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(Registros da Mediunidade – 16) por Benjamin Teixeira. Querido Marcondes: Você me fez chorar. Acabei de me acordar, sentindo muito mal. Já sentia, antes de me recolher a repouso, forte pressão do inconsciente coletivo, que minha punha à beira do colapso nervoso – o que cheguei a comentar com dois amigos.
(Registros da Mediunidade – 15.) por Benjamin Teixeira. Atendendo a orientação de nossos Maiores do Plano Sublime, venho narrar os eventos que se deram há pouco, e que ainda prosseguem ocorrendo, em meu trabalho com os Mestres da Espiritualidade, na condição do mais insignificante porta-voz e mais deficiente secretário que poderia haver. (Registros da Mediunidade – 13.)
Benjamin Teixeira e o Espírito Eugênia. Faltavam ainda 30 minutos para 0h desta quarta-feira, 23 de setembro, quando senti uma sonolência irresistível. Notando que não se tratava de influência obsessiva, e sim, provavelmente, de um imperativo do corpo por repouso urgente, decidi deitar-me um pouco, por uma hora aproximada, para em seguida realizar um dos cultos diários do Evangelho. (Registros da Mediunidade – 12.)
Talvez não esteja sendo completamente fidedigno, na rememoração, porque isso aconteceu há muito mais de dez anos. Sintetizo, assim, o registro da ocorrência, em linhas gerais, para garantir a precisão das informações. Estava lendo a célebre autora norte-americana Louise Hay, com certo esforço, por sua fama de “água com açúcar”, quando me bati com uma sugestão sobre oração: de que deveríamos orar inclusive quando adentrássemos uma aeronave. Disse então a autora, justificando sua tese: “Também os aviões precisam do nosso amor.” (Registros da Mediunidade – 11.) por Benjamin Teixeira.
Embora me constranja deveras, por motivos que não precisam ser minudenciados, o Espírito Eugênia, mais uma vez, em nossa conversa íntima do dia, pediu-me tornasse ao público, no mister de descrever uma de minhas experiências mediúnicas, especificada pela Mestra, inclusive. Vejam a transcrição de parte de nosso diálogo de hoje; em seguida, jaz exarada a tal narração do evento que se deu há aproximadamente dois meses. “(Eugênia) – Você sabe como as pessoas apreciam este gênero de relato… e como isso lhes é útil, a fim de cogitarem sobre a complexidade e a maravilha do ‘Outro Lado da Vida’. (Registros da Mediunidade – 10.) por Benjamin Teixeira (Puerto Madero, bairro de Buenos Aires, centro Financeiro da capital argentina. Nosso pessoal fez uma pesquisa, por meio do sistema administrador de nosso site, e houve um acesso desta região, no dia indicado na mensagem abaixo. Estaria aí a personagem deste episódio? Benjamin não garante. Em suas palavras: “Não sou bom paranormal, como sou, regularmente, médium. Assim, reproduzo, com distorções, memórias do que aconteceu fora do corpo, embora seja mais preciso com informações provenientes de transes mediúnicos, como em comunicações diretas do Espírito Eugênia, por exemplo”. De qualquer forma, descobriu-se um registro de entrada no nosso site, exatamente no dia 11 de julho, de um computador localizado nesta região da glamourosa metrópole da América do Sul. Pela coincidência significativa, resolvemos ilustrar esta página com uma foto noturna da dita localidade. Equipe Salto Quântico.)
O Amigo Espiritual que me assistia, no desdobramento da primeira metade desta tarde, estendeu a mão e me entregou a “ficha” (digamos assim): - É o relatório sumário de um caso de Buenos Aires. Trouxemo-la para perto daqui. Gostaríamos que conversasse com ela. - Pois não – respondi. | ||||
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