Como Saber se Já nos Amamos Realmente? – Incorporação do Espírito Eugênia, realizada pelo médium Benjamin de Aguiar, ao final da palestra do dia 19 de dezembro de 2010.

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(Respostas Breves dos Espíritos 27.)

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Temas destacados:

  • O que o amor promove? (0:00)
  • A prova de que o Salto Quântico é representante de uma Nova Era. (0:50)
  • Ataques sofridos pelos que estão à frente de seu tempo – Kardec e o combate a preconceitos de sua época. (1:50)
  • A patética repreensão. (4:00)
  • O que é fazer o bem a si? (4:50) Continue lendo

Programa Salto Quântico, 18/04/09.

Programa Salto Quântico, 18/04/09.
by: vPIP
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Pergunta: Juíza Tatiany Chagas, acerca do tema “fetos anencéfalos”.

Temas abordados:

Salto Quântico: Escola de Pensamento Espiritual (Jesus – Jung – Kardec); Comunicação com a dimensão extrafísica; O Livro dos Espíritos; Allan Kardec; A Verdade e a Filosofia; Pragmatismo; Transcedentalidade; Síntese de propostas antagônicas; Prosperidade dos vínculos sociais em todos os sentidos; Física quântica e filosofia oriental; A constituição da matéria; Aborto; Nanotecnologia / Biotecnologia; Fetos anencéfalos; Evolução espiritual; Atributo das mulheres; O masculino e o feminino.

Os Três Paradigmas da Escola Salto Quântico de Pensamento Espiritual.

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia.

Nossa Escola tem três grandes filtros principiológico-deontológicos, ou, se preferirem dizer, três paradigmas filosóficos ou três crivos conceituais:

1) Jesus e Sua Doutrina eterna de Amor e perdão, justiça e devotamento ao bem comum;

2) Kardec, com sua estrutura de abordagem científica do fenômeno mediúnico e paranormal;

3) Jung e os desdobramentos ulteriores da psicologia profunda, na condução dos processos de integração e transcendência da psique, na relação com ela mesma. Continue lendo

Nova Era do Espiritismo.

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia.

Por ocasião do novo aniversário do nascimento de Kardec (*1), um ano a mais além do bicentenário, e aproximando-nos do sesquicentenário de publicação de “O Livro dos Espíritos”(*2), estamos cada vez mais imersos no segundo século da Era Espiritista. Assim como houve o segundo século da Era Cristã, nos primórdios dificílimos dos primeiros vanguardeiros da fé em Jesus, igualmente atravessamos crises diversas, nós que, encarnados ou desencarnados, somos profitentes da Terceira Revelação, como assim foi chamada a Codificação Kardequiana.

Cabe-nos a responsabilidade de arrotear o terreno das mentes e das almas, para a humanidade adentrar o Terceiro Século da Era Espiritista. Deve haver reformulação de idéias, de valores, de modos de abordagem, de linguagem, como asseverou o ínclito codificador, assessorado pelas inteligências superiores que o conduziam da outra dimensão de vida, afirmando o Espiritismo ser fadado a se reformular continuamente, assimilando novos conhecimentos e descobertas científicas, acompanhando o amadurecimento da cultura e da psique coletiva.
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Diálogo sobre Allan Kardec, em seu Bicentenário de Nascimento.

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia.

Eugênia, 200 anos de renascimento de Kardec, no plano físico. Teria algo a nos dizer sobre isso, além de sua linda “Oblação a Kardec” (*1)?

Sim, que cada um deve fazer sua parte, no drama da expansão das idéias espíritas sobre a Terra. Somos partidária da tese de que o Espiritismo será disseminado não propriamente pelo aumento do número de seus prosélitos, mas sim, pela expansão e aprofundamento das idéias kardequianas e espíritas no seio da mente popular. Não se trata de uma cruzada de “conversão dos infiéis”, à moda clássica de todas as guerras santas, de todos os tempos e culturas. A modernidade tem mostrado, com os horrores do terrorismo, aonde pode levar o fanatismo religioso. O Espiritismo constitui uma das veias fundamentais de evolução do pensamento humano na Terra, conjugando ciência e religião, razão e fé, numa filosofia de vida pragmática, bem à feição de mente coletiva de hoje. Hollywood já atesta isso, com os filmes de temática espírita, alguns deles com acerto impressionante, na retratação fidedigna de fatos espirituais (*2).

Há alguma relação, então, entre a obra de Kardec e o movimento de Nova Era, nos Estados Unidos, que parecem ter raízes completamente distintas?

Há, e muita. Se fizermos uma rápida reportação história, recordar-nos-emos de que as idéias de Kardec rapidamente atravessaram o Mar da Mancha e, depois de profundamente enfronhado na sociedade inglesa, chegou aos Estados Unidos, na região conhecida por Nova Inglaterra (*3). Como, todavia, a resistência cultural foi grande, naquela tradicionalista comunidade puritana, muito semelhante à britânica, naturalmente migrou para a terra dos pioneiros, o oeste norte-americano, onde, na Califórnia, hoje se situa, mais estabelecido, o movimento Nova Era. Obviamente que, após tantas migrações, e no transcurso das décadas, seu desencadeador original se perdeu, consociado à forte natureza etno-cêntrica, anglo-cêntrica dos povos anglo-fônicos, que não costumam aceitar contribuições diretas de indivíduos componentes de outras culturas. Continue lendo

Oblação a Kardec.

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia.

Hippolyte Léon Denizard Rivail, mais conhecido por seu pseudônimo, Allan Kardec, nasceu a 3 de outubro de 1804. 200 anos exatamente passados da efeméride basilar do Espiritismo, a par da publicação de “O Livro dos Espíritos”, não poderíamos silenciar ante seu bicentenário de nascimento, para os proscênios da Terra.

Grande gênio do mundo invisível, que tinha aportado ao mundo, à época de Jesus, na condição de seu discípulo e apóstolo Tomé, retorna ao plano físico de vida, no momento exato em que a ciência materialista atingiria seu ápice, coincidindo sua vida adulta com o clímax do positivismo, poderoso movimento filosófico-científico de caráter duramente materialista. Era o cepticismo de Tomé, entanto, desta vez, a serviço da fé das multidões, pelo único meio que seria possível, dali por diante: a razão.

Não acidentalmente, Kardec publica a obra fundamental do Espiritismo, “O Livro dos Espíritos”, em 1857, dois anos antes de Charles Darwin trazer a lume o seu clássico: “Da Origem das Espécies”, apresentando, porém, uma tese evolucionista bem mais completa que a de Darwin, estendendo a questão do desenvolvimento dos organismos e das espécies, para o nível espiritual.

Em meio ao frisson das grandes casas reais e dos salões mais refinados da Europa, incluindo, além-mar, as fechadas reuniões na Casa Branca, o Espiritismo se espalhou como fogo de rastilho, em seus aspectos fenomenológicos apenas, todavia. Foi a grandiosa mente do mestre lionês, entrementes, que deu embasamento, um corpo de doutrina, um conjunto de idéias e de pensamento, uma forma de pensar, um modo de ser, na relação com os fenômenos mediúnicos, que nunca se poderá esquecer, que constituirá, para toda a história da humanidade, um marco indelével da evolução do pensamento e da cultura humanos. Continue lendo