|
||||
|
A Cidade de Madalena – Romance Mediúnico, Capítulo 10º. Benjamin Teixeira de Aguiar, O doce e nobre Espírito Cândida aproximou-se de Bernardo e disse-lhe à acústica mediúnica: – Jamais se esqueça do significado metafórico dos avisos espirituais de morte. Quase sempre representam anúncios de fim de um ciclo e início de uma nova fase, para a criatura humana ou para instituições e comunidades inteiras. O alcandorado Coração de Mãe Coletiva fez uma pausa breve, a fim de favorecer a reflexão, e prosseguiu, no tom sereno e amoroso que lhe é peculiar, mesmo quando no trato das mais sérias e delicadas questões:
(A Cidade de Madalena – Romance Mediúnico, Capítulo 9º) Benjamin Teixeira de Aguiar 2012 adentrara com uma sensação estranha para Bernardo. Estava impressionado por chegar a esta data, semelhantemente ao que lhe ocorrera apenas 9 anos passados. Na “virada” do calendário para 2003, pouco depois de, em novembro do ano anterior, haver passado por uma “morte eventual programada” (que foi suspensa), ficara 15 minutos em pranto de alegria, orando em agradecimento a Deus por ver raiar, ainda no corpo de matéria densa, o já longínquo ano de 2003… Só depois de concluso este “transe anímico”, recordou-se do que lhe sucedera pouco antes, no dia 2 de novembro daquele ano. No Réveillon de chegada a 2012, a emoção fora menos intensa (com um Bernardo infinitamente mais sereno do que o do início da década passada); todavia, o padrão intuitivo-místico de impressões íntimas afigurava-se-lhe o mesmo. Diferentemente de 2003, entretanto, a experiência de morte eventual lhe seria comunicada pouco depois, e não antes do ritual de passagem coletivo… * * * * * * *
(A Cidade de Madalena – Romance Mediúnico, Capítulo 8º) Benjamin Teixeira de Aguiar, Meses haviam passado. Fui visitar Bernardo com missão específica, determinada por Nossos Maiores. Encontrei-o sentado numa poltrona, em estado meditativo. Muito sensitivo, não seria difícil fazer-me ouvir. Resolvi não me deixar perceber imediatamente, mas ele logo me flagrou a presença. – Meu filho… Por que esta resistência toda em receber meus relatos a respeito de sua reencarnação e tudo que aconteceu antes e em torno dela? – O senhor já sabe a resposta, e não creio que precise repetir – retrucou, incisivo, quase como se falasse a si mesmo. – As pessoas gostam muito… É importante para elas!… É um mito que constrói, define e dá propósito às vidas delas também… E todos precisam de um mito para viver… A réplica não se fez esperar: (Como agir perante a atitude incompreensível, em primeiro exame, de algum amigo ou conhecido.)
Momentos de grande tristeza e de grande alegria são reveladores, deixando às claras subliminaridades psicológicas dificilmente perceptíveis em circunstâncias normais. Há a famigerada atitude dos exploradores que se aproximam dos triunfadores (para usufruírem das sobras da vitória), mas existe também um psicotipo mórbido, muito pouco notado e comentado (até mesmo pelos que nele se enquadram, que só perceberiam suas motivações profundas se observassem o próprio comportamento), característico de pessoas que se comprazem na presença de fracassados e infelizes (ou dos que consideram derrotados e infortunados), para com isso se sentirem melhor, menos diminuídas, ante a problemática constituição de sua autoestima. Seu amigo cometeu uma grande gafe e não se deu conta. Você resolveu ser sincero e transparente, dizendo-lho – com muito traquejo, para lhe não ferir o ego. Após isso, em resposta ao seu gesto de consideração (quando, da parte dele, demonstrava crassa desconsideração), em vez de lhe pedir desculpas ou mesmo se portar com naturalidade, tentando compensar-se pela falta cometida, com alguma gentileza, ele silenciou ainda mais.
Mulher, gay, transexual, guerreira, gênio militar, médium e santa ao mesmo tempo – tudo isso em plena Idade Média! Quem poderia ser maior símbolo de vanguarda e vítima de perseguições gratuitas, por estar à frente demais de seu tempo, do que Joana d’Arc? Enviada direta das Alturas, entre 14 e 17 anos de idade, camponesa e analfabeta, fez o que nenhum general francês lograra realizar em um século da famosa “Guerra dos Cem Anos”, que dizimava a população francesa. Não poderia dar em outra: traída pelas autoridades de seu próprio povo e entregue aos ingleses que derrotara, foi queimada viva com apenas 19 anos!… (A Cidade de Madalena – Capítulo 7º) Benjamin de Aguiar Médiuns raros os que se aventuram a se expor diante de grandes multidões. Crucificam-se publicamente, sem que quase ninguém se dê conta, crivados de dardos psíquicos de centenas, milhares, ao mesmo tempo, desde a suspeita mais maldosa, às cobranças mais destemperadas e absurdas. Ele dá sinais de cansaço… Às vezes, não… Sorri por fora, mas provavelmente não ouves o canto dorido de tristeza que sai de seu peito, há longos anos… de uma voz rouquenha, que anseia por silenciar… Não porque queiram calá-lo… É ele próprio que não vê mais sentido em insistir em causa perdida, porquanto, se a plateia não quer ouvir, o preletor judicioso pode compreender que é invasivo prosseguir no discurso indesejado. Somente os muito sensíveis percebem. Mas, mesmo assim… Ele quer ficar, mas cogitam levá-lo de volta. Para que expô-lo ao ridículo dos cépticos, o escárnio dos perversos, a gritaria dos fanáticos e conservadores? Eles todos haverão de pagar – e muito caro – seus débitos escabrosos, com o Governo Oculto do Mundo, por agirem desta forma, com um Predestinado óbvio, e já começarão a pagar nesta vida… e, na outra, nem se sabe quanto!… Mas ele… para que tudo isso com ele?
A megaestrela internacional do cinema Angelina Jolie, em um de seus momentos de dedicação-exemplificação ao bem comum, em plena “aridez” (em todos os sentidos) do Continente Africano, vítima da “aridez” dos corações humanos de toda parte… Benjamin de Aguiar, O prato de pão à criança carente, o copo d’água potável para o passante sequioso, o olhar amistoso ao(à) profissional do sexo, o medicamento ou a assistência médica para o(a) idoso(a) desvalido(a) têm regime de urgência, não podem esperar que teorias sociológicas ou iniciativas governamentais de vulto prosperem e sejam bem implementadas, elidindo tais calamidades da face do globo – com relação aos profissionais do sexo, explicitemos: o preconceito, o desrespeito, o desprezo à humanidade do(a) outro(a). Hoje e agora são o momento de você ser fraterno(a); não amanhã ou em situações hipoteticamente apropriadas. Nós tornamos as circunstâncias adequadas à prática do bem. E quando não as há, criamo-las. Ser proativo e criativo não é matéria apenas avançada no currículo de administração de empresas e negócios, mas também de investimento, realização e transformação na seara cristã e humanista, para que se propiciem, no âmbito da superação das diferenças injustas de renda e nível sociocultural, conquistas efetivas e duradouras. A Verdade da Voz de Deus e um dos Motivos por que Tantos se Voltam contra Ele-Ela: o Ser Supremo É Verdade e não Capricho Humano Atendido.
(A Cidade de Madalena – capítulo 6º.) Benjamin de Aguiar, Um de nossos melhores irmãos em ideal de nossa Esfera de Ação, que trabalha com afinco, denodo e sintonia disciplinada com o Céu, acompanhou os últimos acontecimentos de uma Instituição do domínio material de existência ligada à nossa, na dimensão extrafísica de Vida, e procurou-nos, interrogativo, em palestra agradável e íntima, cuja publicação julgamos oportuna, dado seu caráter educativo, pelo tanto que poderia provocar de boas reflexões e, quiçá, de resoluções benfazejas, por parte dos encarnados que nos lessem os escritos psicografados. Licínio, que é estudante colaborador nos serviços de aconselhamento dos desencarnados e também de inspiração dos encarnados, aparenta haver acabado de ultrapassar os 30 anos de idade do plano material de vida, muito embora já haja deixado o envoltório de carne há mais de 20 e, na época, contava mais de 80 de idade. – Prezado padre Gustavo – abordou-me com o tratamento típico dos que jazem, de certa maneira, ainda presos aos hábitos terrenos, o que, neste particular, muito me apraz, como sabem, porque me identifico deveras com a condição de sacerdote –, li seu último artigo, em parceria com médium da superfície, e gostaria de lhe fazer algumas indagações concernentes a certos tópicos que me ficaram bailando no cérebro, sem terminações conclusivas, se isso lhe não soar abusivo ou se minhas perguntas não descambarem para o impertinente e invasivo. – Pois não, Licínio. Estamos em momento de estudos, relacionado a esta ordem de atividades. Dessarte, de modo algum me incomoda ou me põe em situação de desvio de rota de outras funções que me cabe cumprir. – Por que existem as perseguições religiosas, frequentemente, aos nossos amigos domiciliados no âmbito das reencarnações missionárias, ou seja: incumbidos de tarefas de vulto com as massas? Faço alusão a Lucila, por exemplo, proveniente da Cidade de Madalena, para expressiva tarefa perante as massas humanas, ignaras ainda, na superfície do globo… |
||||
|
Marca Registrada® 2012 Instituto Salto Quântico - Todos os Direitos Reservados |
||||