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Nas Orações:

Nós conversamos com Deus e Seus Representantes. Mas, partindo do pressuposto de que Eles nos são Superiores, que já conhecem, antes que percebamos ou articulemos em conceitos ou palavras, o de que realmente precisamos, devemos buscar um estado devocional e não de petitório lamuriento. Por isso, as preces tradicionais adaptadas à contemporaneidade, pela Mestra Espiritual Eugênia.


Nas Meditações:

Empenhamo-nos em ascender, vibratoriamente, até o(a) Criador(a) e Seus Prepostos, por meio de estados de espírito ou de emoções e sentimentos que nos aproximem da Faixa de motivações, interesses e iniciativas dos Seres em mais elevado nível de evolução, em relação ao nosso.


Nos Cultos do Evangelho:

Fazemos uma terapia espiritual interdimensional (isto é, com efeitos para encarnados e desencarnados), higienizando a própria mente e as dos que compartilharem dos ambientes em que nos encontramos com frequência – o doméstico, o profissional, o estudantil, etc. –, assim como as psiques coletivas de tais ambientes, micropartes do que Jung denominava de “inconsciente coletivo” e do que autores esotéricos chamam de “supermente” ou “superalma” de agrupamentos humanos de qualquer natureza ou tamanho.


O que tem efeito próximo ao da Oração e Meditação, sem que o seja propriamente:

Ouvir músicas de tom relaxante ou que gerem estados de enlevo. Relaxar (isto é: eliminar a ansiedade) tem, sem dúvida, um efeito calmante e pode trazer muitos frutos, para quem é excessivamente agitado; no entanto, não constitui propriamente um trabalho de elevar o padrão da sintonia mental, que tem a ver com valores, princípios e sentimentos devocionais, altruísticos e mesmo autossacrificiais.

Fazer leituras de caráter reflexivo-espiritual, sejam de obras clássico-tradicionais ou recém-publicadas.

Assistir a preleções de tom espiritual-educativo.

Práticas iogues.

Atividades tântricas.

Oferecer ou receber massagens.

Fazer terapia ou aconselhamento espiritual de qualidade, isoladamente ou em grupo.

Manter um “diário” de sentimentos, intuições, sonhos, sincronicidades, experiências mediúnicas, etc.


Métodos de Oração e/ou Meditação:

Conversando com Deus ou Seus Representantes, desencarnados ou encarnados – por isso, o aconselhamento espiritual ou a terapia psicológica de qualidade têm efeitos meditativo-transformadores excelentes.

Espontaneamente (a melhor: por provir diretamente do coração), ou recitando orações ou mantras (mas focando a mente no significado das palavras e nas entrelinhas dos conceitos).

De olhos abertos ou fechados.

Com música de fundo ou em absoluto silêncio.

Cantando letra de preces sobre a música de fundo ou não.

Dançando – Rei Davi, xamãs, dançarinas hindus.

Meditando – deixando o Fluxo de pensamentos correr, intermediando-os com pedidos de orientação ao Plano Sublime.

À meia voz, baixa voz ou apenas movendo os lábios (para facilitar a concentração), ou em silêncio (com ou sem discurso interno).

Por escrito, para manter o fio do pensamento e fixar melhor o conteúdo das preces ou meditações.

Em grupo (mais forte em efeitos) ou sozinho. Mateus, 18:20: “Onde dois ou mais estiverem juntos em Meu Nome, Eu Me farei entre eles” – a força das Egrégoras ou psicosferas harmônicas e afinadas com o mesmo propósito nobre de comunhão com as Alturas.

Pelo menos por 15 minutos diários – ideal: 30 minutos.


Visualizações (que devem ser geminadas a preces ou meditações):

Luz Divina.

Imagens Sagradas (como as de Jesus ou Maria, Gabriel ou Buda).

Paisagens naturais paradisíacas.

Templos ou outros ambientes agradáveis (como caramanchões, jardins, lagos tranquilos, campos, praias, etc.) que se construam pela imaginação.


Ao chuveiro, pelo efeito calmante e higienizador (também psiquicamente) de se estar debaixo d’água:

Sentado em cadeira plástica (duplicada, preferencialmente, pela diminuição do atrito com o piso de azulejos, tipicamente escorregadio, no interior dos “boxes” de banho, para que se evitem acidentes).

Com água morna ou fria. A fria provoca maior absorção de energias deletérias, que saem do corpo, em pacotes, pelo choque térmico com o calor da pele – mas não se deve fazer isso após refeições lautas, porque a concentração sanguínea que se produz no aparelho digestivo será redirecionada parcialmente para a superfície da pele, a fim de aquecê-la e proteger o equilíbrio térmico do corpo. A morna é mais relaxante e se presta melhor à oração. Água quente pode perturbar a homeostase térmica do corpo, causar desconforto psicológico e retirar a camada protetora de oleosidade que recobre a epiderme – por isso, não é uma opção sugerida.

Em pé, para os que se concentrarem melhor assim.

Apliquem-se, aqui, os itens expostos no subtítulo: “Métodos de Oração e/ou Meditação”.


Fórmulas Criativas:

Orar, enquanto se recebe ou se concede massagem.

Utilizar as orações tradicionais atualizadas pelo Espírito Eugênia, em vídeo (assistindo no próprio site do Salto Quântico ou baixando os arquivos para o computador pessoal) ou em suas versões em texto (lendo-as, em silêncio, ou recitando-as, em voz alta) – ícone da coluna esquerda de nosso site.

Criar rituais de caráter pessoal – que podem compor o uso de nichos, velas, incensos, imagens, tapetes ou outros recursos de estimulação da mente, para facilitar a entrada em estados alterados de consciência de cunho devocional.

Ao volante, se não houver distração para a função de conduzir o veículo com segurança – mentes acostumadas a multitarefas fazem-no sem risco de causar acidentes de trânsito, em centros urbanos ou em rodovias.

Em trânsito ou viagem (sem que se esteja à condução do veículo de transporte, seja aéreo, terrestre ou marítimo-fluvial), observando-se paisagens e aproveitando o deleite do movimento, de modo a, paralelamente, “movimentar” a mente, retirando-a de seu padrão habitual de operacionalidade do mundo exterior, físico, ou a ele relacionado. Até o ruído contínuo dos motores, de automóveis, aviões ou navios, pode funcionar como um indutor a transes, que, por sua vez, podem ser convertidos, deliberadamente ou com auxílio de benfeitores espirituais, em momentos de transcendência, em vez de se limitarem a mera divagação, como ocorre mais comumente nessas ocasiões.

Em atividades mecânicas do dia a dia: ocupações domésticas, de asseio pessoal, de organização do ambiente de trabalho, etc. – desde que o item fundamental da segurança seja respeitado, como falamos quanto à condução de veículos.


Em contato com a Natureza:

Caminhando à beira-mar ou em campos abertos (não em matas fechadas – tão densas psiquicamente como conglomerados urbanos, revelação feita por Chico Xavier/André Luiz).

Fazendo jardinagem, para os que a apreciam; abraçando uma árvore ou sentando sob sua fronde – Gautama Buda atingiu a Iluminação sob uma copa vistosa, da sagrada árvore Bô, conforme a tradição budista. Os vegetais alimentam-se de energias negativas, “aspirando-as” (ou “inspirando-as”, para quem preferir o termo mais técnico), numa espécie de “respiração psíquica”, devolvendo forças vitalizantes e tranquilizadoras (para o doador da “matéria prima” – risos: a emanação destrutiva original, que lhes foi ofertada), assim como ocorre, concomitantemente, o bem conhecido fenômeno da fotossíntese do oxigênio, em que as plantas de diverso porte nos absorvem o gás carbônico (tóxico e potencialmente letal) e, com a energia solar, converte-o no gás vital.

Contemplação de paisagens naturais em fotos ou mesmo em vídeos (à falta de condições de se dirigir a ambientes “naturais” menos transformados pela mão do ser humano).

Subindo em colinas – significado simbólico do subir em montes: Moisés recebeu os 10 Mandamentos no Monte Sinai; Jesus transfigurou-Se e materializou Moisés e Elias, ao Seu Lado, no Monte Tabor.


O que não é Oração ou Meditação, mas que parece ser:

Estados de dispersão não são estados meditativos, que nada têm de passivos ou caóticos, mas sim evidenciam-se num caráter catártico e de foco disciplinado em um padrão interior ou superior de consciência-testemunha de processos íntimos, ainda que estes padrões observados tenham traços patológicos, para serem curados ou transmutados, com a meditação.

Petições gritadas (literal ou metaforicamente): o ato de exigir, o tom de reclamação, a manifestação de mágoa em relação aos Seres Superiores que nos dirigem os destinos podem ter efeito contrário ao de uma prece, aturdindo a pessoa e fazendo-a sintonizar-se com inimigos espirituais, nas piores instâncias. A falha na recepção de graças nunca é dos Concessores Sublimes, mas sim do receptor em faixa inapropriada, sem créditos ou méritos, sem necessidade evolutiva para receber o que pede. A prece deve partir de um alicerce de gratidão e louvor ao Ser Supremo, que então se converta em pedidos (em aberto, e não determinantes, porque, inclusive, não temos autoridade nem poder para tanto): Deus já sabe de antemão o de que carecemos; precisamos apenas ficar receptivos a receber – eis o motivo de serem permitidos os pedidos, que, obviamente, não dispensam as iniciativas que a responsabilidade inspira no ser adulto e maduro.

Rituais de magia negra, sejam de origem africana ou não. Isto é: tudo que se faça com a intenção de provocar o mal a alguém ou a um grupo de pessoas (meditação-oração às avessas).

Fazer petitórios que firam o livre-arbítrio de indivíduos, mesmo que motivados por “boas intenções” – mera bruxaria. Orar para que filhos abandonem relacionamentos afetivos, cursos acadêmicos ou carreiras profissionais de que discordamos, por exemplo, é uma forma bem comum de “macumba”, praticada, muitas vezes, em templos ultracivilizados e com a “melhor das intenções”, sempre se presumindo, obviamente, que o “pedido” seria “o melhor para o bem da pessoa”. Mesmo que o peticionário esteja certo, a atitude é errada e pode fazer malograr seu plano de manipular a vontade e a rota de destino de terceiros, normalmente aqueles que dizemos (para nós próprios, inclusive) mais amarmos. Deve-se orar para que o ente querido seja feliz e se encontre, em todas as áreas existenciais, conforme suas vocações e tendências atuais. Qualquer coisa que fuja a esse padrão constitui também uma oração às avessas.

Solicitar castigos para pessoas (rogar pragas), não importando qual seja o motivo ou quanto se sinta autorizado a tanto – da mesma forma, oração às avessas, ou seja: sintonia com Forças do Mal.

Fazer sacrifícios de seres vivos.


CULTOS do EVANGELHO:

Diário ou semanal.

Sozinho ou em grupo.

No ambiente do lar, trabalho ou estudo.

Com a parentela biológica ou espiritual.

Em celebrações de vulto (como casamentos) ou festinhas comuns (como as prosaicas “happy hours”).

Devem ser diários, ainda que feitos por uma única pessoa (sem companhia de outros encarnados), tanto quanto se toma banho todos os dias. Assim como europeus estranham o fato de brasileiros se banharem diariamente, componentes de outras linhas que trabalham com a Espiritualidade consideram bizarro o obviamente melhor da frequência diária (em vez de apenas semanal) dos Cultos: um mais eficaz método da atividade diária de esforço de aproximação da criatura ao Padrão Crístico de pensamento e sentimento.

Devem ser praticados à mesma hora, para que os Guias Espirituais se façam presentes, organizando suas agendas para isso (são muito ocupados). Se necessário, podem-se estabelecer horários diferentes para alguns dias da semana, conforme a disponibilidade de tempo do(s) participante(s).

Devem ser realizados à meia voz, ainda que se esteja só (materialmente falando), de modo que os entes sofredores da outra dimensão de vida (extrafísica), que não nos captam as ondas telepáticas, possam acompanhar a reflexão benfazeja, com benefícios tremendos para todos os envolvidos, no correr do tempo.


Estrutura do Culto do Evangelho (embora opcional e/ou variável em quase todos os itens):

 

  1. Leitura preparatória (escolhida conscientemente ou selecionada de modo “aleatório”) de livros de conteúdo espiritual-reflexivo (opcional).
  2. Oração inicial (obrigatória).
  3. Leitura de trecho de “O Livro dos Espíritos”, em sequência ou compulsado “ao acaso” (opcional).
  4. Leitura de capítulo de uma das obras de André Luiz/Chico Xavier (opcional) ou outra peça de estudo espiritual (artigos publicados em nosso site, por exemplo).
  5. Leitura dos Evangelhos sinópticos ou clássicos (Mateus, Marcos, Lucas e João) ou de “O Evangelho segundo o Espiritismo” – mais uma vez, tanto de modo sequenciado, quanto aleatoriamente (obrigatória).
  6. Oração final (obrigatória).

 

O Culto do Evangelho não deve – afora situações excepcionais – exceder 30 minutos de duração. Os semanais podem se estender até uma hora.

Em núcleos de atividade espiritual intensa, é possível que este tempo seja dilatado por extensão indeterminada, isso porque, de permeio às outras atividades, assinaladas nos seis itens acima, pode ocorrer o envio de mensagens psicografadas ou psicofonadas pelos Planos Superiores de Consciência, se houver médium suficientemente seguro e maduro para tanto. Todavia, devem-se evitar, peremptoriamente, as manifestações de espíritos sofredores, viciados (vampiros astrais) ou malevolentes (obsessores ou “demônios”), que só podem ser atendidos em reuniões mediúnicas de desobsessão, adrede preparadas pela Espiritualidade Amiga para tal mister, a fim de que não haja efeito reverso do que se busca nos Cultos do Evangelho: o alinhamento com o Plano Divino, e não o reforço de sintonia com os agentes da desagregação.

Benjamin de Aguiar, conduzido pelos Mestres Espirituais Eugênia e Temístocles,
Aracaju, 14 de abril de 2011.




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