Quatro Opiniões sobre a Dor.

(Nova Assembléia – 04.)

Benjamin Teixeira,
por
espíritos diversos.

Tua luta, tua vida.
Não penses adotar postura acomodatícia, em meio aos torvelinhos da existência. De reversa maneira, compreende-te condecorado pelas Forças do Destino (que agem em Nome de Deus), sempre te vires guindado a posição de maior desafio, adversidade ou pressão.
Cogitar de renascimento sem dor, constrição e parto, é, no mínimo, ingênuo. Logo, silencia lamúrias excessivas e concentra-te no trabalho pelo bem comum. É no serviço ao próximo, de qualquer natureza, ainda que profissional ou familiar, que encontramos o ungüento adequado a nos balsamizar as dores e o elixir apropriado a nos curar as feridas da alma.

Gustavo Henrique. Continue lendo

Ensaios sobre a Verdade (*1).

(Nova Assembléia – 03.)


Benjamin Teixeira
por
espíritos diversos.


Preâmbulo:

Mister se faz um esclarecimento a respeito da primeira entidade a participar desta assembléia, aquela que se apresentou sob a alcunha “Cibele”.

Fiz um espetacular desdobramento, no meio da tarde desta quarta-feira, 3 de dezembro, na cidade de Bethel, Connecticut, em que estou hospedado, neste circuito de palestras nos EUA, mais restrito a Bridgeport, onde ocorrerá o “Encontro Estados Unidos/Brasil do Pensamento Eugeniano”, no próximo domingo, 7 de dezembro – eu e um grupo de 6 amigos proferiremos palestras sobre temáticas variadas, sob a ótica da filosofia espírita de nossa “mestra da felicidade” (ao todo, partimos em número de 8, de Aracaju, para este instante memorável na história de nossa Organização). Continue lendo

A Crise Financeira Global.

(Nova Assembléia – 02.)


Benjamin Teixeira
por
espíritos diversos.


Questão: Qual o motivo da crise internacional, no campo financeiro?

Uma metáfora do desequilíbrio havido entre desejar e poder ter. O ser humano, exacerbadamente dirigido pelo ego (deve ser apenas administrado, jamais norteado pelo ego), sofre o colapso dentro e fora de si, quando põe paixões subalternas, como poder, posse, prestígio social, fama, beleza, juventude, sobre outros valores, de natureza mais evanescente, contudo paradoxalmente mais profundos, duradouros, sólidos: os que concernem à plana do espírito. A ilusão pode ser sustentada por um certo tempo, assim como ocorre às bolhas de especulação financeira, mas chega sempre a hora em que a delusão se desfaz e o rombo-disparidade entre realidade e fantasia se mostra como é: um abismo que separa desejo de possibilidade concreta.

Eugênia.

Você já ouviu falar da brincadeira típica de rapazes adolescentes denominada “corredor polonês”? Pois é. O “princípio da separatividade”, que nos faz nos iludir no sentindo de nos crer desconectados uns dos outros, crença que impera no nível humano de consciência na Terra, levando a pessoa a supor que está na vez e “vantagem” de “bater” em alguém. Surge sempre o momento, porém, em que o agente ativo da pancadaria tem que reconhecer a chegada de sua vez de padecer como elemento passivo no jogo do apanhar, e aquilo que fez ao outro, então, tem oportunidade de retornar em sua direção, amiúde inflacionado com traços de crueldade, que fez por merecer, em complexos arranjos etiológicos de energia e padrão mental. A linearidade racional dos que vivem no nível ultra-superficial e primário das percepções meramente físicas não lhes permite entrever a estultícia de sua escolha. Os “caras da vez”, logo mais, estarão sofrendo os golpes que desferiram em terceiros, há pouco.

Roberto.

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