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(Sinopses de Sabedoria – 09.) Benjamin de Aguiar Reporta-te, em pensamento, às colheitas de vida eterna que te assomam ao Espírito, como graças abundantes a derramarem-se do Alto sobre ti. Contenta-te, assim, com o que já recebeste de antigas semeaduras, com o que já és, com o que já conquistaste.
(Sinopses de Sabedoria – 08) Benjamin Teixeira Posso adiantar que não podemos utilizar princípios fechados, para questões complexas, e, sobremaneira, para circunstâncias variadas. Por exemplo: a poligamia era um hábito imprescindível de sobrevivência das sociedades, em tempos e mais ainda em culturas de guerra, quando as populações femininas eram muito superiores, em termos numéricos, às masculinas. Numa época da humanidade em que a fome e as pragas já dizimavam populações inteiras, de tempos em tempos, não se poderia aditar o elemento “falta de procriadores” aos naturais redutores demográficos. (*1)
(Só há maçaneta, na porta de nossas próprias almas, por dentro: o livre-arbítrio que devemos mobilizar para atender aos Chamados do Cristo. Ele jamais nos violará a liberdade… até mesmo de tomarmos as rotas da infelicidade e da desgraça pessoais. Observemos o ar sereno e feliz, quase matreiro, do Mestre, como a dizer, sem palavras: “Vim trazer a felicidade, a verdadeira felicidade”, ou, conforme está registrado, nos verbetes clássicos da Bíblia: “Vim para que todos tenham vida, que todos tenham vida em abundância” ou “em plenitude”, segundo outras traduções. “Mas você vai ter que descobrir isso sozinho. Não vim trazer notícias tediosas ou sofridas de castração, mas de completude, entusiasmo e verdadeira vitória” – consoante Ele mesmo afirmou, em outra passagem evangélica famosa: “Aqueles que estiverem cansados, venham até Mim, porque o Meu jugo é suave e o Meu fardo é leve…” Vejamos quão fortes, simples e tocantes avisos nos concede o Espírito Irmã Brígida, logo abaixo, a respeito destes Chamamentos, ela que é uma legítima devota de Nosso Senhor – como dá mostras em seu texto e, principalmente, em sua vibração pacífica e, amiúde, comovente.) (Sinopses de Sabedoria – 19.)
Benjamin Teixeira Jesus nos visita: Na criança impertinente, que nos exige paciência; No colega de trabalho, que nos solicita atenção, além da medida que seria justo dispensar; No chefe intempestivo, que nos fere o ego e nos humilha o coração;
(Sinopses de Sabedoria – 18.) Benjamin Teixeira Estas vergastadas medonhas que te parecem ameaçar com o total colapso da consciência são resultado das forças da retaguarda, que se lançam, furiosas, contra ti. Se estás à frente e servindo contra interesses mesquinhos dos manipuladores contumazes de toda sorte, naturalíssimo esperar que sofras semelhantes embates. É bem verdade que o Senhor sabe proteger Seus pupilos dos “lobos roubadores”. Entrementes, não os torna indenes de tentações e quedas, porquanto os deslizes e as provocações das trevas compõem o aprendizado e o estímulo ao amadurecimento constante das criaturas.
(Sinopses de Sabedoria – 17.) Benjamin Teixeira Retoma, prezado companheiro, do ponto em que paraste, teus aprendizados e tarefas benfazejas, no serviço ao próximo, a teu ideal, ao bem comum.
Existem as zonas estercorárias – nossas e de nossos irmãos em humanidade – que precisam ser drenadas. O nosso passado arquimilenar na animalidade primitiva e selvagem, que nos exige laborioso serviço de drenagem, processamento e, por fim, aplicação judiciosa, por meio da canalização dos elementos deletérios extraídos, a outros ambientes psicossociais, onde os dejetos imprestáveis se possam converter em adubo fertilizante. | ||||
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