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Ilustrações: “The Great Zegfeld”, “Elizabeth, The Golden Age” e pergunta de Rita Trindade, PhD em Microbiologia. Temas abordados: “Ou somos algo mais, ou não somos nada.”; Focar o feminino; Intuição; Luz e trevas; A beleza não está só na aparência; Busca de amor e reconhecimento; Homossexualidade;Dimensão física e extrafísica; Física quântica; Princípio da complementaridade onda-partícula; Micróbios das dimensões física e extrafísica; Infecções no perispírito; Psiconeuroimunologia; Fanatismo; Alinhamento da consciência com Deus; Ouvir a foz de Deus dentro de nós mesmos; Ouvir a voz do coração. Temas abordados: Trecho da entrevista com Benjamin Teixeira no Programa Plantão Alagoas. Benjamin Teixeira
A natureza de código de crença de diversos conceitos do cânone científico convencional é óbvio. Aqui estamos nós para tratar de algumas falhas estruturais do código de fé cientificista-materialista-ateu (*1). A paleontologia revela, pelo estudo dos fósseis, a ocorrência multimilenar de um processo de complexificação progressiva dos organismos, das espécies mais primitivas às mais desenvolvidas. Assim, a evolução filogenética é um fato. No século XIX, porém, à falta de outro argumento para justificar esse processo, sem a interferência de fatores inteligentes, criou-se a estapafúrdia e tola teoria da seleção natural. Ninguém discute que, em certa medida limitada, a seleção natural compõe os processos de triagem de biótipos, em função da sobrevivência dos melhores. Mas, por meio dela justificar-se toda a intrincadíssima teia de criação da natureza, com sua biodiversidade assombrosa, e, principalmente, seu evidenciado espírito de propósito, no sentido de gerar seres sucessivamente mais desenvolvidos é, a dizer por baixo, estúpido. | ||||
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