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(Diálogo com o Espírito Eugênia.) Benjamin Teixeira, (Benjamin) – Adorada Eugênia, estou sentindo que devo travar um diálogo com você sobre o tema da palestra de hoje, o badalado, ultimamente, tema das “Crianças Índigo e Cristal”. (Eugênia) – Sim, devemos. Podemos começar agora mesmo. (B) – Tem fundamento esta persistente coqueluche em torno deste assunto, em princípio com ares meio psicodélico e supersticioso: “Crianças Índigo” e “Crianças Cristal”? Continue lendo Benjamin Teixeira “O anjo disse-lhes: ‘Não temais. Eis que vos anuncio uma boa nova, que será alegria para todo o povo: hoje nasceu, na cidade de Davi, um Salvador, que é o Cristo Senhor. Isto vos servirá de sinal: achareis um recém-nascido envolto em faixas e posto numa manjedoura’. E, subitamente, ao anjo se juntou uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus e dizia: ‘Glória a Deus, no mais Alto dos Céus; e, na Terra, paz aos homens, objetos da benevolência divina’.” (Evangelho de Lucas, 2:10-14)
Quando Nosso Senhor Jesus aportou à Terra, encontrou um planeta primitivo, em que as noções de Direito ainda engatinhavam, na Roma dos Césares; onde a filosofia havia tido seus primeiros albores verdadeiros há poucos séculos, na Grécia Antiga da acrópole ateniense; e em que as mais significativas realizações do Espírito haviam sido esboçadas, como mera possibilidade, nos seus primeiros bruxuleios de teoria espiritual, poucos séculos antes também, nas místicas Índia e China das figuras históricas de Buda, Lao Tsé e Confúcio, quanto do vulto mitológico de Krishna. Continue lendo Benjamin Teixeira “A aparição daquela estrela os encheu de profunda alegria. Entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe.” (Mateus, 2: 10-11) Quando encontramos o caminho da verdade, a verdade pessoal que a cada um nos afeta, sentimos o coração repletar-se de alegria, uma alegria indescritível, mas que nos cala fundo, fazendo-nos sentir haver encontrado o propósito da vida. Ao perceber esse caminho vocacional, não devemos tergiversar ao impulso de seguir o chamado de Deus e, seguindo a Luz da paz e da alegria que são sinais do Criador para nossas almas, adentremos a “casa” das edificações seguras, da realização do melhor: esse da vocação que sabemos traduzir a razão de estarmos vivos, de estarmos numa dada encarnação física. O nosso ideal pode ser menino como o Jesus-bebê, mas, se colocarmo-l’O nos braços de nosso devotamento, qual a Mãe Mística Maria, lograremos o êxito esperado de ver nosso Jesus-Menino-interior convertido em Cristo-Salvador.
(Marcos, 2:3-5) Continue lendo |
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