Maternidade em Questão.

por Aline Rangel.

Inicia-se a semana que antecede o dia dedicado às mães… Quantas reflexões podemos fazer acerca desta experiência sagrada de doação de si, desta vivência do amor incondicional para os padrões da Terra! Sem dúvida, a maternidade é um campo complexíssimo de aprendizados singulares, que promovem o autoconhecimento e, por conseguinte, amadurecimento e sabedoria. Isso não quer dizer que todos que passem pela experiência da maternidade a compreendam desta forma ou se modifiquem em profundidade para melhor, como também não significa que os que não a possam vivenciar biologicamente estejam privados de seus efeitos transformadores, como nos alertam os mentores do Salto Quântico. Continue lendo

“Mater Mundi” – O Arquétipo da Mãe Coletiva.

(Mensagens Mediúnicas Pessoais – 25)

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia.

Prezada (…):

Que Nosso Senhor a abençoe, hoje e sempre. Não vejo motivos para se condenar tanto, a não ser o medo de assumir a sua posição de mãe coletiva, no seio de nosso grupo espiritual. Como lhe é difícil emocionalmente aceitar tal mister, vemo-la convertida ao pólo psicológico oposto: o do estereótipo psicológico do bebê, aguardando o socorro da mãe dadivosa e onipotente (porque é assim que os bêbes vêem as mães), negando oferecer algo de si, por se julgar inapto para tanto.

Supomos, porém, querida amiga, que esteja cometendo um pequeno equívoco de avaliação. Não se trata de escolher entre um extremo e outro da corda, entre uma face ou outra da medalha, porque, conforme representado na corda e na medalha, não pode você plenamente viver um aspecto arquetípico do binômio mítico mãe-filho, sem, em contrapartida, ainda que na subjacência do inconsciente, não esteja ativando o outro par constituinte da totalidade indivisa deste padrão profundo de ser e sentir. Continue lendo

Recém-Ingressa na Maternidade.

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia.

Você, cara irmã, recém-ingressa no ministério sacrossanto da maternidade, olhe para seu pequerrucho encantado, sob seu seio amoroso, aconchegado a seu regaço de mãe extremosa, e observe bem nos olhos pequeninos que a fitam com amor infinito: é ele um espírito eterno que vem, por delegação divina, inteiramente confiado a seu amor e seus cuidados, a fim de ser conduzido, da forma mais segura e firme, aos trabalhos que dizem respeito a seu processo evolutivo.

Não tema equivocar-se nesse tão sagrado mister. Será você supervisionada por avançadas Inteligências do Além, que lhe darão cobertura na responsabilidade de tão elevada envergadura, e, assim, antes que pense, estará sentindo, claramente, os influxos de inspiração tomarem-lhe os braços, a boca e o coração, para fazer, dizer e sentir o que deve, em relação ao tesouro d’alma, seu rebento tão amado, seu filhinho do coração.

(Texto recebido em 14 de novembro de 2004.)


Esta mensagem foi originalmente ao ar na terça-feira, dia 16, sendo substituída, às 2:30 h, por: “Notando a Dor Contigo”. Caso deseje acessar esta última, clique em “mensagens anteriores”, ao lado esquerdo para cima de seu monitor e selecione-a.

Confidência de Mãe-Mentora (*).

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia.

Era o primeiro dia de maio de 1991. Envolvi o médium em energias pacificadoras. Ia fazer uso da tribuna pela primeira vez. Havia criado um esquema complexo (a ser exposto por retroprojetor) de confronto de diversas escolas da psicanálise, e uma analogia entre tal confronto de correntes e uma estrutura estratificada da mente humana; e esta, por sua vez, submetida a uma comparação metafórica com um foguete, conforme o sistema de propulsão engendrado para pôr o Homem na Lua em 1969. Em resumo: era um material denso e de difícil compreensão, sobretudo para uma platéia relativamente despreparada, composta de jovens (tratava-se da palestra de encerramento de um encontro de juventude espírita) e pessoas de baixa instrução. O medianeiro estava tenso – não achava que fosse “dar conta do recado”. Tentei tranqüilizá-lo, enquanto ele assistia às exposições dos demais conferencistas. Por fim, espremido num espaço de apenas uma hora, com assunto programado para duas (no mínimo), disparou a falar, ao cair da tarde daquele 1o de maio. A audiência ficou muda, por ser gentil, generosa e religiosa. Meu pupilo não foi interrompido, por misericórdia dos ouvintes, que sofreram um teste de paciência e tolerância cristã. Mas meu protegido, realmente, não tinha noção, dentro de seus confusos complexos e neuroses da época, do quanto estava sendo inadequado ao evento. Parecia estar discursando para uma plêiade de catedráticos e não para um grupo de adolescentes despretensiosos. Continue lendo