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(Respostas Breves dos Espíritos – 25.) Instruções para realizar o download: clique aqui.
por Aline Rangel. Escrever sobre o amor é um prazer, um contentamento e um desafio. Muito se tem dito, cantado, encenado, teorizado acerca deste tema freqüentemente associado ao romantismo, nas experiências afetivo-sexuais, aos surtos de loucura das paixões… Mas onde está, verdadeiramente, este alimento da alma? Onde se encontra esta inspiração para despertar o melhor em nós? Não é fácil defini-lo, muito menos saber diferenciá-lo dos vícios, os quais nos acostumamos a entender como expressões e vivências de amor genuíno. O que importa aqui é a disposição em refletir a respeito do que temos compreendido sobre amar e de como podemos nos aproximar das necessidades reais do nosso coração. Continue lendo (Resumo da filosofia de felicidade propalada pela Mestra Espiritual.) Benjamin Teixeira A felicidade não é um direito seu: é seu dever ser feliz. A sua angústia revela a dimensão da alegria que se está negando. Paradoxalmente, entretanto, a dor, em si, não é contraditória à felicidade, compondo-a, inclusive, como facilmente se percebe, nas experiências imprescindíveis da disciplina, do esforço, do trabalho pela conquista de metas e da capacidade de adiar gratificações – apanágios obrigatórios em personalidades realmente maduras. A alegria contínua – e, assim, desregrada e inconseqüente – constitui a política de vida que abarrota manicômios, presídios e clínicas de desintoxicação. A despeito destas assertivas, entrementes, a amargura profunda, a frustração da alma, o sofrimento sistemático, ininterrupto, denunciam a fuga de rota ao próprio destino, a quebra de Fluxo com a Vontade Divina para si. Continue lendo pelo espírito Eugênia. A história da donzela que, encastelada em torre-prisão, se utiliza dos próprios cabelos, a fim de, com eles, crescidos ao infinito e entrelaçados em tranças gigantescas, permitir a subida de seu amado-salvador, é um pouco a história de todos nós, que, aprisionando-nos na torre de idéias absurdas, ilusões, medos e dúvidas, não nos deixamos visitar pelo Eu Superior. O ego, nesta fábula, é representado por Rapunzel, passiva e triste, que, todavia, mantém o ideal persistente de tecer longas tranças, para que seu libertador se aproxime. Numa situação aparentemente desesperadora, em que muitos desistiriam completamente de lutar, ela persiste, impertérrita, na espera do seu amado, mas uma espera laboriosa, mesmo que em labor aparentemente sem qualquer poder para resolver seu problema, pois que, no final da história, constituirá este o meio pelo qual tudo se solucionará. Continue lendo Benjamin Teixeira Quando uma nova canção de ninar surge no imo do coração de mãe, novo rebento surge no seu ventre, pronto para ser gerado e depois amamentado. Quando alguém desenvolve nova aptidão, eis que ela lhe exige, pela voz inarticulada da consciência, serviço a ser estendido a seus irmãos em humanidade. É assim que deve ser entendido tudo que é criado e desenvolvido: com um propósito de serviço ao próximo, e, então, sua finalidade será cumprida, o dever da alma será realizado. Não se confunda excessivamente, nos meandros de reflexões exageradas. Resuma tudo ao amor. Nele, encontrar-se-á a resposta, o significado, o sentido para viver e a solução para os mais inextricáveis enigmas da fé, da razão e da verdade (da religião, da ciência e da filosofia). (Texto recebido em 13 de agosto de 2004.) Benjamin Teixeira
Cabisbaixo, reflete nas inúmeras falhas que ainda lhe exornam a personalidade imperfeita. Cogita, por outro lado, na extensão de responsabilidades que lhe assinalam a passagem pelo plano físico, na atual reencarnação. Percebe-se, assim, soturno e abatido, supondo-se inapto ao trabalho que sente lhe ter sido estipulado. Se você, amigo, já tem maior amplitude de compromissos, medite no fato de que isso não ocorre por acaso. Se sua consciência lhe pede um empenho maior em atividades de grande vulto, deixe-se levar pelos impulsos nobres que lhe inflamam a alma sensível e siga, resoluto, sabendo que o Senhor lhe suprirá as deficiências, nos momentos em que isso realmente se fizer necessário, de modo que pode tranqüilizar a consciência e concentrar a mente no que de fato interessa: a realização do bem. Continue lendo |
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