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Uma palestra revolucionária sobre o tema do poder da mente humana em concretizar eventos, proferida informalmente, mas de modo inesquecível e bombástico, pelo conferencista internacional, escritor, apresentador e médium Benjamin de Aguiar. Instruções para realizar o download: clique aqui.
Temas abordados: Convicção na imortalidade da alma; Vida – originalidade, singularidade; condicionamentos; cristalizações; plasticidade neuronal; uso de talentos pessoais; felicidade como um dever; vocação – desígnio de Deus para cada pessoa; auscultar a própria consciência; desconexão dos fluxos da vida; persistência diferente de insistência/teimosia; estar em fluxo não é buscar facildiade; recriação, reconstrução de si mesmo; diferentes processos de vitimização em relação aos preconceitos; revolta diferente de consciência indignada; conversão de situações/contextos amargos em sucesso/excelência; a vida é um campo de batalha pelo bem; determinação; foco; não há perseverança sem sintonia com as forças de Deus; a felicidade está relacionada a condições íntimas. Benjamin Teixeira, (Pergunta) (*) – Por que a maior parte das mulheres sonha com príncipes encantados, mas se casa com cafajestes? (Resposta) – Responderei de forma sumária, mas levando em conta diversas perspectivas, todas pertinentes e necessárias à melhor compreensão da temática intrincada dos relacionamentos humanos: 1) Porque não são princesas do espírito. Só almas nobres têm o condão pleno de conduzir para si personalidades de padrão similar. 2) Porque não são vassalas, em se considerando “príncipe” na acepção de homens psicologicamente altivos ou suficientemente narcisistas para agirem como aristocratas pernósticos, que julgam merecer o melhor do mundo, em detrimento de terceiros, não por realizações e méritos pessoais, mas por capricho e desejo. Estes príncipes só se casam com mulheres que se submetam ao talante de sua voluntariosidade. As caprichosas, por sua vez, deveriam procurar vassalos, para diminuir um pouco os conflitos em que se introduziriam, caso conseguissem estabelecer intimidade com um igual – o que, é claro, por lei do carma, acontece frequentemente, fazendo com que “príncipes” e “princesas”, após a quebra do encanto inicial de arroubo passional, descubram-se “traídos e enganados”, por se verem enlaçados, respectivamente, a “sapos” e “bruxas”. Todavia, nesta burlesca e trágica comédia do ego, cabe-nos indagar: Quem, realmente, enganou quem? Continue lendo Benjamin Teixeira Você se traiu, caiu de novo, no âmbito de uma disciplina elementar. Já se havia prometido não quedar, e se flagrou, novamente, na descida ominosa. Culpa-se, lamenta-se, entristece-se. Seria esse, porém, o caminho certo de reflexão em torno da fraqueza que descobriu em si?Será que não seria momento de reavaliar sua filosofia de trabalho e mesmo suas metas? A queda tem uma conotação divina, por incitar a criatura a repensar o que, de outra maneira, nem sequer cogitaria questionar. Evidentemente que há princípios em que se deve perseverar até o fim, ainda que sempre falindo. Entretanto, ainda nestes casos, uma mudança de postura, de auto-imagem, de critérios relacionais, de humildade e prioridades existenciais podem estar sendo ofertados para aquele que se percebe em deslize. Chorando de tristeza do fracasso, prepare a ventura do sucesso. Se está embaixo, que lhe impede sonhar com as alturas? Por que não se motivar com um projeto ainda mais ousado, muito embora com bases no viável? Por que não tentar de novo, e de novo, e sempre? Se o assunto é o capítulo básico de seu amor, de seu ideal, de seus princípios, nunca deverá se deixar obstar, por motivo algum, faltem dinheiro, colaboradores ou oportunidades. Gere-os, quando não os tiver, e espere por eles trabalhando no sentido de realizar o possível, todos os dias um pouco, em direção do seu objetivo, e o tempo mostrar-lhe-á quanto valeu a pena persistir. Continue lendo Benjamin Teixeira Quer sucesso? Aprenda com o fracasso. Só quem erra muito aprende a acertar. Deseja receber amor? Dê-o primeiro. O amor que se recebe é resultado de longo plantio do sentimento que se deu, seja à mesma pessoa de quem se recebe ou a outra. Almeja equilíbrio e paz? Colabore por sua manutenção, na vida de outras pessoas. Não há coerência e ponderação, sem primeiro não se aprender a gerá-la, por meio da abstração da situação problemática, para que se possa vê-la por completo. E não há forma mais perfeita de se sair do problema e vê-lo de cima que sair de si mesmo e enxergar, verdadeiramente, o universo do outro. Continue lendo |
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