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[Instruções para execução do vídeo: A maior parte dos computadores permite a reprodução em tela cheia, bastando, para isso, dar dois cliques rápidos no centro, com o vídeo já em andamento.
Equipe Salto Quântico.] Benjamin Teixeira, em diálogo (Benjamin Teixeira) – Querido Padre Gustavo Henrique: Chico Xavier, num certo momento do programa “Pinga Fogo” de 20 de dezembro de 1971, da extinta TV Tupi, defende, ardorosamente, as Forças Armadas e a Ditadura em vigor, no país, naquela época medonha do “Ato Institucional nº 5”, mais conhecido como “AI-5” (assista-se ao arquivo da caixa de vídeo acima). Os argumentos de Chico foram curiosos, e senti uma camada subliminar de conteúdo no discurso do famoso médium e alma santa, de modo que, surpreendentemente, para mim mesmo, gostei do que ouvi, mas, simultaneamente, apesar de ter desdobrado um plano sutil de considerações, que julguei interessantes e defensáveis, padeci um misto de vergonha e apreensão, exatamente por estes sentimentos íntimos, em vista do absurdo crasso, em termos de filosofia política, que constitui uma ditadura, por contrariar os indiscutíveis ideais de democracia e liberdade individual, sobretudo se nos lembramos dos horrorosos abusos perpetrados nos bastidores da Ditadura daqueles macabros dias da pátria brasileira. Gostaria de ouvir sua opinião, concordando ou não com minhas ideias, por gentileza, se isso for possível e/ou autorizado. [Instruções para execução do vídeo: A maior parte dos computadores permite a reprodução em tela cheia, bastando, para isso, dar dois cliques rápidos no centro, com o vídeo já em andamento.
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A pedido do Espírito Eugênia, começo por me confidenciar, historiando alguns tópicos de minha atual existência no plano material de vida. No início de 1983, pouco depois de completar 12 anos (outubro de 1982), li, pela primeira vez, o “Mito da Caverna”, de Platão. Uma experiência inesquecível e angustiante. Não só li uma vez, mas duas, três, quatro vezes… e continuei sem entender. Envergonhei-me profundamente de mim mesmo, não disse a ninguém – sigilo absoluto: levaria aquele segredo comigo para o túmulo. Certamente, possuía algum grave distúrbio neurológico: seria muito pouco apenas ter limitada inteligência. As palavras eram claras… e eu, simplesmente, não conseguia decodificar aquela doutrina abstrusa, complexa, hermética, inacessível – foi assim que se me afigurou a metáfora utilizada pelo grande filósofo da Antiguidade Clássica, para descrever o embotado da reflexão do plano das ideias no mundo das formas. Ficou tão evidente, para mim, que padecia algum morbo no cérebro, que cheguei a falar a esse respeito com uma médica a que minha mãe me levou, para tratamento das crises de asma que se me assomaram, na mesma época, no auge da ansiedade que me assolava. Riso escarninho de canto de boca da profissional de saúde, olhar compreensivo de minha mãe, que contemplava a cena das respostas irônicas da tal que seria (ou deveria ser) discípula de Hipócrates. Instruções para execução do vídeo: A maior parte dos computadores permite a reprodução em tela cheia, bastando, para isso, dar dois cliques rápidos no centro, com o vídeo já em andamento. Equipe Salto Quântico. Hoje, sendo segunda-feira, foi postado, no blog do Salto Quântico, novo artigo de autoria de Aline Rangel, professora psicóloga de nosso Educandário: “Breves Apontamentos sobre a Intuição.”. Para acessar, clique no ícone à esquerda de sua interface, ou imediatamente aqui: www.saltoquantico.blog.br.
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Comentário da Equipe: Apesar de não nos ter sido possível fazer tradução e inclusão de legendas em Português, resolvemo-nos por publicar este interessante documentário de menos de 20 minutos (embora não esteja completo), no original anglofônico, em vista de seu didatismo, síntese e, sobremaneira, do destaque para a atualidade do pensamento junguiano, em função de Carl Gustav Jung constituir um dos pilares principiológicos de nossa Escola de Pensamento. Continue lendo
[Trecho do programa Salto Quântico, gravado em 13/08/2009 (exibido em 15/08/2009).]
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