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por Aline Rangel. O que é ser livre? Como podemos diferenciar liberdade de permissividade, licenciosidade, desrespeito ao outro, ou ainda mero atendimento a caprichos do ego? Interessante refletir sobre este tema, à luz do pensamento de Eugênia, destacando os alertas feitos pela Mestra desencarnada a respeito do uso responsável que se pode fazer da liberdade, bem como de sua relação estreita com a disciplina. E como entender o conceito de disciplina nesta proposta vanguardista que estimula, sobremaneira, ouvir-se a voz do ideal, a voz do coração, a voz da consciência, sem se render ao que impõem as convenções humanas e suas estratégias bem elaboradas de controle e massificação? Continue lendo Benjamin Teixeira Contenta-te, querido amigo, com as falas confortadoras de teu coração bom, ao te voltares à oculta dor que te segue afligindo, no imo d’alma. Se te segreda este amigo oculto – o cerne de teus sentimentos – que sigas em teu projeto audaz de alforria do espírito, ainda que sob apupos da multidão, a fim de que descortines nova era, para ti mesmo e teus irmãos em sofrimento, engendrando, com muito custo, circunstância em que possas, não apenas tu mesmo, mas eles também, viverem em paz e desfrutarem de uma mínima expressão de cidadania, respeitabilidade pública e espaço à própria individualidade, faze de tua voz, quase solitária, nesta campanha por ora ainda vanguardista, o canto audaz, heróico e sacrificial da cotovia apunhalada, que prossegue, conquanto ferida mortalmente, em seu canto mavioso, deleitando e alimentando a alma de quantos carecem de um mínimo alento de esperança e paz. Continue lendo Benjamin Teixeira
Meu caro: Você é o titular do seu corpo e de sua mente. Cuidado com a idéia e a prática (geralmente inconsciente) do “título ao portador” – aquela pessoa que age de acordo com a influência e a conveniência do momento, da pessoa com quem esteja, da circunstância em que se encontre. Atenção também para o esquecimento da “hipoteca espiritual”: Você recebeu uma fortuna, no tesouro da vida física e todas as oportunidades que lhe são implicadas. Mas não foi um ganho. Trata-se de um empréstimo das Forças da Vida. Gastar tudo, como se pudesse um dia não dar contas do que faz é rematada expressão de loucura. (Texto recebido em 2 de julho de 2005.) |
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