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(Ajude seus amigos e conhecidos e envie, ao maior número possível de pessoas, este artigo elucidativo e salvador, que pode resgatar muitas vidas perto e longe de você, como perceberá, ao lê-lo.)
Equipe Salto Quântico.] Benjamin Teixeira É impressionante a capacidade que o ser humano tem para se enganar, quando quer negar alguma coisa que lhe desagrada. Esta propaganda mentirosa gerada pelo livro e filme “O Segredo”, por exemplo. Apresentaram uma tese antiga e repetida até furar os ouvidos, de quem tenha meia légua de hábito de leituras, como algo que nunca fora publicado. E a multidão ignorante, que não lê, porque não tem maturidade para sentir necessidade de ler (já que ninguém deixa de encher a cara por não ter tempo, por exemplo), engole a história inteira, sem mastigar, sem digerir… por uma razão elementar: não tem dentes no intelecto limitado, nem enzimas na alma mesquinha. Continue lendo [Instruções para execução do vídeo: A maior parte dos computadores permite a reprodução em tela cheia, bastando, para isso, dar dois cliques rápidos no centro, com o vídeo já em andamento.
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A pedido do Espírito Eugênia, começo por me confidenciar, historiando alguns tópicos de minha atual existência no plano material de vida. No início de 1983, pouco depois de completar 12 anos (outubro de 1982), li, pela primeira vez, o “Mito da Caverna”, de Platão. Uma experiência inesquecível e angustiante. Não só li uma vez, mas duas, três, quatro vezes… e continuei sem entender. Envergonhei-me profundamente de mim mesmo, não disse a ninguém – sigilo absoluto: levaria aquele segredo comigo para o túmulo. Certamente, possuía algum grave distúrbio neurológico: seria muito pouco apenas ter limitada inteligência. As palavras eram claras… e eu, simplesmente, não conseguia decodificar aquela doutrina abstrusa, complexa, hermética, inacessível – foi assim que se me afigurou a metáfora utilizada pelo grande filósofo da Antiguidade Clássica, para descrever o embotado da reflexão do plano das ideias no mundo das formas. Ficou tão evidente, para mim, que padecia algum morbo no cérebro, que cheguei a falar a esse respeito com uma médica a que minha mãe me levou, para tratamento das crises de asma que se me assomaram, na mesma época, no auge da ansiedade que me assolava. Riso escarninho de canto de boca da profissional de saúde, olhar compreensivo de minha mãe, que contemplava a cena das respostas irônicas da tal que seria (ou deveria ser) discípula de Hipócrates. Benjamin Teixeira Serena e circunspecta como sempre, embora envolta num imperturbável ar de bondade e boa vontade, Eugênia me apareceu, sugerindo fizéssemos um estudo conduzido por ela, ao que, evidentemente, anuí de bom grado. Desejava a adorável mestra dar continuidade ao tema da mensagem publicada anteriormente a esta – “Acalmando as Tempestades da Vida” –, apresentando a visão que podemos adotar como súmula do apropriado, dentro da linha de pensamento proposta pela coqueluche bibliográfica internacional do momento, o livro/filme: “O Segredo”. Lembrando tratar-se de uma mera continuidade ideológica da corrente “New Thought” e do “Transcendentalismo”, muito influentes nos Estados Unidos da América desde o século XIX – que tiveram como expoentes máximos o filósofo Ralph Waldo Emerson e, no século XX, o pastor metodista Norman Vincent Peale (autor do clássico “O Poder do Pensamento Positivo”) –, pediu-me, por fim, após conversar comigo longamente, que abrisse duas passagens clássicas de obras basilares do kardecismo, a que remetemos o prezado internauta: | ||||
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