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Incluindo um controverso comentário do médium Benjamin de Aguiar a um ponto mais melindroso do texto do Coautor Espiritual, sobre a pouquíssimo conhecida aversão gay contra heterossexuais, extremamente comum na comunidade homossexual, em reação à homofobia.
Benjamin de Aguiar, Conheci um garoto que, no colégio, era a aberração zombada por ser obeso, não correr como os outros meninos, rejeitar brincadeiras agressivas, nem sequer gostar de esportes. Em casa, era a vergonha da família, o efeminado, para quem se providenciou a matrícula numa escola de artes marciais, a fim de que “aprendesse a ser homem”, ambiente em que mais ainda foi traumatizado, não bastassem os espancamentos episódicos e outros “problemas domésticos” tipicamente sofridos pelos homossexuais de todos os tempos. Com fortes inclinações espirituais, socorreu-se da Religião, mas a tão respeitada igreja católica dizia que homossexuais eram abominações diante de Deus – hoje a mui santa madre igreja é mais suave no discurso, embora nem tanto, apesar de “toda sua autoridade” a falar do assunto, mas, na época, o sermão condenatório era reforçado por ilustres professores e diretores de instituições de ensino e até mesmo por terapeutas desatualizados. Quanto ao restante da sociedade, no que tange ao que se que falava sobre a temática, nos idos da virada dos anos 1970 para a década de 1980, em pleno Nordeste brasileiro, nem se precisa comentar. Para os gays daquela geração e os das anteriores, havia algumas consequências reativas a tanta pressão, agressão e mutilação psicomoral: alguns ficavam promíscuos, outros resolviam fazer pactos sociais de matrimônios de fachada (para manterem vida dupla); outros tantos, sem qualquer vocação para o sacerdócio, lançavam mão da batina ou do hábito religioso, genericamente falando, e se diziam celibatários, com os resultados nefastos que a mídia não cansa de proclamar, há um bom tempo… E, ainda nos dias que correm, não raros lutam para se ocultar – o que entendemos como fora de época, de sentido, de lógica, de bom senso e, principalmente, de coerência e autoestima, se não de decência e honestidade. Sim, a sociedade foi “podre” em oprimir e violentar, sistematicamente, no seio de si própria, uma classe inteira de 10% aproximados de seus integrantes. Raros lograram se tornar beneméritos da Ciência, das Artes, da Religião ou das Academias de um modo geral, como compensação construtiva à força titânica de destrutividade lançada em sua direção. Mas este fato medonho, em vez de constituir motivo para que se mantenham hoje espantadiços, acovardados, qual se fossem culpados de alguma coisa e precisassem perpetuar a vergonha mentirosa que lhes foi imposta, deveria, sim, impeli-los, com mais vigor, a vir a público, em massa, para causar o verdadeiro impacto que a hipocrisia merece sofrer, para ser elidida… (Vídeo produzido com texto de coautoria do Espírito Eugênia, psicografia de Benjamin de Aguiar.) Instruções para realizar o download: clique aqui. (Vídeo produzido com texto de coautoria do Espírito Roberto Daniel, psicografia de Benjamin de Aguiar.) Instruções para realizar o download: clique aqui.
[A Santa e Genial Joana d’Arc, pouco antes de ser queimada viva, nas fogueiras da Inquisição, após provocar o que nenhum general francês lograra realizar em decênios sucessivos: a virada na Guerra dos Cem Anos, promovendo o fim da matança interminável, entre franceses e ingleses, que depredava “o patrimônio genético” engendrado pela Espiritualidade Sublime, a fim de permitir que “aportassem os gênios do Iluminismo”, em séculos futuros, conforme revelação de Chico Xavier, em nome de seu Guia, o grande Mestre Espiritual Emmanuel. Mulher, adolescente, camponesa, analfabeta, inteligentíssima, médium autodeclarada e gay transexual, que se travestia de homem, um soldado em campo de batalha... que conjunção de fatores, em época remota como o raiar do século XIV, mais poderia irritar os preconceituosos, os “doutores” da Igreja que a sentenciaram a morte tão chocante? Estrategista brilhante e alma de fato santificada, entretanto, nunca empunhou uma arma ou feriu quem quer que fosse, vencendo batalhas sucessivas, à base “apenas” da Inspiração Sublime que lhe caracterizava o Espírito Missionário. (Benjamin de Aguiar e Amigos Espirituais)] Delano Mothé, em diálogo com o Espírito Eugênia. (Delano Mothé) – A senhora nos poderia dizer algo sobre esta passagem do Evangelho de Marcos (12:10): “Nunca lestes estas palavras da Escritura: ‘A pedra que os construtores rejeitaram veio a tornar-se a pedra angular. Isso é obra do Senhor, e ela é admirável aos nossos olhos’ (Sl: 117, 22s)? (Trecho do episódio do programa de TV exibido pela primeira vez em 28 de maio de 2011.) Instruções para realizar o download: clique aqui. por Benjamin de Aguiar. (Jornal da Cidade) – Depois de os Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecerem a união estável para homossexuais, em julgamento realizado no último dia 5, o senhor acredita que o preconceito irá diminuir a partir desta decisão? O que muda? (Benjamin de Aguiar) – Sim, haverá uma diminuição de preconceito, porque os Poderes Constituídos da Nação estão tomando a rota do reconhecimento legal do que existe e sempre existiu, e do que os costumes e a sociedade rapidamente consagram como justo e natural, sobremaneira na última década. Mas, assim como os negros e as mulheres ainda sofrem formas dissimuladas de discriminação, essas vão existir, por muitos decênios ainda, contra homossexuais.
“Milhares de ativistas gays foram às ruas de Washington neste domingo, para pedir mais direitos civis aos homossexuais no país. Eles marcharam da Casa Branca até o Capitólio.” (BBC Brasil) Benjamin de Aguiar, (Benjamin de Aguiar) – Eugênia, você concorda com que eu faça uma homenagem ao Ministro Carlos Ayres Britto, no transcurso da reunião pública de hoje (08/05), e que chame seu sobrinho, Mário Britto, ao palco, para que receba nosso preito, em nome dele? |
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