senhor e Mestre Jesus: “Em verdade vos digo: vós também sois deuses”, e completaríamos, já que o Cristo não no-lo poderia ter dito à época: “e deusas”.

2) Se alguém quiser ir mais a fundo, o “lado esquerdo” (braço esquerdo do bebê) faz alusão subjacente ao vulto arquetípico da sombra psicológica, que igualmente nos conduz ao “Arquétipo da Totalidade” – o ser maduro, integrado e sagrado que reside em nossa intimidade, em níveis variados de despertar da consciência de cada qual (conforme o grau evolutivo atingido).

3) Por fim, inevitável nos recordar de que, por detrás de cada experiência dolorosa – em considerando o sentido de leitura em nossa cultura, da esquerda para a direita, aplicando o mesmo às imagens em apreço, a fim de vermos, dessarte, primeiramente o choro do recém-nato, para nos determos, a posteriori, no ancião sorridente e feliz –, existe uma luminosa vivência de aprendizado, transformação e realização íntima, oculta sob o véu de toda ocorrência infeliz.

(Textos recebidos na madrugada de 25 de junho de 2010.)


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