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Ilustrações:
“The Great Zegfeld”, “Elizabeth, The Golden Age” e pergunta de Rita Trindade, PhD em Microbiologia. Temas abordados: “Ou somos algo mais, ou não somos nada.”; Focar o feminino; Intuição; Luz e trevas; A beleza não está só na aparência; Busca de amor e reconhecimento; Homossexualidade;Dimensão física e extrafísica; Física quântica; Princípio da complementaridade onda-partícula; Micróbios das dimensões física e extrafísica; Infecções no perispírito; Psiconeuroimunologia; Fanatismo; Alinhamento da consciência com Deus; Ouvir a foz de Deus dentro de nós mesmos; Ouvir a voz do coração. por Aline Rangel. A questão da homossexualidade tem sido abordada pelos mentores do Salto Quântico em diferentes mensagens, que trazem, cada uma delas, aspectos diversos, sutilezas, complexidades, a fim de que ampliemos nossa concepção do humano, compreendendo de forma mais acurada uma de suas manifestações: o campo da sexualidade. Ao discutirmos este tema, portanto, estamos fazendo mais do que defender uma causa, ou uma minoria: refinamos o conhecimento que temos de nós mesmos, sejamos heterossexuais, homossexuais, bissexuais… Não nos definimos, exclusivamente, pela orientação sexual, assim como não o fazemos pela profissão, pela raça, pelo corpo feminino ou masculino com que estejamos vivendo esta experiência atual. É absolutamente incompreensível que um ser humano seja discriminado, maltratado, agredido verbal e fisicamente, ameaçado, repudiado, por conta do interesse sexual que sinta e manifeste por pessoas do mesmo sexo, ou pela necessidade que tenha de modificar o próprio corpo por não se identificar com o mesmo. Não há, como brilhantemente expôs o espírito Roberto, em recente artigo publicado neste site (1), nada que justifique a homofobia. O alerta gravíssimo é que qualquer um de nós, por mais abertos ou esclarecidos que sejamos, podemos ser vítimas ou autores de comportamentos homofóbicos em pleno século vinte e um… Continue lendo pelo espírito Eugênia,
Intróito: Eu mesma pedi ao prezado companheiro encarnado publicasse algumas das correspondências eletrônicas trocadas por ele e seu atual consorte, na rede social da internet mais utilizada no país: o Orkut (com ínfimas alterações). Nada acontece por acaso, em termos de publicações daqueles que agem sob nossa influência. As postagens finais de nosso porta-voz e de seu companheiro-alma-gêmea esclarecem, por fim, o motivo de havermos feito esta solicitação. Sonhos existem? As pessoas podem ter esperança e ser otimistas sobre o futuro? A felicidade acontece apenas em filmes ou em romances, na ficção, e nunca na realidade? Bem… é sobre isso, basicamente, que trata esta maravilhosa atividade epistolar dos filhos queridos, e, nas entrelinhas do dito, como também expressamente ao final, os próprios missivistas lecionam como fazer para o amor surgir, e não só brotar, como florescer e se fazer pujante e eterno, qual representação viva do Hálito Divino que a todos nos envolve, permeia e conduz em direção à perfeita felicidade, em faixas ditosas de consciência. Mãe e irmã em Cristo, Eugênia. Aviso: Caso não seja possível a execução do vídeo dentro do seu navegador de internet, sugerimos o download do mesmo, para que ele seja reproduzido a partir de seu computador. O tempo de download é equivalente ao necessário para carregá-lo completamente aqui em nosso site. Para tanto, basta clicar com o botão direito na imagem acima, selecionar a opção “Salvar destino como” (ou “Salvar URL como”, ou ainda “Salvar link como”), definir onde o vídeo deverá ser salvo e aguardar até que o download se complete. Equipe Salto Quântico. Em considerando: 1) A significativa preocupação da Espiritualidade Superior com 700 milhões de pessoas, em todo o planeta (10% do contingente populacional completo do orbe), que vivem em regime de penúria social, cultural e psicológica, reprimidos e condenados gratuita e injustamente em toda parte, mesmo em meios religiosos, século sobre século; Continue lendo
10% das populações são gays. Logo, muitas das que você tem como héteros são homoafetivas – talvez muito próximas de você –, e não se sentem à vontade para se apresentar como são, tamanha a perseguição a que se vêem submetidas, desde sempre e em toda parte. Você contribui para isso?
Benjamin Teixeira (Esta narrativa encerra a série dos artigos publicados nos dias 26 e 30 de dezembro de 2008.) Estávamos no ano de 2002. Atendi ao telefonema eu mesmo (*). Era uma amiga querida, entre os muitos que nutri, no correr de anos, nesta obra de redenção das multidões (mormente por meio da televisão – e pelos méritos morais do grande Espírito Sophia, não por qualquer mérito pessoal meu). – Olá, Bernardo. Estou sofrendo um drama terrível há muito tempo, e não me sinto à vontade sequer para falar pessoalmente com você, preferindo correr o risco de tocar em tema tão delicado ao telefone mesmo. Mãe controladora e dissimulada, funcionários sem caráter demitidos. Benjamin Teixeira O padre Rafael começou a digitar, celeremente, carta ao jovem de 20 anos, perseguido por estar muito próximo e se mostrar publicamente acompanhado de um intelectual famoso e prestigiado da sociedade, de natureza homossexual, componente da sua comunidade paroquiana. Ao fim das palavras abaixo anexadas, o maduro e atualizado sacerdote encerrou a missiva eletrônica, remetendo-a para o e-mail do jovem sob seus cuidados, que o procurava, sistematicamente, a tratar do assunto delicado para sua rotina. Lançando mão, irresponsavelmente, das ferramentas da calúnia e de cenas de escândalo, na porta da igreja (por Rafael proteger a relação de intimidade entre os dois), os detratores, não só tentando denegrir a imagem do intelectual decente, como envolvendo o nome da igreja e do Anjo Protetor da congregação (que era cultuado nas esculturas de Santa Felícia, espalhadas por toda a nave), acabaram por inflamar a parte mais severa do sacerdote estóico e corajoso: Continue lendo
“Também os escribas, que haviam descido de Jerusalém, diziam: ‘É pelo príncipe dos demônios que ele expele os demônios.’ Mas, havendo-os convocado, dizia-lhes em parábolas: ‘Como pode Satanás expulsar Satanás? Pois se um reino está dividido contra si mesmo, não pode durar. (…)’”
por Benjamin Teixeira
Já se combateram, com base na Bíblia, até afirmações elementares da Geologia, como não ser a Terra o centro do universo. Cientistas e revolucionários foram mortos, por religiosos blasfemos que diziam estar assim agindo em nome do Ser Todo-Amor. A exegese de textos sagrados é complexa, e demanda meditações cuidadosas, para que, como no passado, não continuemos condenando em nome de Deus – o que, lamentavelmente, prossegue acontecendo largamente.
Benjamin Teixeira
1700. Homossexuais são aberrações vivas, abominações diante de Deus, que precisam ser extirpadas, por meio de fogueiras ainda acesas, pela Inquisição, em países como Portugal. Lisboa é a capital mundial do terror gay…
1800. O Código Napoleônico declara que homossexuais têm direito de se manifestar, sem serem tratados como criminosos. Podem ser depravados, mas devem ter protegida a liberdade para expressar sua devassidão. Paris se torna a primeira grande meca gay da modernidade.
1900. A psicanálise freudiana assevera: homossexuais não são delinqüentes, nem devassos, mas sim doentes que não prescindem de tratamento. Dêem-lhes clínica e não presídios. Viena se torna o grande manicômio simbólico dos per-vertidos (*) da sexualidade.
Se a homossexualidade fosse contra a natureza, ou seja, contra as leis de Deus, não haveria entre animais. Mais de 400 espécies de animais observadas por recente estudo etológico britânico apresentam conduta homossexual, em muitas delas, inclusive, apresentando-se predominante em relação à heterossexualidade. Animais não têm vícios, maldades, perversões ou safadezas. Seguem, cegamente, os instintos, que são as leis da Natureza, diretamente transmitidas por Deus aos reinos animais, por Seus desígnios sacrossantos. Opor-se, portanto, à homossexualidade é opor-se à Vontade de Deus. Aliás, não é novidade que os meios religiosos pretendam, em nome da fé, impor freios ao natural. Uma total adulteração dos propósitos genuínos da religião e da espiritualidade. Evolução nada tem a ver com repressão, como tão bem afirma a Psicologia. Reprimir é o mais rápido caminho para a perversão e toda forma de patologias psíquicas e comportamentais. Gustavo Henrique. |
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