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Benjamin Teixeira Lute para ser feliz, com todas as armas: a razão, a emoção, a ética, mas, principalmente, a criatividade. Não se entregue a padrões pré-estabelecidos de comportamento, costumes, valores, limites, conceitos. Você pode se recriar, construir uma realidade completamente nova por dentro e por fora de si mesmo, para você e para aqueles que convivem com você. Se esperar situação ideal, ela não chegará. Se esperar para a aposentadoria, estará velho ou com maiores e mais graves compromissos familiares. Se esperar para as férias, estará esgotado e tenso por ter de abandonar o trabalho. Se aguardar pelo fim de semana, chegará lá um caco humano, pela semana de tensão constante. Assim, agora é o momento para ser feliz, para se sentir bem e encontrar um padrão novo de bem estar e satisfação. Continue lendo Benjamin Teixeira Meu filho: Você reclama do cansaço, sentado em fofas almofadas? A vida é melhor do que parece. Contemple a beleza da natureza, o canto dos pássaros; experimente a ducha quentinha do seu chuveiro, a cama fofa que recebe ser corpo fatigado, o pão singelo, macio, que toca seus lábios famintos, o olhar carinhoso dos amigos com quem trabalha, a fé em Deus, a oportunidade de trabalhar, aprender, a graça inestimável de servir e evoluir, a bênção do recomeço bafejada pelas portas da reencarnação. Continue lendo Benjamin Teixeira
Existe vida após o desejo. Com sua ilusão de vitalidade acrescentada, o desejo procura dizer ser mais que a vida. Mas é ele que é em função da vida e não a vida em função dele. Não acredite em suas seduções baratas. Pondere, observe, aguarde. Nunca aja baseado no impulso. Se algo for verdadeiro, será verdadeiro após a reflexão, o amadurecimento de fatores, o assentamento dos elementos de loucura que podem estar subjazentes ao ímpeto momentâneo. Não levar isso em conta e simplesmente se deixar arrastar pela aluvião dos impulsos passionais pode conduzir a candentes remorsos. Pense em sua consciência, em sua estrutura de caráter, se você realmente tem estofo, valores ou formação para suportar certos deslizes e não se renda a concessões perigosas ao reto cumprimento de seu dever, no mais amplo sentido da palavra. Continue lendo Benjamin Teixeira Muitos de nossos pupilos gostariam que lhes déssemos resposta para todos os seus dramas, que lhes eximíssemos da responsabilidade de fazerem escolhas, que os tratássemos como a bebês, orientando-lhes os passos nas mínimas coisas. Assim, frustram-se quando lhes confiamos mais do que a mera condição de aprendizes e lhes conferimos tarefas introdutórias ao professorado. Não espere, querido amigo, que seus mentores lhe venham fazer o dever de casa. Não é essa nossa função. O nosso objetivo é facilitar e conduzir o seu crescimento e não bloqueá-lo com caprichos atendidos. Sempre que se sentir só, recorde-se da lagarta sozinha no interior da crisálida. Nenhuma força externa a ajuda no processo de metamorfose que sofre. Ao mesmo tempo, entrementes, é ela ajudada pela própria energia divina que, do seu interior, rompe-lhe a condição limitada. Você é mestre de você mesmo, no educandário da Vida. Não se subestime, nem se acomode a carteiras que não mais se enquadram no tamanho de sua alma. Assimile os novos desafios da vida com alegria, e sofrerá menos e crescerá mais rapidamente. E, aconteça o que acontecer, não perca de vista jamais essa idéia: você nunca, realmente nunca está só. (Texto recebido em 20 de maio de 2002.)
Nota do Médium: Anacleto mais uma vez nos assombra. Nesse texto de menos de duas laudas, para tratar do tema abertura mental, respiga, com brilhantismo ímpar e seu peculiar espírito de síntese, um caldo de conceitos científicos avançados, extraídos de nada menos que a Física Quântica, a Teoria do Caos, a Teoria dos Sistemas e, não bastasse, também a Psicologia Arquetípica (imagine-se reunir tudo isso com coerência em uma página e meia de discurso sobre um único tema), além de fazer referências históricas precisas e módicas. Como sempre, com didática e profundidade, Anacleto, o grande gênio filosófico do além, nos ensina a pensar, desta vez considerando a importância de fazê-lo além das fronteiras de idéias pré-concebidas. Benjamin Teixeira.
Se você se policia demais, converte-se em polícia psicológica, bem como em sua contra-parte de bandido; e, com isso, os pólos arquetípicos do monge, do santo, do sábio, do mago, do herói, do menino, do deus-humano (O Cristo Interior), toda a multifacética gama de modos de ser e sentir fica negligenciada. Cai no simplismo barato do maniqueísmo, esquecendo-se de que a vida não é dicotomizada mas poli-polar ou, como melhor seria dizer: onipolar. |
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