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Benjamin Teixeira Você se traiu, caiu de novo, no âmbito de uma disciplina elementar. Já se havia prometido não quedar, e se flagrou, novamente, na descida ominosa. Culpa-se, lamenta-se, entristece-se. Seria esse, porém, o caminho certo de reflexão em torno da fraqueza que descobriu em si?Será que não seria momento de reavaliar sua filosofia de trabalho e mesmo suas metas? A queda tem uma conotação divina, por incitar a criatura a repensar o que, de outra maneira, nem sequer cogitaria questionar. Evidentemente que há princípios em que se deve perseverar até o fim, ainda que sempre falindo. Entretanto, ainda nestes casos, uma mudança de postura, de auto-imagem, de critérios relacionais, de humildade e prioridades existenciais podem estar sendo ofertados para aquele que se percebe em deslize. Chorando de tristeza do fracasso, prepare a ventura do sucesso. Se está embaixo, que lhe impede sonhar com as alturas? Por que não se motivar com um projeto ainda mais ousado, muito embora com bases no viável? Por que não tentar de novo, e de novo, e sempre? Se o assunto é o capítulo básico de seu amor, de seu ideal, de seus princípios, nunca deverá se deixar obstar, por motivo algum, faltem dinheiro, colaboradores ou oportunidades. Gere-os, quando não os tiver, e espere por eles trabalhando no sentido de realizar o possível, todos os dias um pouco, em direção do seu objetivo, e o tempo mostrar-lhe-á quanto valeu a pena persistir. Continue lendo |
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