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(Culto do Evangelho com Eugênia e Amigos Espirituais – 22.) Benjamin Teixeira e o espírito Gustavo Henrique. Por força da sincronicidade (e evidente auxílio vibratório dos orientadores desencarnados, para nos pôr em Fluxo com a “Mão de Deus”, manifestada por meio das “coincidências significativas”), foi-nos ofertado à reflexão do Culto do Evangelho, entre irmãos do ideal, desta segunda-feira, 29 de setembro, o capítulo 16 do livro “Fonte Viva”, psicografia de Chico Xavier, autoria espiritual de Emmanuel. Em seguida, proferida a prece inicial, um outro companheiro presente leu a questão 144 de “O Livro dos Espíritos”, após o que uma outra irmã conviva ao banquete de Luz nos fez ouvir o item 19 do capítulo IV de “O Evangelho segundo o Espiritismo”. Findas as leituras de reflexão e estudo, ofereci receptividade mediúnica aos preclaros mestres da Outra Dimensão de Vida, a fim de verificar se desejariam nos instruir a respeito de algum tópico do que havíamos lido, em considerando nossas necessidades de esclarecimento e reforma íntima. Imediatamente, percebi o vigoroso fluxo mental do estimado Gustavo Henrique tomar-me o cérebro, fazendo-me escrever, com velocidade, na meia-luz que se fez no ambiente, para esta parte de intercâmbio (as persianas da sala foram fechadas, em função da claridade do dia – estávamos no nosso culto diário das 14h, o único em que, às vezes, recebemos visitas dos muito íntimos), escrita mediúnica esta que ocorreu ao modo clássico das psicografias semimecânicas, com papel e caneta, tendo como resultado o texto que se segue. Continue lendo Capítulo 2. Benjamin Teixeira Isadora tinha 14 anos. A professora de Português havia-lhe incumbido – e a toda sua turma de 8ª série do ensino fundamental – uma redação sobre determinado tema, concedendo, para conclusão da tarefa, um período de 40 minutos. Eu mesmo estive lá, já comprometido com o desenvolvimento de suas faculdades psíquicas. A jovem sentiu o cérebro fervilhar. E, enquanto vários adolescentes protestavam contra a delegação desagradável de escrever a partir das páginas em branco, Isadora desatou a redigir com velocidade estupenda. Ela mesma se surpreendia com o que ocorria consigo. A mão mal conseguia acompanhar a caudal de idéias que se despejava em sua mente. A certa altura, colegas que a circundavam, na disposição dos lugares na sala de aula, começaram a observá-la, admirados. Dava-se a psicografia veloz, ao modo semimecânico dos grandes médiuns do passado, qual Chico Xavier, que se celebrizou com este padrão de escrita paranormal (que Isadora viria a não prestigiar tanto, quando adulta, para desenvolver outras formas de comunicação mediúnica, mais suaves). O fenômeno da escrita-relâmpago sobre o papel chamara a atenção de vários de seus colegas. Atrás da jovem, um amigo começou a chamá-la, com muita insistência, para que desse alguma sugestão do que compor sobre o assunto proposto, e a menina levantava a mão, num gesto a dizer-se ocupada. Como o companheiro não suspendesse o chamado, resolveu comunicar-lhe diretamente que estava ocupada, girando a cabeça para trás. O condiscípulo não se deu por satisfeito, e, ato contínuo à sua iniciativa mais educada, travou com ela, aproveitando a deixa, um diálogo sobre o que poderia ser redigido com aquele tema. Renovando a paciência, Isadora pincelou-lhe, sem fazer-se de rogada, alguns breves alvitres do que rabiscar no papel. Só que ela fez isso… sem parar de escrever… e na mesma velocidade de antes… e com a cabeça e o ombro girados para trás… Os amigos ficaram deveras impressionados com tudo aquilo. Ela mesma, perplexa, declarou-se, para si mesma, surpresa com a própria “inteligência”… Sim, era uma forma de inteligência, mas não exatamente a que ela supunha ser, e sim uma sensibilidade excepcional para captar ondas mentais, além da faixa de consciência dos encarnados. Continue lendo por Benjamin Teixeira. Oração: Meditação: Intuição: Formas de orar: Recitada / Espontânea. por Benjamin Teixeira. Vim pessoalmente pedir desculpas aos prezados internautas, pela quebra do padrão de publicações em nosso site. Isso costuma acontecer, freqüentemente, quando recebemos romances, porque não é próprio, à recepção mediúnica de narrações longas, que o público conheça, antes da conclusão de toda a psicografia, parcelas do conteúdo a ser trazido a lume, já que interferências mentais involuntárias dos próprios encarnados dificultam a isenção da mente receptora diante do material emanado da Dimensão Extrafísica de Vida. Existe ainda a imprevisibilidade do fenômeno mediúnico, que não é de todo estável ou contínuo, podendo sofrer quebras de energia ou de sinal, ainda que o medianeiro em foco esteja sob a condição de mediunato, como é o meu caso. Com isso, as entidades responsáveis pela direção de minhas faculdades, capitaneadas pela mestra desencarnada Eugênia, podem fazer alterações da programação de trabalhos a serem desdobrados em parceria com os professores da Outra Faixa de Consciência, de molde a ajustar tais atividades às possibilidades de realização, em dado momento. Foi o que ocorreu com o segundo capítulo do “A Expansão do Instituto Voltaire”, cujo bruto recebi na tarde de quinta-feira próxima passada, mas de que ainda preciso fazer a revisão mediúnica (que antecede a vernacular, levada a cabo por Delano Mothé). Uma série de superveniências me impediu de lograr a devida tranqüilidade exigida para a tarefa, com o que tive que adiar sua publicação, já pelo terceiro dia consecutivo. Espero possa isso ser viável, nesta segunda ou terça-feira. Continue lendo por Aline Rangel. O tema da mediunidade tem sido apresentado e discutido pelos mentores desencarnados do Salto Quântico de maneira objetiva, profunda, atualizada, favorecendo a médiuns e estudiosos do assunto uma compreensão mais ampliada das sutilezas deste sistema de percepção. De acordo com esta proposta, a mediunidade deve ser entendida como função do espírito – como a afetividade, a moralidade, a inteligência, a memória – que, para se manifestar no plano físico, exige a presença de estrutura neurofisiológica adequada, definida geneticamente (*1). As diferentes formas de percepção mediúnica devem ser consideradas, portanto, tão humanas e normais como quaisquer outros aspectos acima colocados. Faz-se mister destacar que se trata de funcionamento complexo, que envolve imbricações da mente comunicante com a mente receptora, como alerta e esclarece o espírito Temístocles. Em suas palavras: “(…) o transe mediúnico provoca uma interfusão psíquica entre espírito comunicante e médium, sendo o trabalho mediúnico a resultante de todos os processos mentais complexos decorrentes de tal fenômeno, com as duas mentes simultaneamente se retroalimentando, tanto positiva como negativamente. Por isso, preconceitos, limitações intelectuais e mesmo temperamento emocional alteram substancialmente o trabalho mediúnico, não importando a elevação do espírito que se comunica (um espírito de respeitável patrimônio evolutivo logra, tão-somente, amenizar tais efeitos de refração mental, sem neutralizá-los de todo)” (*2). Continue lendo Benjamin Teixeira O ministério mediúnico propele o indivíduo a descobrir, nos escaninhos da alma, tesouros, jóias ocultos, de que nem de longe, num primeiro exame, poder-se-ia aquilatar a dimensão do valor. Se fizermos o esforço de disciplinar nossos sentimentos, além dos impulsos do ego – ou seja: o padrão da inveja, do ciúme, da ganância por posses materiais, do apego a pessoas e todas as paixões relacionadas ao desânimo, à culpa e ao medo –, estar-nos-emos colocando na esfera do espírito, do padrão da consciência superior, transpessoal. Os autores encarnados norte-americanos têm proposto (semântica-nomenclatura que aqui adotamos), para simplificar didaticamente o entendimento do processo evolucional da consciência, no nível humano de cognição, um ballet místico entre duas potências antepostas, dois campos do estar na mente, do estar do espírito: ego e espírito. Vivamos, em vez da aflição, ansiedade, depressão, raiva, medo – peculiares ao ego –, a alegria, a esperança, o otimismo, a confiança, a disposição ao trabalho, a doação, até o sacrifício – que o espírito nos propõe –, porque somente experienciando este diapasão d’alma, sem nos preocuparmos com as aparências, as convenções sociais e culturais ou as conveniências pessoais, vivenciando a essência psicológica do seguir a vocação que o nosso coração (ideal) nos aponta, no convívio doméstico, no exercício profissional, nas situações prosaicas da via pública, no encontro fraterno do templo de nossa fé, fazendo, portanto, este esforço de auto-educação, seremos felizes, encarnados ou desencarnados (eis que, no plano extrafísico, continuamos com os mesmos compromissos-desafios de quando albergados num corpo de carne). Continue lendo | ||||
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