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(Entrevistando Benjamin Teixeira – 03.) Equipe Salto Quântico e (Equipe Salto Quântico) – Benjamin, algumas pessoas, escutando as gravações mais recentes de suas incorporações públicas do Espírito Eugênia, estranham-se por não ouvir uma voz mais feminina, por não perceberem uma mudança mais radical de forma de se expressar, etc. Você poderia dizer alguma coisa sobre isso? (Benjamin Teixeira) – De fato, em minhas primeiras incorporações públicas da Grande Mestra desencarnada, a modificação de tônus vocal e maneirismos eram tão intensos, que os circunstantes pasmavam deveras. Durante toda a primeira década de trabalhos mediúnicos, permiti que o fenômeno acontecesse de forma pura, sem muitas interferências minhas, a não ser em casos mais graves, como quando entidades desejavam dizer impropérios aos presentes ou agredi-los. As cambiantes de manifestação eram tão dramáticas, numa mesma reunião de desobsessão, que um dos companheiros disse-me, certa vez: “Benjamin, se isso não for manifestação mediúnica, ainda que se considere provindo de seu inconsciente, você mereceria todos os prêmios possíveis, em todas as categorias, de atuação excepcional. É impossível alguém mudar tanto, de momento a outro.” (Controvérsias no Plano Espiritual Superior; a lucidez da aceitação de paradoxos em temas complexos; a importância de escutar-se a voz da própria consciência, acima de todas as outras vozes mentais, sejam internas ou externas.) Benjamin Teixeira Meus muito queridos amigos: A pedido nosso, Benjamin respondeu a algumas perguntas atinentes ao fenômeno da incorporação (que lhe foram assestadas pelo companheiro de nosso Plano de Existência Gustavo Henrique), após longos estudos, discussões e revisões do que poderia ser levado a efeito, por intermédio de suas faculdades mediúnicas, no correr dos últimos dez anos. Continue lendo (Capítulo 1.) Benjamin Teixeira O grupo estava aflito. Em preces ardentes, os cinco componentes daquela reunião íntima pediram socorro a Cibele, alma elevadíssima que se revelara não só guia do centro espírita que formavam, mas também da cidade inteira. Dona Carminha, médium dotada de excelentes faculdades psíquicas, anunciou, em lágrimas, comovendo a todos, em seguida: – Ela está aqui! Nossa adorável Cibele está aqui!… De fato, envolta em magnífico halo de luz branca, uma figura seráfica de mulher loura, olhos azuis cintilantes, de beleza extraordinária, surgiu no centro da sala, proveniente de frequências muito altas do espírito, recordando, em muito, as fadas dos contos infantis. Voz dulcíssima, arrastando a articulação do Português, num leve e mimoso sotaque que lhe traía origem francesa, a ninfa do paraíso falou, sendo reproduzida, quase palavra a palavra, pela veneranda senhora que se fazia intermediária entre a preclara comunicante e os encarnados que lhe suplicaram ajuda. Continue lendo
Benjamin Teixeira, em diálogo (Eugênia) – Gostaria que você travasse um diálogo comigo, a respeito de temática que seja de seu agrado. Pode-me sugerir algum assunto, que discorrerei sobre ele. (Benjamin) – Preferiria que você mesma escolhesse o tema – isso é possível? (E) – Sim. O que você comentou, recentemente, sobre Harvey Milk. (B) – Ah… de ser ele um missionário e de representar um equivalente gay ao que foi Mather King Jr. para o movimento de liberação da comunidade negra? por Benjamin Teixeira. Acordei-me vitimado por uma insidiosa cefaléia, com apenas duas horas e meia de sono, na manhã passada, depois de mais um longo e exaustivo dia de atividades variadas. Auscultei minha própria pressão arterial, com aparelho apropriado, e vi-me relativamente em posição de segurança orgânica, medicando-me com analgésico, para aliviar a algia que me acometera. Ato contínuo ao asseio pessoal, internei-me em orações e meditações, com particular intensidade no foco e na mentalização, fazendo, logo após, telefonemas importantes para o Sul do país, além de redigir e enviar, outrossim, textos breves, por via eletrônica, para gente da televisão, também a milhares de quilômetros de distância. Avisado, meia hora antes, de que o aguardava para me acompanhar no almoço, meu amigo-irmão Delano chegou, e emendei com palestra animada, durante espaço de alguns minutos, enquanto, em ligações pelo celular, aproveitava para passar deliberações ligeiras a alguns dos colaboradores mais próximos do Instituto. Conclusa a refeição, terminei por mergulhar em uma longa e magnífica psicografia de Eugênia, que será publicada na próxima quinta-feira (22 do mês corrente). por Benjamin Teixeira Intróito: Que eu me recorde, foram pelos menos três “chamadas de atenção” dos Bons Espíritos, no transcurso de quarenta dias que nos separam deste impressionante evento mediúnico, para que se publicasse, enfim, o presente artigo. Recebi orientação para trazer a público a vivência, da “boca” do próprio Paulo, quando pude, por espaço de rapidíssimos minutos, estar com Ele. Alguns amigos, em particular Delano e Wagner, cobraram-me um sem-número de vezes, fazendo coro à determinação dos orientadores desencarnados. Julguei, contudo, uma total falta de pudor fazê-lo, pelo que uma resistência medonha me surgiu, como há muito não tenho, em narrar experiências paranormais que acontecem comigo, apesar de minha natural empolgação-vocação em estimular a esperança e a fé dos que me ouvem. Continue lendo | ||||
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