(Preconceitos provincianos e retrógrados que assassinam as realizações espíritas e retardam a obra do Espírito de Verdade.)

Benjamin Teixeira e o espírito Temístocles.


Cada um dos convivas, em nosso almoço entre amigos, expendia opiniões em torno da enorme dificuldade de se viabilizarem trabalhos espíritas, dos mais elementares, como a manutenção da estrutura física das sedes das instituições, até as mais estratégicas e importantes, qual a divulgação em massa de seus princípios, que constitui o escopo mor do Salto Quântico.

Convidados, pela disciplina do tempo, ao início de nossas atividades espirituais em conjunto, leram-se: o capítulo 76 de “Caminho, Verdade e Vida” (Chico Xavier/Emmanuel, 1948), à guisa de texto preparatório de ambiente – seguido da prece inicial –; “O Livro dos Espíritos”, que nos deu a exame a questão 727; e, por fim, “O Evangelho segundo o Espiritismo”, que ofereceu, à nossa diminuta assembléia de irmãos em ideal, o item 1º de seu capítulo XI.

Concentrei-me para recepção das orientações do Outro Lado da Vida, e a voz de Eugênia anunciou que o espírito Temístocles, orientador estrategista de nossa Instituição, seria o responsável pelos esclarecimentos da tarde. De fato, duas mensagens me foram transmitidas pelo mentor espiritual – a primeira delas, de cunho coletivo, que se segue abaixo; a segunda, de tom pessoal, com sugestões breves de melhoria íntima a cada um dos presentes, que obviamente ficou reservada à privacidade dos destinatários.