Benjamin de Aguiar,
pelo
Espírito Eugênia.

Pensemos com lucidez e felicidade. Quero dizer: a felicidade, em nível profundo, só pode acontecer por intermédio do alinhamento com os estratos mais altos da consciência, que conectam a criatura a seus Superiores na Rede do Bem, aos Seres que, mais próximos do(a) Criador(a), lhe podem auxiliar, no processo de captação das impressões mais apropriadas, a respeito de eventos que estejam ocorrendo consigo mesma ou externamente – os Anjos ou Espíritos Amigos, que colaboram com seus tutelados, de modo a lhes favorecerem uma melhor interpretação do sentido profundo da vida, adequada ao patamar evolutivo em que estes se encontrem. Uma vez adotada esta perspectiva, ou aplicada esta ótica, que a conexão com o Mais Alto oferece, como que por um “passe de mágica” ou por um “salto quântico” psíquico, o indivíduo passa a ter a respostas de que realmente carece para facear os desafios existenciais que lhe foram ofertados pela Vida e assimilar, com a inteireza possível a suas condições de progresso espiritual, as lições concedidas, através destes desafios, pela Divina Providência, conforme a época e lugar em que se esteja localizado no espaço-tempo.

Não é necessário que algo propriamente seja dito a quem quer que seja, em última análise, mas que as energias e padrões mentais da faixa da Sabedoria sejam sentidos e absorvidos em profundidade, incorporados, quanto viável, a seu “status quo” evolutivo ou “modus operandi” mental no dia a dia. É a energia do Self, do Céu, o de que realmente se precisa. Não por acaso o Self, do Inglês, parece-se, foneticamente, com o Céu, do Português. Isso acontece para que os lusofônicos, com sua sabedoria linguística, orientem o mundo para o fato de que não é o “Eu” que constitui o Centro do Mundo, mas sim o “Céu”, que perfaz uma sinonímia para Deus. Eis mais outro motivo (dos mais axiais, por sinal), para que o Brasil seja o líder da Espiritualidade da Terra nos próximos séculos, para o terceiro milênio, quando todos retornaremos, pelas vias da reencarnação, ao próprio Brasil, trabalhando em nível mais alto de qualidade, neste particular. Os primórdios dessa Era de liderança brasileira na temática espiritual serão sentidos, mais claramente, de meados para o fim deste mesmo século XXI, como já são óbvios no presente, para quem tem “olhos de ver e ouvidos de ouvir”.

Isso jamais implicará abandonarem-se os Mestres, encarnados ou desencarnados, que se consultem pessoalmente, por meio de livros (escritos, em áudio ou vídeo) ou através de canais mediúnico-místicos (próprios ou de terceiros). O contacto com os que estão à frente de nós compõe o padrão da sabedoria. A ausência deste elemento fundamental, inclusive, constitui significativo sinal de que o indivíduo padece de uma inflação do ego, e não vive um processo de transcendência do mesmo; revela uma indiferença arrogante e não uma serenidade compassiva. O mecanismo do despertar da própria Consciência faz com que se entre em ressonância psíquica com Outras Consciências que estagiam em faixa similar, em qualquer plano existencial; e, mormente, com Aquelas que se encontram em patamares mais elevados de desenvolvimento e, tocadas de piedade e desejo de servir, vêm em socorro das que As seguem, na retaguarda evolutiva, fermentando-lhes o crescimento, facilitando-lhes a caminhada, desviando-as das ribanceiras do trajeto de ascese, abreviando carmas, transformando dificuldades em felicidades, enchendo de graça e amor a jornada de Seus pupilos, tanto quanto a ética pós-ética (para um prisma terreno) da Esfera Sublime de Vida autorize interferências, em Nome do Ser-Supremo.

(Texto recebido em 6 de janeiro de 2011.)


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