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por Benjamin Teixeira. [Se você tiver preguiça de ler tudo, caro(a) leitor(a), escolha os subtítulos dos capítulos deste artigo, destacados em negrito, que mais o(a) atraírem – garanto que vai gostar do que os Mestres do Plano Sublime de Vida me pediram relatasse, neste artigo redigido em parceria com Eles. Vale a pena, todavia, que, depois, você leia os demais subtítulos e respectivos conteúdos. Todos contêm material de extrema relevância.]
por Aline Rangel. Existem períodos em que nos sentimos mais desafiados pelas forças do contra, externa ou internamente. O trabalho com a sombra, como já foi discutido em diversos artigos publicados neste site, coloca-nos em contato com os elementos desconhecidos e perturbadores de nosso funcionamento psíquico, a fim de que não nos mantenhamos sob controle de aspectos que se encontram degenerados, mal alimentados, não reconhecidos, despotencializados, castrados. Mas é possível também que percebamos a influência destrutiva partindo de outras inteligências, encarnadas ou desencarnadas, que se voltam contra nossos projetos, nosso bem-estar, colocando-nos, por vezes, em colapso. Continue lendo Benjamin Teixeira
O jovem foi convidado a se afastar do casamento, para se casar com outra mulher, sob a alegação básica de ser uma realeza do passado reencarnada – que nexo poderia haver entre uma coisa e outra? Recebeu uma oportunidade de participar de trabalho de relevo e, ao reverso de se sentir grato com a oportunidade, e assim agir, começou a se sentir, sem se dar conta disso conscientemente, mais importante que o próprio idealizador da obra, quando já chegou com tudo em andamento e não fez qualquer contribuição que justificasse se sentir especial, quanto mais primordial na tarefa, criando assim problemas e sobrecarga para o responsável, ao invés de ajudar e favorecer a realização da obra superior. As obsessões estão por toda parte. A vaidade é freqüentemente manietada por gênios invisíveis do mal, que fazem uso de qualquer médium, até os mais confiáveis, em seus momentos de vacilo humano, como uma mãe amorosa ou um pai zeloso, para perder a criatura de seu roteiro de aprendizado e redenção, felicidade e crescimento contínuo rumo a níveis maiores de consciência, fazendo-a andar pelo mundo com “ares” semi-loucos de ser superior (invisíveis a ela mesma e aos promotores de sua loucura, é claro). Para alguém se sentir superior ou especial, amiúde rejeita a própria razão, regateia os alvitres do bom-senso, para se confiar a fantasias esdrúxulas. Muito facilmente as pessoas se empavonam em poses de cisne, esquecendo-se de que mal passam de pintainhos modestos mal-saídos da casca do ovo. É triste, quando não patético, alguém não enxergar as próprias limitações e nivelar-se com quem não está no seu padrão de desenvolvimento. Esta pessoa pode se sentir enaltecida, mas, para quem está de fora… Principalmente, deixa ela de fazer o que pode, com qualidade, para tentar realizar o que está fora de seu alcance, “queimando-se” e prejudicando, mais do que ajudando quem lhe sofre a influência pessoal. Atente-se, amigo, para tudo que lhe fomente o sentimento de valor excessivo do eu. Da auto-estima madura ao delírio do culto narcísico da própria personalidade há uma distância abissal, profunda… letal… Procure afinar-se com a paz, ouça a voz de sua consciência, procure cumprir o que seu coração pede e não o que seu ego sugere. Jamais dê trela à vertigem do orgulho, que embriaga e vicia como qualquer outra droga, por manipular um ponto fraco do ser humano, como quem dá vinagre a quem tem sede, por muito tempo, até que haja condicionamento à nova fonte de líquido, e a vítima da sanha de ataque chegue ao ponto de rejeitar a água pura. Cuidado, muito cuidado, com toda idéia que lhe faz olhar com desprezo os outros, em vez de voltar olhos críticos para si. É provável que, quando faça isso, já esteja completamente tomado por tenazes ocultas da obsessão, tramando pela sua perda e de sua encarnação, bem como de todos que caiam nas malhas de sua influência pessoal. (Texto recebido em 24 de fevereiro de 2005.) Benjamin Teixeira
Sua mente jaz esgotada. Já não sabe mais você o que fazer. Sugeriram-lhe liberação integral de impulsos. Outros tantos propuseram-lhe, ao reverso, contenção completa de desejos. E, em meio ao entrechoque de idéias e pressões, simplesmente cai você inerte, desnorteado, abatido. Entidades obsessoras perturbam-lhe as iniciativas de realização do bem. Você diz: “Vou começar”. Elas então respondem, por ressonância com elementos menos nobres de sua alma, no íntimo de sua mente: “E não vai conseguir!” Continue lendo Benjamin Teixeira
Você suspeita estar sob o poder de agentes malévolos da outra dimensão de vida? Sente-se diferente do seu habitual, sob o fascínio de idéias fixas, emoções exageradas, atitudes compulsivas, conduta descontrolada ou desejos ardentes demais? Além da busca natural de auto-controle e corrigenda dos eventuais fatores patogênicos de natureza meramente psicológica, vale considerar, com a máxima atenção, a possibilidade de obsessão. Você tem dúvidas de que isso possa estar acontecendo? Continue lendo Benjamin Teixeira
Algumas táticas psicológicas são típicas da obsessão, não importando em que medida partem do íntimo da própria psique atormentada ou de sugestões dos agentes maléficos invisíveis. De qualquer forma, simplifiquemos, dizendo que constituem iniciativas deles. Obsessores: Instilam perspectivas pessimistas de vida. Segundo os quadros por eles pintados na mente aturdida, nada tem saída, as coisas nunca estiveram tão mal, e, é claro, vão ficar cada vez piores. Continue lendo |
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