O que Maria Espera de Você

(cap. 4, Tomo 1, Maria Cristo)

Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia.


O ser humano tem o mau hábito de se supor desimportante. Acredita – com muita sinceridade e no seguimento do que acredita ser o bom senso e os princípios de lógica – que somente pessoas de destaque, grandes estadistas, mega-empresários ou gente influente da mídia e do mundo das artes tenha poder, de fato, para fazer grandes coisas acontecerem.

Acabei de dizer que tal inclinação decorre de um mau hábito apenas para facilitar o entendimento da questão e falar de modo mais simplificado. Entretanto, agora que expomos a questão, vamos minudenciá-la, reportando-nos às suas causas mais profundas. Precisaremos, para tanto, fazer um estudo rápido da percepção humana, dentro de nossa cultura, e de seus valores e padrões de interpretação da realidade, que levam o indivíduo a construir representações da realidade em sua mente, nem sempre fidedignas com o que de fato existe no que vamos, ousadamente, chamar de “mundo real”.
Continue lendo

Convite a Salvar a Terra.

Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia.


Você consegue se imaginar sendo chamado para salvar a Terra? História da carochinha? Desenho animado japonês? Ficção científica para adolescentes? Um seriado de mau-gosto para sub-letrados?

Bem, apesar da semelhança com todas essas categorias culturais, embora o respeito que nos mereçam, trata-se da mais pura realidade para os dias atuais, fundamentada em fulcros arquetípicos profundos e “vivos”, e, sobremaneira, em necessidades dramáticas e emergenciais da modernidade.

A divisão é uma ilusão da mente humana, o chamado, como alguns autores propõem: “princípio da separatividade”. A Física das sub-partículas de um lado e as ciências sociológicas de outro, têm demonstrado veementemente, nos últimos decênios, como tal idéia denota, tão-somente, obtusidade das percepções e do raciocínio, já que fenômenos complexos sempre funcionam como sistemas imbricados, e que somente assim podem ser compreendidos e, quiçá, dominados. Um padrão coletivo de salvação do planeta tem que partir de um concerto de mobilização individual, em cadeia. E, como indivíduo que cada um de nós é, só há uma forma de começar ou fortalecer, efetivamente, esta campanha: por dentro do si-mesmo, agindo resolutamente, tomando a iniciativa, desistindo do comodismo, da inércia, da fuga ao ideal, da transferência de responsabilidade para os outros, instituições ou para “forças sobrenaturais”.
Continue lendo

Momento Histórico em Aracaju.

por Benjamin Teixeira.


O início do evento estava previsto para 19 h e 30 min (como de fato aconteceu, pontualmente). Às 17 h e 45 min, entretanto, 30 minutos antes de se abrirem os portões de vidro do elegantérrimo Teatro Tobias Barreto, o mais moderno do Norte-Nordeste brasileiro, uma multidão já se formava do lado de fora, próximo às escadarias. Nos minutos seguintes, um crescente impressionante de veículos e pessoas afluíram de todos os lados, rumo ao grande edifício, que fica localizado num entroncamento de grandes avenidas de escoamento da capital sergipana, e ao lado de um dos mais movimentados terminais rodoviários da cidade. De tal modo foi o afluxo de pessoas que, às 18 h e 50 min, 40 minutos antes de o espetáculo ter início, as portas do teatro tiveram que ser cerradas, com incríveis 1320 lugares ocupados, mais pessoas nas laterais, sentadas nos degraus que separavam filas de poltronas (embora em pequena quantidade, por determinação de segurança da diretoria da casa) e uma outra multidão de pessoas apinhadas no amplo saguão do teatro, para assistirem ao evento de um telão adicional que apusemos por lá, prevendo tal sobrelotação da casa, multidão esta que estaria entre 400 e 500 pessoas, conforme estimativas feitas por vários elementos do grupo.
Continue lendo

Entrevista Cedida a Thaïs Bezerra (*1) sobre o Maria Cristo, em 20.07.2005. (*2)(*3)

Benjamin Teixeira/Thaïs Bezerra.

Benjamin Teixeira.
Ele tem 35 anos incompletos (26.10.1970), mas iniciou suas atividades como espírita há quase 18, com apenas 17 anos de idade. Aos 19, publicou seu primeiro artigo na imprensa. Aos 20, iniciou a carreira de conferencista e de expositor radiofônico, além de começar o exercício metódico da mediunidade. Aos 23, lançou seu programa de TV, até hoje no ar, há quase 12 anos, o primeiro regional e o primeiro nacional da história do Espiritismo. E, desde os 25 anos de idade, anualmente faz circuito de palestras nos Estados Unidos, com foco maior em Nova York e no estado de Connecticut, onde ajudou, como médium, a fundar, com seu amigo Marcone Vieira, o centro espírita “Caminho da Luz”, uma das maiores instituições espíritas dos Estados Unidos da América. Participa semanalmente de um programa radiofônico também nos Estados Unidos, transmitido num pool de quatro FM’s, e tem coluna permanente num jornal distribuído semanalmente em sete estados norte-americanos, incluindo Nova York, ambos do grupo “Brasileirinho”. Benjamin é médium ostensivo e operante, psicografa e dialoga diariamente com sua mentora espiritual, o espírito Eugênia, a quem viu, pela primeira vez, naquele mesmo 1988, em que deu início às suas tarefas espíritas. Tem 16 livros publicados (o “Maria Cristo”, que publica neste domingo é o 16º), sem contar aproximadamente 20 outros que tem engavetados, aguardando ocasião de serem trazidos ao grande público. Mantém, com ajuda de um grande grupo de fiéis colaboradores, uma obra de assistência social, na comunidade Santa Maria, na capital sergipana, desde janeiro de 1994, que vai da alimentação do corpo à educação espiritual de jovens e de crianças, passando pela assistência médica. Faz palestras públicas aos domingos, às 19 h e 30 min, no Centro de Convenções do Hotel Parque dos Coqueiros, o maior de nossa cidade, com impressionantes 700 a 800 pessoas, todas as semanas, com freqüente sobrelotação do ambiente, dentre elas catedráticos das mais importantes faculdades do estado e profissionais liberais de alto nível, uma verdadeira elite intelectual de pasmar para uma atividade religiosa. Benjamin também mantém, desde 2000, um site na internet, com páginas atualizadas, em todo dia útil, de sua lavra mediúnica, que o leitor pode acessar no endereço eletrônico: www.saltoquantico.com.br. Na condição de consultor existencial, recebe “gregos e troianos”, quase literalmente, em seu consultório, para aconselhamento em seus dramas de vida (tel.: 3223 3940). Felicidade e espiritualidade, com respeito à ciência e aos novos conceitos e valores da modernidade são a nota dominante da filosofia divulgada pelo conferencista internacional que se orgulha de ser sergipano e, muito embora chame atenção do mundo “lá fora”, faz questão de manter-se conectado às suas raízes, em nossa maravilhosa Aracaju, de quem o médium diz esta jornalista ser o “oráculo” de seu ”inconsciente coletivo” (“Meus sais!”).

Continue lendo

A Era Maria Cristo (*1) (*2).

por Benjamin Teixeira


No ano 431 de nossa era, aconteceu o “Concílio de Éfeso” e, com ele, a proclamação de Maria na condição de “Mãe de Deus”. Obviamente que é total despautério considerar-se alguém como mãe do Ser-Incriado. Mas o Arquétipo do “Teotokos” (do grego: “Mãe do Divino”) expressa a necessidade psicológica coletiva, na Terra dos dias atuais, de cada criatura consciente despertar, no próprio íntimo, o divino latente que precisa ser germinado, a fim de que se possa fazer canal do Divino Transcendente, o Criador, para outras criaturas, em prol do bem e do progresso gerais.

Durante os primeiros doze séculos da Era Cristã, Maria esteve nas sombras, eclipsada pela imagem Astro-Rei de Seu Filho Amantíssimo. A partir de então, porém, eclodiu movimento ímpar e irrefreável, crescente e imorredouro de culto à Virgem Santíssima.

No século XIX, com Catarina Labourré, em primeiro momento; e com Bernadette Soubirous, num segundo – as famigeradas videntes francesas da Mãe Celeste – a onda coletiva tomou proporções mastodônticas, planetárias. Em Fátima, Portugal, no início do século XX, houve um reforço significativo nesta tendência, com tons messiânicos e catastróficos, com semelhanças notáveis com as revelações cataclísmicas do célebre último livro da Bíblia: o Apocalipse. Eram os indícios, progressivamente mais claros, de um fim de ciclo e de início de um outro; respectivamente: da era cristã-paterna e da era cristã-materna.
Continue lendo

Maria Cristo.

Benjamin Teixeira de Aguiar Machado


Prezado Amigo, Cara Amiga:

Você se diz, no silêncio oculto de suas reflexões: “Não posso fazer muito, num mundo tão conturbado e cheio de solicitações amargas, pressões medonhas, carências incomensuráveis.” Talvez, porém, você esteja enganado(a), não importando a extensão ou profundidade de seus defeitos e limitações.

Neste dia 24 de julho, domingo, às 19 h e 30 min, estaremos todos reunidos, no Teatro Tobias Barreto, num grande evento em louvor à Mãe de Jesus, Nossa Mãe Maior, na condição de um Cristo, o maior Buda de todos os tempos…

Aracaju será sede de uma nova era para a cristandade, não importando se cinco mil ou cinco bilhões nos acompanharão, porque viveremos um Natal sem foco no consumo de bens materiais, nem na orgia alimentar, mas, tão-somente, no espírito de fraternidade e de amor universal entre os seres humanos.
Continue lendo

Eia Agora (*1) (*2).

Francisco Cândido Xavier
pelo espírito Emmanuel.


“Eia agora, vós que dizeis amanhã…” (Tiago, 4:13)

Agora, é o momento decisivo para fazer o bem.
Amanhã, provavelmente…
O amigo terá desaparecido.
A dificuldade estará maior.
A moléstia terá ficado mais grave.
A ferida, possivelmente, mostrar-se-á mais crescida de extensão.
O problema talvez surja mais complicado.
A oportunidade de ajudar não se fará repetida.
A boa semente plantada agora é uma garantia da produção valiosa no porvir.
A palavra útil, pronunciada sem detença, será sempre uma luz no quadro em que vives.
Se desejas ser desculpado de alguma falta, aproxima-te agora daqueles a quem feriste e revela o teu propósito de reajustamento.
Se te propões auxiliar o companheiro, ajuda-o sem demora para que a bênção de teu concurso fraterno responda às necessidades de teu irmão, com a desejável eficiência.
Não durmas sobre a possibilidade de fazer o melhor.
Não te mantenhas na expectativa inoperante, quando podes contribuir em favor da alegria e da paz.
A dádiva tardia tem gosto de fel.
“Eia agora”- diz-nos o Evangelho, na palavra apostólica.
Adiar o bem que podemos realizar é desaproveitar o tempo e furtar do Senhor.


(*1) Capítulo 119, do livro “Fonte Viva”, recebido por Chico Xavier, de seu mentor espiritual, no transcurso de 1955, portanto há 50 anos, e publicado no ano seguinte. Por motivo superior, os orientadores espirituais desejaram a publicação desta página em nosso site, em vez de eles mesmos escreverem um texto como “mensagem do dia” desta quarta-feira 13 de julho de 2005.

(Nota de Benjamin Teixeira)

Continue lendo