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(Nova Assembléia – 04.) Benjamin Teixeira, Tua luta, tua vida. Gustavo Henrique. Continue lendo (Nova Assembléia – 03.)
Mister se faz um esclarecimento a respeito da primeira entidade a participar desta assembléia, aquela que se apresentou sob a alcunha “Cibele”. Fiz um espetacular desdobramento, no meio da tarde desta quarta-feira, 3 de dezembro, na cidade de Bethel, Connecticut, em que estou hospedado, neste circuito de palestras nos EUA, mais restrito a Bridgeport, onde ocorrerá o “Encontro Estados Unidos/Brasil do Pensamento Eugeniano”, no próximo domingo, 7 de dezembro – eu e um grupo de 6 amigos proferiremos palestras sobre temáticas variadas, sob a ótica da filosofia espírita de nossa “mestra da felicidade” (ao todo, partimos em número de 8, de Aracaju, para este instante memorável na história de nossa Organização). Continue lendo (Nova Assembléia – 02.)
Uma metáfora do desequilíbrio havido entre desejar e poder ter. O ser humano, exacerbadamente dirigido pelo ego (deve ser apenas administrado, jamais norteado pelo ego), sofre o colapso dentro e fora de si, quando põe paixões subalternas, como poder, posse, prestígio social, fama, beleza, juventude, sobre outros valores, de natureza mais evanescente, contudo paradoxalmente mais profundos, duradouros, sólidos: os que concernem à plana do espírito. A ilusão pode ser sustentada por um certo tempo, assim como ocorre às bolhas de especulação financeira, mas chega sempre a hora em que a delusão se desfaz e o rombo-disparidade entre realidade e fantasia se mostra como é: um abismo que separa desejo de possibilidade concreta. Eugênia. Você já ouviu falar da brincadeira típica de rapazes adolescentes denominada “corredor polonês”? Pois é. O “princípio da separatividade”, que nos faz nos iludir no sentindo de nos crer desconectados uns dos outros, crença que impera no nível humano de consciência na Terra, levando a pessoa a supor que está na vez e “vantagem” de “bater” em alguém. Surge sempre o momento, porém, em que o agente ativo da pancadaria tem que reconhecer a chegada de sua vez de padecer como elemento passivo no jogo do apanhar, e aquilo que fez ao outro, então, tem oportunidade de retornar em sua direção, amiúde inflacionado com traços de crueldade, que fez por merecer, em complexos arranjos etiológicos de energia e padrão mental. A linearidade racional dos que vivem no nível ultra-superficial e primário das percepções meramente físicas não lhes permite entrever a estultícia de sua escolha. Os “caras da vez”, logo mais, estarão sofrendo os golpes que desferiram em terceiros, há pouco. Roberto. |
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