<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
><channel><title>Instituto Salto Quântico &#187; Mentira</title> <atom:link href="http://www.saltoquantico.com.br/tag/mentira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.saltoquantico.com.br</link> <description>Espiritualidade, Mediunidade, TV, Espiritismo, Felicidade, Eugênia, Benjamin Teixeira</description> <lastBuildDate>Thu, 09 Sep 2010 05:13:26 +0000</lastBuildDate> <generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <item><title>Como Tornar Sonhos Realidade.</title><link>http://www.saltoquantico.com.br/2009/05/04/como-tornar-sonhos-realidade/</link> <comments>http://www.saltoquantico.com.br/2009/05/04/como-tornar-sonhos-realidade/#comments</comments> <pubDate>Mon, 04 May 2009 05:29:18 +0000</pubDate> <dc:creator>Delano</dc:creator> <category><![CDATA[Diálogos com o Espírito Eugênia]]></category> <category><![CDATA[Eugênia]]></category> <category><![CDATA[Amor]]></category> <category><![CDATA[Autorrealização]]></category> <category><![CDATA[Mentira]]></category> <category><![CDATA[Relacionamentos conjugais]]></category> <category><![CDATA[Sucesso]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.saltoquantico.com.br/?p=5732</guid> <description><![CDATA[Benjamin Teixeira,
em diálogo com o espírito Eugênia.
(Pergunta) (*) – Por que a maior parte das mulheres sonha com príncipes encantados, mas se casa com cafajestes?
(Resposta) – Responderei de forma sumária, mas levando em conta diversas perspectivas, todas pertinentes e necessárias à melhor compreensão da temática intrincada dos relacionamentos humanos:
1) Porque não são princesas do espírito. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div class="hVlog" ></div><p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><em>Benjamin Teixeira,<br /> em diálogo com o espírito</em> Eugênia.</span></p><p>(Pergunta) (*) – Por que a maior parte das mulheres sonha com príncipes encantados, mas se casa com cafajestes?</p><p>(Resposta) – Responderei de forma sumária, mas levando em conta diversas perspectivas, todas pertinentes e necessárias à melhor compreensão da temática intrincada dos relacionamentos humanos:</p><p>1) Porque não são princesas do espírito. Só almas nobres têm o condão pleno de conduzir para si personalidades de padrão similar.</p><p>2) Porque não são vassalas, em se considerando “príncipe” na acepção de homens psicologicamente altivos ou suficientemente narcisistas para agirem como aristocratas pernósticos, que julgam merecer o melhor do mundo, em detrimento de terceiros, não por realizações e méritos pessoais, mas por capricho e desejo. Estes príncipes só se casam com mulheres que se submetam ao talante de sua voluntariosidade. As caprichosas, por sua vez, deveriam procurar vassalos, para diminuir um pouco os conflitos em que se introduziriam, caso conseguissem estabelecer intimidade com um igual – o que, é claro, por lei do carma, acontece frequentemente, fazendo com que “príncipes” e “princesas”, após a quebra do encanto inicial de arroubo passional, descubram-se “traídos e enganados”, por se verem enlaçados, respectivamente, a “sapos” e “bruxas”. Todavia, nesta burlesca e trágica comédia do ego, cabe-nos indagar: Quem, realmente, enganou quem?<span id="more-5732"></span></p><p>3) Porque não são integradas psicologicamente, de molde que projetam um ideal não condizente com sua realidade. Em linguagem junguiana, idealizam na câmara elevada do Self, mas se sentem atraídas a envolverem-se, de fato, por meio da Sombra Psicológica.</p><p>4) Porque atraem o que precisam e não o que julgam merecer. Evolutivamente o universo condiciona as relações entre parceiros por meio de paridades psíquicas, sejam especulares ou complementares. Por uma questão de equivalência vibratória, costumamos atrair os semelhantes, ainda que num nível inconsciente, bem longe do plano das obviedades superficiais. Se alguém é mesquinho, egoísta e manipulador, não pode esperar trazer a seu caminho almas de estirpe elevada.</p><p>(Pergunta) – Por que, na juventude, homens idealizam o sucesso no bem maior, mas acabam, com frequência, descambando, na maturidade e na velhice, para o fracasso, na mesquinharia do mal menor?</p><p>(Resposta) – Porque não souberam facear os desafios complexos atinentes a suportar o conflito das necessidades prementes de sobrevivência e a adversidade cruenta do domínio físico de existência na Terra, onde tudo contraria e rivaliza os verdadeiros valores do espírito, arrebentando, em pouco tempo, na maioria dos casos, a balança íntima do autogoverno, conforme os princípios e metas elevados da juventude. Raras são as criaturas, em nosso planeta, que mantêm, na senectude, a mesma altura de ideal que apresentavam na juventude. O que parece, no entanto, uma involução, em primeiro exame, constitui, antes, a revelação de inconsistência dos sonhos de juventude, seja pela concepção inadequada ou incompleta dos ideais (desconectada da realidade), seja pelo desconhecimento da própria natureza, em termos de limitações psicomorais e potenciais intelecto-emocionais legítimos – já que as primeiras tendem a ser minimizadas e os últimos, superestimados pelo entusiasmo juvenil. Quando um jovem, por exemplo, por narcisismo, motivado, pois, pelo ego, sonha em ser um grande homem, provavelmente sofrerá amargas decepções. Se um jovem no corpo material, porém, é, em verdade, um ancião do espírito reencarnado, mostrar-se-ão substanciais as suas chances de manter um elevado diapasão de constância em seu caráter e na manutenção de seus ideais, quando não de melhoria progressiva dos mesmos, assim como de respeitável percentagem de concretização do que idealizou no princípio de sua existência física.</p><p>(Pergunta) – Por que a maioria das pessoas é honesta, e o percentual maior delas mente, mesmo assim?</p><p>(Resposta) – Porque a mentira, como regra de conduta, a ser dosada com a exposição da verdade, de forma responsável e construtiva, no tecido corrompido de uma sociedade hipócrita e venal, constituída por uma maioria de personalidades de baixo padrão moral, ainda é um item obrigatório – de tal modo, que os moralistas contestadores desta necessidade, asseverando não mentirem em nenhuma circunstância, revelam ou severo distúrbio mental, ou, como amiúde se dá nestes casos, demonstram ser hipócritas cínicos e perigosos, que julgam conveniente mentir deslavadamente, sustentando mitos fantasiosos de grandeza e excelência morais sobre si mesmos, enquanto exigem sinceridade transparente e irresponsável dos outros, para melhor controlá-los, em função de seus interesses pessoais, em prejuízo do bem comum. A despeito disto, entrementes, quanto mais decente e lúcida uma pessoa, mais estreito é o uso da ferramenta suavizadora da mentira caridosa e polida, em situações delicadas, que fica confinada, portanto, a ocasiões específicas, em que o espírito de humanidade e respeito às fraquezas e limitações alheias manda ocultar uma verdade inconveniente ou inoportuna, que eventualmente possa prejudicar a si ou a terceiros, sejam entes queridos ou estranhos. Os indivíduos calculistas, oportunistas e sociopatas, é bem verdade, utilizam-se deste artifício de sobrevivência social muito além do necessário, tornando-se manipuladores contumazes, tripudiando e manobrando a boa-fé alheia, fazendo-se mendazes (passando a acreditar nas próprias mentiras) e, por fim, enlouquecendo moral e psicologicamente, na roda-viva de invencionices perigosas, que lhes conduz a trágicos destinos, não raro já na presente existência (por mais inteligentes que sejam na elaboração de fantasias persuasivas), com toda certeza padecendo amaras consequências após a desencarnação e em outras existências físicas. A punição, porém, começa com a implicação inexorável a este perfil psicológico: o não acreditarem em ninguém e desconfiarem até mesmo de si próprios.</p><p>(Pergunta) – Como encontrar o equilíbrio e a maturidade na decência e, ao mesmo tempo, ser realista e proteger-se da malícia e da maldade alheias?</p><p>(Resposta) – Sendo rigorosamente honesto consigo mesmo, em primeiro plano, conhecendo-se o bastante para não exagerar nas expectativas quanto ao próprio valor e ao destino de “grandeza” que se projete para si. E, em seguida (em termos de importância na aplicação dos princípios), não esperar muito dos outros, procurando, de reversa maneira, fazer-se fonte de solução, benefício, felicidade e paz, tanto para si, como para o próximo. Assim, sofreremos menos com uma contingência natural do orbe – encontrar gente problemática ou perversa, no percurso da própria existência – e, ainda mais, atrairemos para nossa intimidade, paulatinamente, com o correr dos anos, criaturas semelhantes, ainda que raras, por uma questão de atração vibratória (iguais atraindo iguais para perto de si), uma espécie de magnetismo moral e espiritual irresistível. Este fator magnetismo pessoal-espiritual é de tal modo dominante nas relações interpessoais, que, quando agimos com muita decência (sem ingenuidade) com os outros, ainda que não atraiamos semelhantes a todo tempo (o que é impossível na Terra), levamos os que não estão no nosso patamar de maturidade psicológica e moral a agirem em esfera mais alta de consciência e conduta para seu próprio padrão, demonstrando virtudes que, nas relações com terceiros, não denotam normalmente. Destarte, numa situação extrema, almas santas costumam inspirar atos de bravura e altruísmo em criminosos, embora isso só possa acontecer pontualmente, porque, se for forçado o convívio entre estes seres que compõem extremos opostos do espectro da dignidade humana, a psique do criminoso, em efeito contrarreativo compensatório aos momentos de nobreza que lhe não são naturais, tenderá a agir em padrão ainda mais baixo que o que lhe é peculiar, logo após o ato de grandeza, prejudicando o próprio promotor de seu crescimento, o tal ser luminoso com quem está convivendo – a hagiografia é prenhe de exemplos do gênero, nos dois sentidos.</p><p>(Pergunta) – Onde está a escada para o encontro do verdadeiro amor e da realização pessoal completa?</p><p>(Resposta) – Dentro de nós mesmos – temos que recorrer a este axioma das tradições espirituais de todas as culturas e épocas, incluindo a nossa, a cristã: “O Reino dos Céus está dentro de vós”. No entanto, para colocar em termos mais pragmáticos, digamos que existem, basicamente, três itens definidores do sucesso pleno – ou seja: aquele que inclui a vitória íntima, a felicidade, a paz, o sentimento de dever cumprido, e não apenas o êxito profissional, material, social, externo:</p><p>1) Ouvir a própria consciência-intuição-coração-vocação. Sem a escuta e o atendimento dos aspectos mais genuínos e nobres de si mesmo, sem se respeitar a própria natureza psicológica, sem consideração elevada pelos ideais que inflamam o próprio espírito, impossível lograr-se a verdadeira realização pessoal, isto é, a que seja duradoura, profunda e completa.</p><p>2) Ser persistente. Somente pela perseverança, pode o indivíduo alcançar os supinos desideratos que colima, em virtude das energias contrárias ao impulso da vida, evolutivo, que esta flama íntima de ideal representa. As crises a serem suportadas, vividas e superadas; as adversidades, ataques e quedas, a serem vivenciados e também ultrapassados, apresentam-se de tal modo numerosos, intensos e variados em sua forma de expressão, que somente grandes almas atingem o ideal de transpor todas as barreiras encontradiças em seu destino, na direção da plena realização de seus potenciais, quando reencarnadas em nosso planeta – as quais, pela psicografia de Chico Xavier, em nome do Espírito que se autocognominou André Luiz, se denominaram de “completistas”.</p><p>3) Confiança em Deus e contato sistemático com Ele-Ela, de maneira direta ou indireta, por meios convencionais ou não. Alguém poderia dizer que existem elementos do mal que jamais auferem, na inspiração divina, impulso e diretriz para suas atitudes malevolentes. E nós dizemos, entrementes, em contrapartida, remetendo-nos a um dos mais intrigantes paradoxos do universo, que somente em Deus algo pode ser feito, de molde que até os genocidas agem sob tutela divinal, tornando-se, por conseguinte (sem o saberem e também sem nenhum merecimento), agentes da punição e do estímulo à transformação – o que o mal é, em última análise, já que existe para propelir as criaturas à busca do Bem, em todas as suas multifacetadas formas de manifestação.</p><p><em><br /> (Diálogo mediúnico travado em 3 de maio de 2009. Revisão de Delano Mothé.)</em></p><p><em>(*) Em função de as perguntas haverem sido propostas pela própria Autora espiritual, não me coloquei como o “indagador”, neste diálogo, como, via de regra, apresento-me, nestes ricos intercursos com a sábia Mestra desencarnada.<br /> (Nota do Médium)</em></p><p><em></em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.saltoquantico.com.br/2009/05/04/como-tornar-sonhos-realidade/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Diálogo Mediúnico sobre a Mentira.</title><link>http://www.saltoquantico.com.br/2006/10/23/dialogo-mediunico-sobre-a-mentira/</link> <comments>http://www.saltoquantico.com.br/2006/10/23/dialogo-mediunico-sobre-a-mentira/#comments</comments> <pubDate>Mon, 23 Oct 2006 12:50:43 +0000</pubDate> <dc:creator>Salto Quântico</dc:creator> <category><![CDATA[Diálogos com o Espírito Eugênia]]></category> <category><![CDATA[Eugênia]]></category> <category><![CDATA[Diálogo]]></category> <category><![CDATA[Mentira]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.saltoquantico.com.br/?p=2225</guid> <description><![CDATA[Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia.
Eugênia, uma perturbadora entrevista foi publicada em semanário nacional (*), com o filósofo norte-americano David Livingstone Smith sustentando a tese de que a mentira seria uma prática não só generalizada, como necessária à vida em sociedade, chegando a afirmar que quem mente com desenvoltura adquire maior sucesso e fortuna. De forma chocante, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div class="hVlog" ></div><div style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000080;">Benjamin Teixeira<br /> pelo espírito<em> Eugênia</em>.</span></strong></div><p><em><strong>Eugênia, uma perturbadora entrevista foi publicada em semanário nacional (*), com o filósofo norte-americano David Livingstone Smith sustentando a tese de que a mentira seria uma prática não só generalizada, como necessária à vida em sociedade, chegando a afirmar que quem mente com desenvoltura adquire maior sucesso e fortuna. De forma chocante, mas com bons argumentos, disse que as relações interpessoais seriam um caos, caso as pessoas se decidissem a falar sempre a verdade, com a suspensão, por exemplo, das pequenas mentiras que são ditas por boas maneiras. Por outro lado, alerta que existe a mentira patológica e/ou profissional, como a que costuma grassar entre políticos, que não deve ser confundida com a mentira “normal”.  Em que medida esta tese pode ser moral e espiritualmente sustentada? Você poderia nos instruir com sua ótica sobre o assunto?<span id="more-2225"></span></strong></em></p><p>Sim, claro que posso. Deve-se ter muito cuidado com o uso de certos conceitos; com as generalizações, sempre unilaterais; com o perigo da falácia cínica do negativismo moral. Entretanto, a despeito disso, não se pode negar que, realmente, a transparência absoluta é completamente impraticável na vida em sociedade, quando se está falando das comunidades humanas heterogêneas, em termos evolutivos e culturais, como as da Terra atualmente. Somente entre pessoas extremamente maduras e moralmente afinadas pode presidir um sistema de convívio com total abertura. Um pai não pode dizer tudo a seu filho, em faixa etária infantil, sob pena de destruir-lhe a mente frágil, inapropriada a absorver determinadas informações mais complexas e densas. É imprescindível evitar revelar dados que não podem, nem devem ser revelados, inclusive para que não sejamos irresponsáveis e inconseqüentes na proteção de patrimônios culturais, morais e materiais sob nossa guarda. Terapeutas, médicos, conselheiros espirituais, em outro exemplo, não podem entregar informações íntimas de seus atendidos e devem mesmo mentir, caso não possam omitir dados que pertencem aos que lhe honraram com a confiança integral. Não há nenhuma nobreza ou virtude em se entregar o poder à maldade alheia. E informação é poder.  Falar a verdade, portanto, dependendo da situação em foco, pode ser criminoso. É, inclusive, uma das armas mais eficientes e letais, que difamadores e delatores usam para fins pérfidos. Mas observe a ordem de considerações que faço. Um pai ou uma mãe podem ocultar uma informação de seu filho e, pela falta de meios para contornar a mentira, dizer, em sentido literal, uma inverdade, mas com o fito de defender e zelar pela paz e bem-estar de seu rebento. O que vai caracterizar, assim, a decência do ato ou não, como se pode notar, são a intenção, os resultados colimados e os efeitos objetivos que de fato decorrem deste ato.</p><p>Cabe considerar, outrossim, que, para se driblar a expressão de dados confidenciais em situações sociais, exige-se uma certa dose de tato psicológico e relacional, além de relativa habilidade lingüística, que nem toda criatura humana, na Terra, ostenta. Conta-se, para ilustrar esta assertiva, de um mártir do Cristianismo primitivo que conhecia certo esconderijo de Paulo de Tarso, mas que, ao ser interrogado sobre tal lugar, por autoridade militar romana que tencionava prender o apóstolo dos gentios, respondeu-lhe: “Paulo está com Jesus”. Simples, mas sábio e dificílimo reagir-se desta forma, sobremaneira em conjunturas melindrosas em que não se pretende deixar claro estarem-se ocultando informações, e com isso não se magoe um interlocutor sensível e a quem se queira bem. Assim, a mentira pode surgir como um último recurso, para a salvaguarda de valores maiores, quando a omissão da verdade (sem a mentira) não é possível.</p><p>Já a mitomania surge quando o indivíduo supõe que pregar inverdades seja uma forma inteligente de ascender na vida. Os mitômanos são sempre flagrados e sofrem prejuízos por isso. Podem até, com inteligência, atingir posições de poder e fortuna, mas será que conseguem manter a confiança e o respeito dos entes queridos, e, assim, estarem em paz com a própria consciência e felizes?  Mas, como sempre, há casos e casos.  Homossexuais, por exemplo, em quase todos os tempos e culturas, ocultaram suas relações de intimidade, sendo obrigados a mentir, sempre que eram expostos ou forçados a falar abertamente de suas preferências, em função do poder devastador dos preconceitos que os arrasaria ou mesmo lhes roubaria as vidas.</p><p>Como as fronteiras entre o bem e o mal são muito sutis, e a temática, por demais subjetiva e complexa, podemos dizer, seguramente, que todo mal pode ser um bem, conforme circunstâncias, motivações e finalidades envolvidas. Suicídio é, em tese, um dos erros mais graves em que pode incorrer uma criatura senciente. Mas, feito, sinceramente, na intenção do sacrifício pessoal, pela salvaguarda da vida alheia, como vemos nos atos heróicos de bombeiros, salva-vidas, policiais, ou mesmo soldados em campos de batalha, pode, de fato, converter-se num ato de valor diametralmente oposto, glorioso: o martírio. Jesus, a exemplo disso, tinha poder de sobra para se libertar de Seus crucificadores, mas permaneceu inerme, deixando-se ser morto. Assassinato será sempre assassinato, mas quando o homicídio é perpetrado como última alternativa de defesa da própria vida ou de outras pessoas, entende-se que se está realizando um ato não só permitido, mas mesmo moralmente obrigatório, como no caso de um pai de família que consegue deter o gesto assassino de um mal-feitor que lhe ceifaria a vida dos filhos. Em resumo, como disse a “doutora da igreja” Teresa de Lisieux, Deus vê muito mais a intenção que a ação. E, se a justiça humana considera agravantes e atenuantes em qualquer gesto criminoso, podendo mesmo absolver completamente um indivíduo, incurso no mais hediondo ato de violência, de acordo com as intenções comprovadas e o contexto observado, que não se pode imaginar faça por nós a Infinita Misericórdia Divina, em avaliando nossas limitadíssimas condições humanas?</p><p><em>(Diálogo mediúnico travado com o médium Benjamin Teixeira, em 22 de outubro de 2006. Revisão de Delano Mothé.)</em></p><p><em>(*) Revista “Veja”, edição 1978, de 18/10/2006.<br /> </em></p><p style="text-align: center;"><strong>Fonte</strong>: http://www.saltoquantico.com.br</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.saltoquantico.com.br/2006/10/23/dialogo-mediunico-sobre-a-mentira/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Sopros de Sabedoria &#8211; 03.</title><link>http://www.saltoquantico.com.br/2004/05/26/sopros-de-sabedoria-03/</link> <comments>http://www.saltoquantico.com.br/2004/05/26/sopros-de-sabedoria-03/#comments</comments> <pubDate>Wed, 26 May 2004 07:48:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Salto Quântico</dc:creator> <category><![CDATA[Eugênia]]></category> <category><![CDATA[Sopros de Sabedoria]]></category> <category><![CDATA[Aparências]]></category> <category><![CDATA[Mentira]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.saltoquantico.com.br/?p=1853</guid> <description><![CDATA[Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia.Lute contra o império das aparências e procure, quanto possível, viver o reino da essência.
Não se exponha, é claro, oferecendo informações ao inimigo de como atacá-lo melhor. Nem se sinta “o dono da verdade”, por tentar viver a sua verdade pessoal.
Mas, dentro do exeqüível, fuja da mentira de todas as aparências. Elas [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div class="hVlog" ></div><p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><em>Benjamin Teixeira<br /> pelo espírito</em> Eugênia.</span></p><p class="MsoNormal">Lute contra o império das aparências e procure, quanto possível, viver o reino da essência.</p><p>Não se exponha, é claro, oferecendo informações ao inimigo de como atacá-lo melhor. Nem se sinta “o dono da verdade”, por tentar viver a sua verdade pessoal.</p><p>Mas, dentro do exeqüível, fuja da mentira de todas as aparências. Elas são aparências justamente porque só parecem, não são. E somente o que é existe. E se algo não é, não tem consistência, é perigoso, porque pode contaminar de nadas a alma daquele que por ele se deixa seduzir&#8230;</p><p><em>(Texto recebido em 24 de maio de 2004.)</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.saltoquantico.com.br/2004/05/26/sopros-de-sabedoria-03/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Máximas de Anacleto &#8211; V.</title><link>http://www.saltoquantico.com.br/2001/02/11/maximas-de-anacleto-v/</link> <comments>http://www.saltoquantico.com.br/2001/02/11/maximas-de-anacleto-v/#comments</comments> <pubDate>Sun, 11 Feb 2001 14:06:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Salto Quântico</dc:creator> <category><![CDATA[Anacleto]]></category> <category><![CDATA[Mensagens de Esperança - 1]]></category> <category><![CDATA[Mentira]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.saltoquantico.com.br/?p=2279</guid> <description><![CDATA[Benjamin Teixeira
pelo espírito Anacleto.
Minta por muito tempo, e logo estará acreditando em sua mentira, perdendo-se nos meandros de sua fantasia.
Represente a loucura com um pouco mais de perfeição, e, em curto espaço de tempo, não notará diferença entre representação e realidade.
Lute constantemente, e notará a vida se converter em um campo de batalha.
Não só [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div class="hVlog" ></div> <address style="text-align: right;"><span style="color: #000080;">Benjamin Teixeira </span></address> <address style="text-align: right;"><span style="color: #000080;">pelo espírito </span><span style="font-style: normal;"><span style="color: #000080;">Anacleto</span></span><span style="color: #000080;">.</span></address><p class="MsoNormal">Minta por muito tempo, e logo estará acreditando em sua mentira, perdendo-se nos meandros de sua fantasia.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Represente a loucura com um pouco mais de perfeição, e, em curto espaço de tempo, não notará diferença entre representação e realidade.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Lute constantemente, e notará a vida se converter em um campo de batalha.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Não só a psique cria uma realidade virtual, dentro das fronteiras de seu território, como ainda funciona como uma estrutura atratora de realidades externas.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span id="more-2279"></span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Não só entidades desencarnadas de teor equivalente ao padrão mental do indivíduo entram em sintonia com ele, potencializando-lhe os estados interiores, como outras forças, ainda fora do grau de compreensão do ser humano da Terra, que poderíamos resumir, grosseiramente, no campo da fenomenologia arquetípica, são convidadas a interferir em sua mente, envolvendo-o em voragens de difícil saída.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center">* * * * *</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Palavrões, xingamentos, blasfêmias, fofocas e ataques gratuitos funcionam como ímãs de desgraça na vida do indivíduo, fazendo-o pára-raios de tragédias.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Cuidado com o poder da palavra. A força da mente humana, de poder criativo divino, jaz por detrás dela.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Selecione o que diz, como diz, com que intenção diz. Pelas suas palavras você definirá seu destino. Lembre-se das palavras sábias de João Evangelista, no intróito de seu Evangelho: No Princípio era o Verbo, e o Verbo estava em Deus, e o Verbo era Deus.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center">* * * * *</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Cuide de sintonizar o melhor, pela força da disciplina dos sentimentos. Não deve reprimir emoções, mas sim estudá-las, compreender-lhes as motivações ocultas, para, por fim, administrá-las ou, se possível, transmutá-las. Soltar impulsos equivale a soltar um leão no circo.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Sua mente consciente é o dial do rádio de sua psique: escolhe a freqüência em que estagia, criando, com o tempo, condicionamentos, conforme a somação e a continuidade de suas opções.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Nem tudo pode ser feito conforme o ideal, de imediato, mas muito mais do que a preguiça humana gostaria de admitir pode ser, de pronto, levado a cabo: basta realmente querer-se.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center">* * * * *</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A lealdade é um impulso básico das almas nobres. Ainda que impregnada de más premissas, a mente realmente digna sabe ser fiel a seus pressupostos de verdade, aconteça o que acontecer.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Atente-se para o senhor a que serve, porque se não fizer isso conscientemente (a nobreza de alma a que fazemos referência), fará isso inconscientemente, por impulso de sobrevivência psicológica, sendo coerente a presunções de verdade subliminares. Quem rouba, por exemplo, segue a verdade de que convém tentar levar vantagem sobre os outros, surripiando-lhes as posses, como se a propriedade não contivesse um significado implícito, mas fosse, tão-somente, uma questão de localização espaço-temporal dos objetos.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A mente humana busca sempre confirmar seus paradigmas, para não atravessar a crise da ruptura do significado. É assim que alguém suspira feliz, quando uma desgraça acontece, porque, segundo ela, em suas palavras, na recepção da notícia funesta: Eu sabia que as coisas estavam andando certas demais&#8230; É por isso que aquilo que até pouco tempo se chamava de neuroses e psicoses ocorria como última dramática medida da mente em manter alguma consistência e lógica num universo interior mergulhado em caos.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Defina seus valores, defina seu senhor, ou será escolhido por eles, sabe-se lá quais. Prefira Deus, em  Seu Infinito  Amor, ou terá contas a pagar com o infinito terror&#8230;</p><p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center">* * * * *</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A contestação só é válida quando bem fundamentada. Protestar por protestar, ser do contra, agir na contra-mão só pra contrariar é atitude típica de mentes imaturas, que ainda estagiam no campo da reação, por não se terem afirmado para si mesmas, por não saberem quem são ou o que querem realmente.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A hostilidade gratuita e/ou sistemática é a conduta de quem vive assustado, já que, vulnerável por não ter consolidado o próprio sentido de eu, teme ser invadido, possuído ou deformado por tudo que vem de fora.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Quem realmente é maduro não é reativo: é ativo, em um primeiro nível; pró-ativo, num segundo; criativo num terceiro. Explicando, respectivamente: mentes mais desenvolvidas buscam ser práticas, quando no despertar da inteligência; antecipam problemas, engendrando soluções antes que a dificuldade tenha surgido, quando aguçam a perspicácia; e criam universos novos, por meio de soluções além dos parâmetros presentes de realidade, quando atingem a excelência da sabedoria.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Fazer barulho é para bebês, que são inevitavelmente carentes e indefesos. As mães amamentam, dão-se, nutrem.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center">* * * * *</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Quebre o silêncio de seu comodismo: a inércia da verdadeira morte: a morte da alma, do ideal, da vontade de viver.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Brigue contra a tendência a manter-se parado: mova-se, ainda que um milímetro todos os dias, no sentido do seu ideal, mas não admita ficar no charco, aspirando a podridão da lama.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Você pode, se quiser, se você souber que é dono de seu destino, se você almeja libertar-se da dor e realmente deseja caminhar em direção à felicidade.</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> </p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">(Recebido em 10 de fevereiro de 2001.)</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.saltoquantico.com.br/2001/02/11/maximas-de-anacleto-v/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>