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Benjamin Teixeira, (Pergunta) (*) – Por que a maior parte das mulheres sonha com príncipes encantados, mas se casa com cafajestes? (Resposta) – Responderei de forma sumária, mas levando em conta diversas perspectivas, todas pertinentes e necessárias à melhor compreensão da temática intrincada dos relacionamentos humanos: 1) Porque não são princesas do espírito. Só almas nobres têm o condão pleno de conduzir para si personalidades de padrão similar. 2) Porque não são vassalas, em se considerando “príncipe” na acepção de homens psicologicamente altivos ou suficientemente narcisistas para agirem como aristocratas pernósticos, que julgam merecer o melhor do mundo, em detrimento de terceiros, não por realizações e méritos pessoais, mas por capricho e desejo. Estes príncipes só se casam com mulheres que se submetam ao talante de sua voluntariosidade. As caprichosas, por sua vez, deveriam procurar vassalos, para diminuir um pouco os conflitos em que se introduziriam, caso conseguissem estabelecer intimidade com um igual – o que, é claro, por lei do carma, acontece frequentemente, fazendo com que “príncipes” e “princesas”, após a quebra do encanto inicial de arroubo passional, descubram-se “traídos e enganados”, por se verem enlaçados, respectivamente, a “sapos” e “bruxas”. Todavia, nesta burlesca e trágica comédia do ego, cabe-nos indagar: Quem, realmente, enganou quem? Continue lendo pelo espírito Eugênia,
Intróito: Eu mesma pedi ao prezado companheiro encarnado publicasse algumas das correspondências eletrônicas trocadas por ele e seu atual consorte, na rede social da internet mais utilizada no país: o Orkut (com ínfimas alterações). Nada acontece por acaso, em termos de publicações daqueles que agem sob nossa influência. As postagens finais de nosso porta-voz e de seu companheiro-alma-gêmea esclarecem, por fim, o motivo de havermos feito esta solicitação. Sonhos existem? As pessoas podem ter esperança e ser otimistas sobre o futuro? A felicidade acontece apenas em filmes ou em romances, na ficção, e nunca na realidade? Bem… é sobre isso, basicamente, que trata esta maravilhosa atividade epistolar dos filhos queridos, e, nas entrelinhas do dito, como também expressamente ao final, os próprios missivistas lecionam como fazer para o amor surgir, e não só brotar, como florescer e se fazer pujante e eterno, qual representação viva do Hálito Divino que a todos nos envolve, permeia e conduz em direção à perfeita felicidade, em faixas ditosas de consciência. Mãe e irmã em Cristo, Eugênia. Benjamin Teixeira Padre Rafael precisou repreender um elemento do grupo, por tornar este a assunto extremamente desgastante, que houvera sido motivo, inclusive, de afastamento de pessoas da paróquia, dois anos antes. O destinatário de sua epístola eletrônica costumava andar, freqüente e intimamente, com a autora intelectual da perlenga, no período da turbulência que culminou com o desligamento de alguns paroquianos. Após enviar-lhe o texto de repúdio pelo retorno à questão já resolvida, o sacerdote católico ficou sabendo, da parte do próprio interlocutor, à distância (bem como por meio de sua consorte, que participara de tudo), que não fora este, à época do entrevero, inteirado da maledicência em curso. Rafael julgou interessantíssimo o episódio, sobremaneira pelo fato de Felícia, o Anjo Bom que o inspirava, haver-lhe sugerido que digitasse o e-mail, sem ditar-lho propriamente à acústica mediúnica, como normalmente o fazia, em episódios semelhantes. Continue lendo por Benjamin Teixeira Convidado (com o que nos sentimos honrado e agradecido), pela equipe editorial do Cinform, para, entre vinte especialistas, ofertar o parecer, da perspectiva da Espiritualidade, a respeito do que se poderia propor, como itens de mudança-melhoria à Cidade de Aracaju – por ocasião da efeméride de seu natalício –, aqui estamos, em consórcio com o Sábio e Santo Espírito Eugênia, que escreve este despretensioso artigo, em plena parceria conosco, numa quase perfeita psicografia, embora nos mantenhamos consciente e senhor de nossos atos, para aquiescer ou não às idéias que Ela nos sugere digitar. Continue lendo por Aline Rangel. Escrever sobre o amor é um prazer, um contentamento e um desafio. Muito se tem dito, cantado, encenado, teorizado acerca deste tema freqüentemente associado ao romantismo, nas experiências afetivo-sexuais, aos surtos de loucura das paixões… Mas onde está, verdadeiramente, este alimento da alma? Onde se encontra esta inspiração para despertar o melhor em nós? Não é fácil defini-lo, muito menos saber diferenciá-lo dos vícios, os quais nos acostumamos a entender como expressões e vivências de amor genuíno. O que importa aqui é a disposição em refletir a respeito do que temos compreendido sobre amar e de como podemos nos aproximar das necessidades reais do nosso coração. Continue lendo Benjamin Teixeira Você sentiu um frêmito no estômago, ficou trêmulo, desnorteou-se com as palavras, a respiração tornou-se ofegante e o coração disparou, precípite, no peito. Cheio de energia, sentindo-se reconectado com a vida, diz para si mesmo: era disso que eu precisava! Vá, porém, com calma, meu amigo, em suas conclusões. Você teve contato com uma experiência de despertar da libido e da energia psíquica figadal que faz o indivíduo retomar a própria vitalidade. Todavia, se se fica apenas com a libido, sem um respaldo numa infraestrutura de sentimentos e valores sérios, tudo vem a ruir, e ruir devastadoramente, mais cedo ou mais tarde. Aprender a diferenciar as expressões do sentir é de capital importância, para não se enveredar por uma perigosa bifurcação existencial e destruir a própria vida. Continue lendo Benjamin Teixeira Nutre, prezado companheiro, tuas noções de amor, com o máximo sentimento de zelo pelos princípios de justiça. Não deixes passar nada que seja atribuição tua, transferindo responsabilidade a terceiros. Recebe teu quinhão de compromissos mais onerosos, com a alegria sincera do trabalhador que se sente útil. Podendo converter tais ônus de obrigação em bônus de funções mais suaves, ou desincumbir-te deles por métodos mais simplificados e menos dispendiosos, faze-o. Entretanto, não sendo viável esta redução de dificuldade e padecimento, na disciplina do “mínimo ético” exigido por teu coração, suporta a canga abençoada de tarefas que te foi confiada pela Divina Providência, laborando por levar a cabo todas as atividades a ti delegadas, com a satisfação do servo que está sob a tutela de um Senhor Generoso e Justo, que jamais erra na distribuição de parcelas de desafio e labor, entre os que Lhe são vassalos, e, mais que isso: amados filhos. Escuta, assim, a voz de tua consciência, a pedir-te a diligência estóica do guerreiro heróico, vertendo suor (se necessário, lágrimas), na faina bendita de concretizar, no domínio físico de Vida, o projeto divino destinado à tua pessoa, na presente reencarnação que desfrutas. Continue lendo Benjamin Teixeira
As pessoas costumam ser extremamente fúteis, sem se aperceberem disso. Andam cuidando de seus negócios, de suas posses, de suas “responsabilidades”, qual se estivessem ocupadas das coisas mais importantes do mundo. Se tivessem um rápido relance da eternidade, tomariam um susto tremendo, com a tamanha estultícia a que se confiam. Imaginemos o milionário que dedica todo o seu tempo a ampliar ainda mais sua fortuna, no intuito de dar, continuamente, maior segurança ao futuro de seu filho. Ele não revela a ninguém, fechado em seu mundo de dureza masculina, mas o garoto é sua razão para viver. Começa seu dia de trabalho antes das sete, e depois das dez da noite ainda está no escritório. Sai antes de vê-lo acordar-se, chega após o tesouro de sua alma haver caído em sono. Vê o coração que polariza todos os seus ideais tão-somente no fim de semana, por algumas horas, mas sem lhe dar muita atenção aos mimos de infância – “coisas da idade”… “Papai, venha brincar comigo!…”; “Não tenho tempo, meu filho”; “Papai, eu seria a criança mais feliz do mundo, se você brincasse comigo…”; “Não tenho tempo para brincar, meu filho, para que possa ser o melhor pai do mundo para você…”; “Mas eu não quero você assim, só trabalhando… fique comigo, papai…” Continue lendo Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia. (Para ler a parte inicial deste artigo, clique na opção “Mensagens Anteriores” e selecione a que foi publicada ontem. Esta segunda parte foi toda recebida já em casa do médium, diferentemente da primeira, captada, inicialmente, na reunião pública do domingo passado, no Espaço Emes, Aracaju, Sergipe.) Diagnosticou-se, recentemente, a síndrome dos que “amam demais”, denominação que julgo inapropriada, já que se trata, em verdade, de indivíduos que amam erroneamente, e, amiúde, nem sequer amam, apenas sendo dependentes da pessoa que julgam amar, quando não são francamente tirânicos com o objeto de seu pseudo-amor, não lhe autorizando, por exemplo, o direito de não os querer na intimidade, ou de poder ser quem é, realmente. Continue lendo Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia. O propósito de havermos falado sobre o amor, neste sistema hilário de abordagem temática (*), foi que considerássemos a importância de transcendermos nossas limitações afetivas e psicológicas e, dentro do possível, com isso, sermos felizes. O grande problema do gênero humano na Terra, atualmente, em matéria de relacionamentos interpessoais, é dar excessiva atenção às questões sexuais, em detrimento de se viverem as relações em seus aspectos mais espirituais. Continue lendo |
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