Nos Braços do Senhor.

Benjamin Teixeira
pelo espírito Irmã Brígida.

Quando a crise se avizinhar de teu cérebro e de teu coração, fazendo-te supor não teres mais forças para seguir e vencer, recorda-te de Jesus, no alto da Cruz, Vencido-Vencedor, e levanta-te.

Não pares teu trabalho, por qualquer motivo que seja. Se estás à beira do colapso nervoso, vence a tendência de derruir tua atitude, pela queda do ânimo, e age, ainda que exaurido. Continue lendo

Um Voto de Crédito a Jesus.

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Irmã Brígida.


Prezada irmã sofredora:

Disse-me você estar de tal modo desiludida com seus amigos, que prefere silenciar os esforços de fazer o bem, a padecer novamente colapsos de sua fé no gênero humano. Entretanto, gostaria que considerasse que, amiúde, as surpresas negativas, encontradiças nas relações interpessoais, decorrem do baixo grau de evolução das pobres almas com quem somos dados a conviver no mundo terreno, e, por outro lado, das nossas próprias numerosas deficiências, que despontam, inclusive, nesta pouca tolerância à limitação alheia.

A Divina Providência põe-nos em campo de serviço e não de deleite. Compreenda que o coração ingrato lhe pede compreensão, assim como a árvore precisa da poda, do adubo e da irrigação, para florescer e frutificar. Ofereça, assim, uma conjugação perfeita de firmeza, doçura e amor, no trato com seus semelhantes, ainda que só receba em retribuição o mesmo silêncio perene dos vegetais. Estará talvez esgotado, inúmeras vezes, como o jardineiro ou pomicultor, ao fim do dia, mas estará com a consciência em paz, na plena convicção íntima de haver feito o melhor.
Continue lendo

Carta a uma Filha Sofrida (*1).

Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia.


Querida filha:

Procuraste-me, lavada em lágrimas.
Disseste-me, sôfrega e ofegante, que não te seria mais possível continuar, tão exasperada e atormentada se te fizeste, ante os últimos sucessos negativos em tua existência.

Recebeste o fel da ingratidão e mesmo do escárnio às mais belas florações do teu espírito, justamente da mais amada das criaturas que escolheste como eleita do teu coração. ‘Inda mais, percebeste-te isolada de amigos e familiares, sem condições de desabafar com praticamente ninguém. E, assim, buscas-me, em prece, sopitando, dificultosamente, a eclosão de dor e mágoa que te vai n’alma…
Continue lendo

A Voz do Consolador.

Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia

Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai, há muitas moradas. Não fora assim, e eu vo-lo teria dito; pois vou preparar-vos um lugar. (…) Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize!”

(João, 14:1-2 e 27)

Como já falamos, existem múltiplas significações simbólicas para cada passagem evangélica, todas certas, quando afinadas com os princípios do bom senso e da sabedoria. Podemos, assim, entender que Jesus fazia referência, com as “muitas moradas na casa de meu Pai”, aos “lugares” na eternidade, para onde todas as criaturas se destinam, ao término de seu quase-intérmino processo evolutivo, assim fundindo-se completamente ao Criador (1); aos diversos mundos habitados, no espaço sideral (2); às múltiplas dimensões de consciência, no plano astral e além dele (3); e, por fim, às múltiplas formas de resolver um problema, de encontrar a solução para um dilema ou um impasse existencial (4), sobre que gostaríamos de nos deter. Continue lendo