Para ser Feliz.

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia.

Não espere ser feliz, dentro de esquemas pré-estabelecidos pela mídia, pela cultura de seu ambiente social, pelas expectativas familiares, nem mesmo pelos seus sonhos de juventude. Mantenha a mente aberta. Normalmente, a ventura adentra a vida do indivíduo, pelas portas do complexo, do inesperado, do completamente inusitado. Se você se prende a modelos fixos, fechados e atrelados ao passado, não se poderá abrir para o futuro, com toda a sua gama infinita de possibilidades de acontecimento.

Para ser feliz, considere alguns tópicos essenciais:

1) atender aos apelos de sua intuição, como caminhos singulares de vida a seguir;

2) ouvir os reclamos de seu coração, como necessidade de viver o aconchego familiar, sejam parentes biológicos ou amigos muito próximos a comporem seu ninho de ventura;

3) dar cobertura às exigências do ideal, como rota de realização de sua missão pessoal, em relação a tarefa específica ou modo específico de realizá-la que lhe assinala a passagem pela Terra;

4) aprender o máximo possível, sobremaneira nas áreas em que sua alma lhe pede conhecimento;

5) viver o amor solidário, fraterno e universal, da forma mais ampla e profunda que estiver ao próprio alcance.

Fazendo desta cartilha uma lei permanente de conduta em sua vida, esteja certo: atingirá um nível de felicidade, paz e excelência que nem de longe pode hoje conceber.

(Texto recebido em 16 de outubro de 2004.)

Toldado de Tristeza.

 Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eustáquio.

Toldado de tristeza infinita, deixas-te envolver pelo fio do desencanto, capitulando, derrotado.
Amargas difícil situação, sentindo-te sobrecarregado de compromissos, com a família grande que diriges. Imaginam-te galardoado com favores da sorte, cercado de benesses e facilidades. Segues, porém, em silêncio e sozinho, no esforço gigante da realização, enquanto muitos usufruem do teu empenho, pelo que te felicitas.

Emerge, todavia, agora, do pântano de profundo desgosto a que te confias. Porque se hoje te alojas no charco da descompensação, recebendo muito pouco pelo que muito dás, do Plano Superior luzes maiores virão para ti, acalmando-te e confortando-se a alma onerada e triste.

Hoje, és revel da sorte, distribuindo o que não tens, para que outros possam sorrir. Padecendo no paraíso, como se diz das mães, no aforismo popular, és vanguardeiro de uma era futura, de ventura e paz, em que tu também poderás ser feliz.

Aguarda, contudo, o momento da justiça e do resultado de teus atos de homem de bem. Ainda agora não estás só. Olha em volta e percebe: estamos aqui!… estamos aqui!…

(Texto recebido em 9 de setembro de 2004.)

O Paradoxal Medo de ser Feliz.

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia.

Já ouviu falar em medo de ser feliz? À primeira vista, parece um total contra-senso, uma conduta típica a pessoas doentes ou dementes. Todavia, por mais estranho que se afigure, num primeiro exame, é comum e bem presente em pessoas consideras normais, já que constitui um paradoxo curioso, peculiar à mente humana, compreensível, desde que partamos das premissas certas, a respeito do funcionamento basilar da mente humana.

A mente existe para criar, em seus intrincados mecanismos, além de assimilar, associar e gerar dados novos, bem como reintegrá-los dentro de um esquema de valores, verdade e significado previamente construído, para que não haja um colapso de toda a sua estrutura, que, numa medida pequena, provocaria uma crise existencial, e em proporção maior, promoveria a ruptura com a realidade, nos processos de fragmentação da psique conhecidos por psicoses, ou, popularmente falando: loucura. Assim, por precisar engendrar, continuamente, coerência, conforme pressupostos constituídos anteriormente, a mente acabar por condicionar a filtragem da realidade, distorcendo percepções, quanto possível, para ajustá-las ao conjunto de informações, ilações e paradigmas já configurados na mente. Se, neste arcabouço pré-existente, houver algo como uma crença de que não se pode ser feliz, o indivíduo fará tudo, inconscientemente, para confirmar este princípio, por mais absurdo ou contraditório ele for com suas próprias expectativas de bem estar e felicidade que albergue em seu coração. É que, acima de tudo, a mente visa a intuir e interagir com a “verdade”, concorde seu nível de entendimento do que seja esta “verdade”, mesmo que, em última análise, seja uma grande mentira.

Diante disto, prezado amigo, faça agora uma pausa em suas reflexões, e analise-se cuidadosamente: você acredita em felicidade? Você acredita que Deus possa ser infinita bondade? O Cosmo, em nome do Criador, sempre respeitará suas escolhas e opiniões, porque são elas tidas como parte inviolável de suas prerrogativas como ser senciente. Na Terra, saiba de antemão, ante o baixo grau de consciência espiritual e mesmo de maturidade psicológica de seus habitantes, numa era de primarismo social, político, cultural, filosófico e religioso, poucos são aqueles que acreditam sinceramente que possam merecer ser felizes, e fomentar, com isso, a felicidade de seus irmãos em humanidade.

De modo algum, com isso, estamos propondo uma perspectiva egóica, narcísica, e, muito menos, hedonista e materialista de enxergar o mundo. Quando falamos em felicidade, aludimos a estados de espírito de paz, realização profunda das vocações e dos ideais do indivíduo, de partilha sincera e harmônica com seus semelhantes e, principalmente, de grande sentimento de amor e devotamento a Deus.

(Texto recebido em 8 de agosto de 2004.)

Aviso:

Além desta mensagem, correspondente a esta segunda-feira, 9 de agosto, duas mensagens foram disponibilizadas neste site, como sendo do fim de semana, curtas e interessantes. Se você quiser lê-las, pode fazê-lo clicando em “mensagens anteriores” (à esquerda e no alto da interface do site) e selecionando-as.

Sopros de Sabedoria – 19 (*).

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia.

Você tem muitos motivos para ser feliz:
Se você come manuseando os talheres com suas próprias mãos, e ainda tem o que comer;
Se você anda com os próprios pés, e ainda tem trabalho para onde se dirigir, diariamente, bem como amigos e família para visitar nos fins de semana;
Se você tem cérebro saudável e todas as bibliotecas do mundo para pesquisar e ler, e ainda todos os planejamentos criativos de vida que pode fazer;                                                                                                                                              Se você tem uma fé – qualquer que seja – tanto é que me lê neste momento, você é um felizardo e eu o(a) parabenizo, congratulando-o por ser tão feliz, embora mui provavelmente nem se dê conta de quanto.

Certamente apresentei, tão-somente, uma undécima parte das enormidades de bênçãos em sua vida por que pode se sentir grato(a) e bem-aventurado(a). Não preciso citá-las, mas você deve enumerar para si mesmo(a), a fim de que possa ter consciência de sua própria fortuna e saber que você, de fato, é um(a) abençoado(a) de Deus, protegido(a) por Seu infinito amor, por toda parte.

(Texto recebido em 27 de julho de 2004.)

(*) Nos próximos dias 2, 3 e 4 de agosto, Benjamin Teixeira estará proferindo duas palestras e realizando um seminário na cidade de São José do Rio Preto, São Paulo. Se você desejar obter mais dados a respeito, telefone para: (17) 236 1208; (17) 3217 9078 ou (17) 9774 8465.