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Temas abordados: Imortalidade. Ego. Felicidade. Caprichos. Transcomunicação Instrumental. Desígnios Divinos. Renúncia. Mediunidade. Fraternidade. Aristocracia Intelecto-moral. (Correspondência do Padre Rafael – 22.) Benjamin Teixeira Triste, ao perceber o perigo da postura fria e distante de um discípulo cheio de melindres – que se julgava injustiçado quando justamente repreendido –, mas sem poder intervir, porque chegada a hora do livre-arbítrio pessoal do pupilo, Padre Rafael recebeu, do subido anjo que o inspira mais diretamente e lhe notou a tristeza, a fala que lhe ecoava à acústica mental, dúlcida e ternamente, com o infinito amor que Santa Felícia exalava, em suas comunicações diretas com o sacerdote abnegado: “Querido Amigo: Jesus nos disse que não veio trazer a paz à Terra, mas a espada; que poria irmãos uns contra os outros, e que, dentro de uma mesma casa, haveria divisão. Sua avaliação é judiciosa ao entender que, pela questão da sintonia com o ideal, seu querido protegido pode se colocar em perigo, se não quiser compreender a necessidade de respeito à hierarquia, à ordem na realização conjunta do Bem. Continue lendo Benjamin Teixeira pelo espírito Eugênia. A história da donzela que, encastelada em torre-prisão, se utiliza dos próprios cabelos, a fim de, com eles, crescidos ao infinito e entrelaçados em tranças gigantescas, permitir a subida de seu amado-salvador, é um pouco a história de todos nós, que, aprisionando-nos na torre de idéias absurdas, ilusões, medos e dúvidas, não nos deixamos visitar pelo Eu Superior. O ego, nesta fábula, é representado por Rapunzel, passiva e triste, que, todavia, mantém o ideal persistente de tecer longas tranças, para que seu libertador se aproxime. Numa situação aparentemente desesperadora, em que muitos desistiriam completamente de lutar, ela persiste, impertérrita, na espera do seu amado, mas uma espera laboriosa, mesmo que em labor aparentemente sem qualquer poder para resolver seu problema, pois que, no final da história, constituirá este o meio pelo qual tudo se solucionará. Continue lendo por Aline Rangel. Em recente mensagem publicada neste site (*1), a mentora espiritual Eugênia apresentou um estudo sobre “Ego e Transpessoalidade”, extremamente rico e complexo em sua abordagem do funcionamento psíquico humano. O destaque feito pela grande mestra desencarnada, a respeito das racionalizações e dos constructos-efeitos do ego – que, se não compreendidos e canalizados para o bem, tornam-se obstáculos ao crescimento e vivência genuína da felicidade –, aponta caminhos e exercícios importantes para que nos desidentifiquemos dos interesses puramente pessoais e nos tornemos mais lúcidos e integrados. Continue lendo Benjamin Teixeira, em diálogo com o espírito Eugênia. (Eugênia) – Creio que possamos começar com a carta a seu amigo de Maceió. (Benjamin) – Que ótimo, Eugênia! Obrigado! Estava esperando que você atendesse ao pedido dele, no que concerne à consulta feita na semana passada, por meu intermédio. Benjamin Teixeira, (Benjamin) – Querida Eugênia, em nossa palestra para hoje, escolhemos, sob inspiração de sua equipe, tema que confronta ego e transpessoalidade, em pares de fatores psicológicos semelhantes, na função imediata, mas muito diferentes nas motivações profundas, como: a segurança da arrogância presunçosa e a convicção da fé sincera e bem fundamenta. Teria algo a nos falar a respeito? Quero dizer: o que nós, seres humanos, podemos fazer, no sentido de desenvolver a autoconfiança, sem resvalarmos para os desatinos do ego e suas mil armadilhas disfarçadas, como muito bem exarado no ditado bíblico: “Vaidade, vaidade – tudo não passa de vaidade”. Continue lendo | ||||
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