Estudo sobre a Paixão.

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Anacleto.

Um jovem amigo pediu-me para conversar com o Grande Mentor. De fato, esse é hábito que não me apraz atender, mas Anacleto aceitou entabular a conversa, dizendo querer aproveitá-la para a coletividade, publicando-a, já que o tema era motivo de angústia para expressiva parcela da população.

Por meio da psicografia, conversamos com ele. Transcrevia as indagações do rapaz, e, logo em seguida, o mestre me transmitia sua resposta, digitada ao computador.

Como sempre, Anacleto, em sua concisão sábia e direta, deu, em poucas palavras, uma fantástica lição de como lidar com as paixões, indicando os pontos principais, a saber: suas origens reais e os meios práticos de se lidar com a situação.

(Nota do Médium) Continue lendo

Comentários de Eugênia ao Capítulo IV de “O Evangelho segundo o Espiritismo”: “Ninguém Poderá Ver o Reino de Deus se Não Nascer de Novo”. (Parte 2)

(Continuação do texto Comentários de Eugênia ao capítulo IV de O Evangelho segundo o Espiritismo”, anteriormente publicado neste site.) (*)

Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia.

7. Como vê, amigo, a modernidade lhe favorece uma espécie de catalisador evolutivo, ao exigir maximização do aproveitamento de oportunidades, para uma mais eficiente elaboração íntima de qualidades, em resposta às solicitações do mundo externo. Isso porque, como os indivíduos, também as coletividades evoluem. E quem não acertar o passo com os ritmos de evolução do planeta pode ser dele degredado para um mundo menos desenvolvido, como inúmeras revelações mediúnicas, desde o século XIX de nossa Era, alertam estar para acontecer brevemente. Continue lendo

Comentários de Eugênia ao Capítulo IV de “O Evangelho segundo o Espiritismo”: “Ninguém Poderá Ver o Reino de Deus se Não Nascer de Novo”. (Parte 1)

Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia.

1. Deus é Infinita Bondade. Isto não se pode negar. Logo, não poderia enviar nenhuma de Suas criaturas para o suplício perpétuo, como preconizado pelas antigas religiões cristãs. Mas Deus é Justiça e deve, sim, permitir que cada um sofra as conseqüências de seus maus atos, não para ser punido propriamente, mas para se emendar. A justiça punitiva é considerada, há muito tempo, como uma abordagem primitiva de Direito e Moral, por jurisfilósofos humanos, que propugnam pela existência de um sistema carcerário reeducativo, que reintegre o indivíduo ao organismo social. E se o ser humano pode fazer uma interpretação misericordiosa como esta, a respeito da complexa temática da justiça, como o Ser Supremo do Universo estaria num nível inferior de avaliação, sentenciando Seus próprios filhos à condenação eterna? Continue lendo

Comentários de Eugênia ao Capítulo II de “O Evangelho segundo o Espiritismo”: “Meu Reino Não É deste Mundo”.

Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia.

1. O pensamento de Jesus tem vários níveis simultâneos de significado, como ocorre a textos deveras profundos. Os evangelhos, em particular, entre os textos sagrados da humanidade, são os que mais apresentam tal característica sublime. A linha exegética pode tomar feição sociológica, histórica, literária, psicológica, assim como um tom pragmático pode ser decodificado, no sentido de infundir uma melhoria significativa no nível de bem-estar humano. E, em todos estes âmbitos ou sistemas interpretativos, várias camadas de grau de dificuldade e complexidade do tema podem ser desdobradas, para assombro dos mais Continue lendo

Comentários de Eugênia ao Capítulo I de “O Evangelho segundo o Espiritismo”: Não Vim Destruir a Lei.

pelo espírito Eugênia.

1. Leis naturais que funcionam em um certo nível de organização da matéria e do domínio biológico amiúde não têm validade em outro. É assim que, por exemplo, no que tange ao plano meramente físico, impera a segunda lei da termodinâmica, denominada entropia, que afirma que tudo tende à desordem progressiva. Quando se avança para o campo dos seres vivos, acontece o inverso: tudo se encaminha para níveis progressivos de maior complexidade, de mais intrincada organização, como a evolução dos seres vivos atesta, conforme a própria civilização humana o demonstra. Este princípio, diametralmente oposto ao da entropia, podemos denominar de sintropia ou neguentropia. E se tal relativismo existe no campo das leis naturais que regem os fenômenos físicos, o que poderemos esperar exista e de fato encontrar de perspectivismo e de ambigüidades na complexíssima e altamente subjetiva esfera das experiências, valores e princípios morais humanos? Continue lendo

Nove Estações de Reflexão (*1).

Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia.


Primeira estação: a fé.
A fé não é uma abstração, mas um fato. A Divina Providência nos cerca por todos os lados, por miríades de fenômenos, circunstâncias, inspiração… Atentemo-nos às sutilezas do caminho, e nos daremos conta de que já estamos sendo envolvidos e abraçados por Deus. Quando encarnados, freqüentemente nos esquecemos desta realidade fundamental, com alto custo em forma de angústia, vazio, tristeza e desnorteamento.

Segunda estação: companhia e assistência dos guias espirituais.
Nunca estamos sós. Temos orientadores em planos superiores de vida, como representantes da Divina Providência, desencarnados ou encarnados, próximos ou à distância, que contactamos pessoalmente, por meio de livros, páginas eletrônicas da rede mundial de computadores, da televisão, ou através da mediunidade, nossa ou de outras pessoas, o mesmo se dando entre os desencarnados. Mentores de freqüências mais elevadas interpenetram-se-nos no campo psíquico, enxertando-nos sentimentos, idéias e valores novos. Precisamos saber buscar as companhias mais adequadas ao nosso crescimento, à nossa paz. Somos nós, como centro decisório em nossas próprias vidas, que estabelecemos as opções de sintonia mental. Alguns preferem a sintonia da obsessão – do medo, do desânimo, do tédio, das paixões mesquinhas, como o ciúme, a inveja, a ganância, a ira. Outros, todavia, preferem o otimismo, a esperança, a fé. Busquemos a voz de nossa consciência, consociada à da razão, para que descubramos, pelos filtros da fé, do ideal e do bom senso, a voz dos nossos guias de esferas mais altas de vida.
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