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(Um relato de experiência de quase-morte e a conquista da fé.) por Benjamin Teixeira.
Até hoje, a visão mais bela, profunda e espiritual do Amor Divino tem-me sido a enunciada pela preclara mentora espiritual Eugênia. Ainda em 1989, acordei na calada da madrugada, certa vez, semi-incorporado, com a mestra desencarnada a me dizer não me preocupasse com o contexto de problemas que enfrentava na época, já que “Deus é Infinita Bondade”, e, por conseguinte, tudo se resolveria ao tempo certo. Em 1996, pela primeira vez, a orientadora espiritual aludiu ao universo como sendo o útero da Maternidade Divina, estando todas as criaturas imersas no “líquido amniótico” de Sua Infinita Bondade. Ela verbalizava sempre este conceito, sobremaneira quando em prece, falando do arrebatamento, do êxtase, do estado de graça que demonstrava vivenciar, pelas ondas de luz branca a se exalarem de todo seu ser, com o olhar fixo no infinito, qual se contemplasse visões miríficas, prenhe do sentimento de entrega, devoção e enlevo. Benjamin Teixeira Eugênia, deseja provocar algum assunto em particular? Sim. As experiências de quase-morte. Que ótimo, Eugênia. Esse assunto é fascinante, e não vejo vocês falarem muito sobre isso, nem na literatura espírita clássica. Exatamente. É mais ou menos desse assunto, dessa linha de raciocínio que gostaria de expender minhas opiniões. Sem dúvida. É isso que noto. Apesar de a esmagadora maioria daqueles que passam por EQM’s não serem ases de espiritualidade e amor ao próximo, tiveram experiências bem positivas além-túmulo, contraditando o padrão dos relatos mediúnicos da literatura espírita clássica, que apresenta um pós-mortem bem mais amargo. Continue lendo |
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