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Benjamin Teixeira “Ao chegar perto da porta da cidade (de Naim), eis que levavam um defunto a ser sepultado, filho único de uma viúva; acompanhava-a muita gente da cidade. Vendo-a o Senhor, movido de compaixão para com ela, disse-lhe: ‘Não chores!’ E aproximando-Se, tocou no esquife, e os que o levavam pararam. Disse Jesus: ‘Moço, eu te ordeno, levanta-te.’ Sentou-se o que estivera morto e começou a falar, e Jesus entregou-o à sua mãe.” És enfermeiro, psicólogo, professor, médico, religioso? Trabalhas com pessoas, ajudando-as? Sentes-te, neste período, tomado de particular sensação de esgotamento, que envolve algo entre frustração, ressentimento e revolta, por não estar sendo útil como supunhas deverias ou exaurido demais para a tarefa que te foi cometida? Continue lendo (Nova Assembléia – 02.)
Uma metáfora do desequilíbrio havido entre desejar e poder ter. O ser humano, exacerbadamente dirigido pelo ego (deve ser apenas administrado, jamais norteado pelo ego), sofre o colapso dentro e fora de si, quando põe paixões subalternas, como poder, posse, prestígio social, fama, beleza, juventude, sobre outros valores, de natureza mais evanescente, contudo paradoxalmente mais profundos, duradouros, sólidos: os que concernem à plana do espírito. A ilusão pode ser sustentada por um certo tempo, assim como ocorre às bolhas de especulação financeira, mas chega sempre a hora em que a delusão se desfaz e o rombo-disparidade entre realidade e fantasia se mostra como é: um abismo que separa desejo de possibilidade concreta. Eugênia. Você já ouviu falar da brincadeira típica de rapazes adolescentes denominada “corredor polonês”? Pois é. O “princípio da separatividade”, que nos faz nos iludir no sentindo de nos crer desconectados uns dos outros, crença que impera no nível humano de consciência na Terra, levando a pessoa a supor que está na vez e “vantagem” de “bater” em alguém. Surge sempre o momento, porém, em que o agente ativo da pancadaria tem que reconhecer a chegada de sua vez de padecer como elemento passivo no jogo do apanhar, e aquilo que fez ao outro, então, tem oportunidade de retornar em sua direção, amiúde inflacionado com traços de crueldade, que fez por merecer, em complexos arranjos etiológicos de energia e padrão mental. A linearidade racional dos que vivem no nível ultra-superficial e primário das percepções meramente físicas não lhes permite entrever a estultícia de sua escolha. Os “caras da vez”, logo mais, estarão sofrendo os golpes que desferiram em terceiros, há pouco. Roberto. Benjamin Teixeira pelo espírito Irmã Brígida. Reaje, agora, ao conclamo da Vida. Por que aguardar por outra reencarnação, se podes fazer algo logo? Por que esperar pelo príncipe ou pela princesa encantados, pelo amigo perfeito ou pelo chefe idílico, pela condição financeira de abundância, pelas circunstâncias domésticas mais harmônicas, para dares, de ti, o teu melhor? Continue lendo Extratos de Mensagens Mediúnicas Pessoais – 19. Benjamin Teixeira por espíritos diversos. Quero que diga à nossa cara (…) que se tranqüilize. Há muitos modos de amadurecer, não necessariamente pela dor. Assim, seu pedido de arrefecer o período de prova mais intensa foi recebido com o respeito e a circunspecção cabíveis à temática. De modo algum, a supusemos fraca, infantil ou caprichosa por nos dirigir esta ordem de solicitação, ontem pela manhã. Diga-lhe que terá nosso apoio sempre e que será feliz, sim, ao fim. Mas que ajude um pouco, neste processo, condenando-se menos e relaxando um pouquinho mais, lembrando-se de que Deus é Amor, não sendo compreensível que esteja tensa e angustiada a maior parte do tempo. O simples focar a Providência Abundante e Intérmina de Deus já propicia que uma série de processos complexos e profundos da psique sejam encetados, favorecendo ocorrências mais felizes na própria existência. Continue lendo Benjamin Teixeira Quando a crise se avizinhar de teu cérebro e de teu coração, fazendo-te supor não teres mais forças para seguir e vencer, recorda-te de Jesus, no alto da Cruz, Vencido-Vencedor, e levanta-te. Não pares teu trabalho, por qualquer motivo que seja. Se estás à beira do colapso nervoso, vence a tendência de derruir tua atitude, pela queda do ânimo, e age, ainda que exaurido. Continue lendo Benjamin Teixeira pelo espírito Eugênia. Está na iminência de uma crise “de nervos”? Dê uma gargalhada. Tome banho demoradamente. Sirva-se uma chávena de chá ou chocolate quente. “Dê a doida” (antes que enlouqueça realmente, cometendo um despautério que o comprometa) e suma do expediente por duas horas, para andar de pés descalços à beira-mar (ou sobre a grama verde da praça mais próxima). A produtividade e a qualidade do rendimento profissional posterior a isso podem perfeitamente compensar o susto que dará em todos, principalmente nos superiores hierárquicos da organização em que trabalha. Continue lendo | ||||
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