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[O mais célebre e sábio entre os centauros (símbolo da integração completa do ser humano – seu sub-eu animal e sua consciência espiritual), Quirão, mestre do herói Aquiles.] (Correspondência do Padre Rafael – 26.) Benjamin Teixeira Cada vez mais explícito, em sua definição como espírita, e assumidíssimo como médium, diante de seus paroquianos, o padre Rafael se dirigiu a jovem colaborador da igreja sob sua responsabilidade, que lhe não respondera a um SMS de repreensão, por falta cometida em relação ao andamento da atividade que se daria à noite, na missa daquele domingo. O rapaz era um dos responsáveis pela parafernália eletrônica, nos bastidores da moderníssima missa, e, em vez de dar um retorno imediato ao velhinho simpático, tratou de correr a resolver a questão, supondo-se acertadíssimo em sua postura. Vejamos os dizeres elucidativos do ancião sábio:
Benjamin Teixeira, Desculpa, companheiro, os amigos refratários que te seguem os passos e tentam ajudar-te. Supõem, sinceramente, estar dando o melhor de si à tua pessoa, e, em alguns casos, têm razão – a questão, todavia, é que o que te oferecem constitui ainda muito pouco, em termos de compensação psicológica, pelo muito que tens feito por todos, ano sobre ano.
(Correspondência do Padre Rafael – 25.) Benjamin Teixeira Fernando era componente da paróquia do Pe. Rafael, há muitos anos. Casado com mulher que trazia uma filha de outro consórcio, recebeu, desde o início de seu matrimônio, orientação da esposa para jamais interferir em quesitos de educação da menina, mantida sempre à distância de qualquer contato mais direto com a sua influência. A moça, porém, amadureceu, tornou-se atraente, e o padrasto passou a padecer o tormento da atração sexual pela adolescente quase adulta. Quando a jovem completou vinte anos, Fernando resolveu abrir-se com ela e com a mãe, sua esposa… Pesadelo doméstico, naturalmente.
Benjamin Teixeira Sussuram-te aos ouvidos do Espírito que desistas de teu ideal. Sopram-te à escuta d’alma: “Para que prosseguires lutando, qual se estivesses ‘remando contra a maré’, ou, como reza outro aforismo popular, ‘dando murro em ponta de faca’?” Insuflam-te, tão continuadamente e no correr de tanto tempo, com tantos e tão variados argumentos, que muito natural seria esperar que caísses, aqui ou ali. Mas observa que, a despeito de teus deslizes, no desânimo e na tristeza com a Causa do Bem, nunca deixaste de trabalhar pela disseminação do melhor, por todos que se permitam atingir por teu raio de influência pessoal, direto ou indireto. Ano sobre ano, vens dando provas de perseverança e dedicação à meta que te delinearam, antes da reencarnação, jamais abandonando teu posto de serviço.
“Muito mais: que escusas! que indignação! que temor! que ardor! que zelo! que severidade! (…) Portanto, se vos escrevi (…) foi para que se manifestasse a vossa dedicação a mim diante de Deus. Eis o que nos tem consolado. Mas, acima desta consolação, o que nos deixou sobremaneira contentes foi a alegria de Tito, cujo coração tranquilizastes. Se me gloriei em vós em presença dele, não fui envergonhado. Pois, assim como tudo o que vos temos dito foi conforme a verdade, assim também o louvor que de vós fizemos a Tito demonstrou-se verdadeiro. A sua afeição por vós é cada vez maior, quando se lembra da obediência que todos vós lhe testemunhastes, de como o recebestes com respeito e deferência. Alegro-me por poder contar convosco em tudo.” Paulo de Tarso ( II Coríntios, 7: 11-16) Benjamin Teixeira Diga à nossa querida Aline que nos regozijamos em sua fidelidade à nossa Causa, e que tomamos da mão do médium, no momento em que este ia redigir um agradecimento público à sua pessoa – motivado, em particular, por responder à sua generosa demonstração de amizade, consideração e respeito, na página por você assinada, na ocasião do aniversário de 18 anos da primeira reunião pública de nossa Organização (*). Tomamos-lhe a mão, para, à moda clássica, da psicografia manuscrita em grafite, conferir o tom simbólico de classicismo intemporal que permeia todo gesto e atitude sinceramente amigos, despretensiosos e reverentes. (Declaração Pública e Íntima de Identidade Pessoal e de Grupo)
Jesus é meu Sacerdote Místico, Espelho da Vontade Divina, para mim e para a Terra. Maria é nossa Mãe Planetária, Símbolo e Canal de Deus-Providência, Deus-Mãe. Kardec é meu Professor de mediunidade e relacionamento com médiuns e o Mundo Espiritual. Chico Xavier é-me o médium escritor, por excelência, que traduziu o pensamento vivo dos mais respeitáveis mestres da Espiritualidade Sublime.
Benjamin Teixeira Permuta, amigo, teu discurso de reclamação por ação efetiva no bem. Podes ter razão sobre muita coisa do que falas, mas ficará mais claro que estás coberto de juízo em tuas avaliações, se provares, fazendo melhor. Vê, querido amigo, que te não tornes parte do problema, em vez de te empenhares em colaborar com a solução de qualquer questão – o que faz todo homem (e mulher) lúcido(a), de bem e maduro(a). Profetas do Apocalipse, a protestarem contra tudo e todos, apontando falhas em realizações e criticando pessoas, temos aos montes. Os dizeres do Apóstolo Chico Xavier ainda ressoam em nossos ouvidos: “Temos que nos fazer estações terminais de toda fofoca, porque a fofoca também mata.”
Tu, que és médium, oferece teu corpo e as energias animais que ele porta, às entidades sofredoras em desvalimento, que te buscam o socorro caridoso da mente-vaso-acolhedor, para que transfundam as trevas da angústia que os tortura, numa pequena réstia de esperança, paz e alívio, para seus atrozes padecimentos. Não te impressione o cansaço do dia. Vai à tua casa espírita e realiza teu ofertório devocional, de teu corpo, de tua mente, de teu coração, de molde a que possas, então, sentir-te quite com a própria consciência, que te pede serviço solidário a teu semelhante desenfaixado da matéria.
Nosso porta-voz pediu-nos socorro para uma de suas protegidas, e eis que, nesta ocasião, em vez de um dos enviados de nossa tão respeitável mestra Aspásia, Ela própria desceu à Crosta, para deliberar providências, em socorro à estimada colaboradora encarnada. A fim de dar suporte, “fechando” o ambiente a influências deletérias que pusessem a perder a empresa de nossa querida Felícia de Aquitânia, eu mesmo me encarreguei de dirigir uma equipe de “seguranças energéticos” que formaram barricadas psíquicas à intromissão de agentes das trevas, já que a barreira protetora na residência da prezada cooperadora encarnada jazia com várias infiltrações a forças nocivas do Astral, promovidas pela presença de um dos familiares que com ela residia, seu pai biológico. |
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