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(Temas Atuais e Intemporais – 02.) Delano Mothé, em diálogo com o Tema Atual: (Delano Mothé) – Você teria algo a nos dizer sobre a ocorrência do terremoto no Chile, ainda em meio aos esforços da comunidade global por prestar socorro às vítimas do Haiti?
(Questões da Atualidade – 01)
(Delano Mothé) – Quanto ao caso da baleia orca que, apesar de adestrada há muitos anos, acabou provocando a morte de sua treinadora, numa apresentação pública… Segundo a fonte na imprensa que eu consultei, o animal já havia dado sinais de agressividade antes. Você teria algo a nos dizer sobre isso? Há algum alerta ou lição embutidos nesta infeliz ocorrência?
[Theodore Bevry Olson (1940- )] Benjamin Teixeira (Benjamin Teixeira) – Eugênia, fiquei muito impressionado com o espocar da defesa ferrenha aos gays (no ponto específico do direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo), em considerando que um “monstro sagrado” do conservadorismo norte-americano, Ted Olson, um brilhante advogado de 69 anos, com 45 vitórias em 56 processos na Suprema Corte ianque, estaria, conforme relatos de íntimos, empolgado com a causa, a ponto de dizer ser a mais importante de sua vida. O que haveria por trás disso?
Benjamin Teixeira, (Benjamin Teixeira) – Querida Eugênia, na palestra da semana passada falei algo, sob Sua inspiração e de Seu Grupo de professores, sobre que gostaria de consultá-l’A: o fato de o ser humano ser “manhoso” por natureza. Você desejaria fazer algum apontamento a esse respeito?
Benjamin Teixeira, (Benjamin Teixeira) – Eugênia, você teria algo mais a dizer sobre a suspensão de mensagens mediúnicas pessoais, para alguns destinatários preferenciais, ou sobre o porquê de alguns, mesmo estando próximos e se dedicando muito à nossa obra, nunca as terem recebido? (*1) (Espírito Eugênia) – Compulse, por gentileza, o capítulo sétimo, versículos doze a dezenove do Evangelho de Lucas. Lá, notará a resposta que lhe propomos à questão do fenômeno do correio mediúnico e seus destinatários. Fico agradecida se me puder colher a mensagem agora. (BT) – Não entendi o que quis dizer da passagem.
Benjamin Teixeira, (Benjamin Teixeira) – Eugênia, é você? quer conversar agora? (Espírito Eugênia) – Sim. (BT) – Você quer me dizer alguma coisa? (EE) – Não. Quero que você me fale. (BT) – Sim. Mas achei que você tinha algum propósito, chamando-me até aqui. (EE) – Sem dúvida. Que dia é hoje?
Benjamin Teixeira,
(Mensagens Mediúnicas Pessoais – 29.)
(Eugênia) – Muito ajuizada sua postulação. Nossa amiga merece esclarecimentos mais amplos. Diga, assim, à querida reikiana que os escrúpulos a que foi orientada são muito sérios, e que, quando lhe sugeri os relativizasse, tinha em vista um ascendente que os respeita. Explicando-me melhor:
A pedido do Espírito Eugênia, começo por me confidenciar, historiando alguns tópicos de minha atual existência no plano material de vida. No início de 1983, pouco depois de completar 12 anos (outubro de 1982), li, pela primeira vez, o “Mito da Caverna”, de Platão. Uma experiência inesquecível e angustiante. Não só li uma vez, mas duas, três, quatro vezes… e continuei sem entender. Envergonhei-me profundamente de mim mesmo, não disse a ninguém – sigilo absoluto: levaria aquele segredo comigo para o túmulo. Certamente, possuía algum grave distúrbio neurológico: seria muito pouco apenas ter limitada inteligência. As palavras eram claras… e eu, simplesmente, não conseguia decodificar aquela doutrina abstrusa, complexa, hermética, inacessível – foi assim que se me afigurou a metáfora utilizada pelo grande filósofo da Antiguidade Clássica, para descrever o embotado da reflexão do plano das ideias no mundo das formas. Ficou tão evidente, para mim, que padecia algum morbo no cérebro, que cheguei a falar a esse respeito com uma médica a que minha mãe me levou, para tratamento das crises de asma que se me assomaram, na mesma época, no auge da ansiedade que me assolava. Riso escarninho de canto de boca da profissional de saúde, olhar compreensivo de minha mãe, que contemplava a cena das respostas irônicas da tal que seria (ou deveria ser) discípula de Hipócrates. (Trecho do filme “Quo Vadis”, de 1951.) [Instruções para execução do vídeo: A maior parte dos computadores permite a reprodução em tela cheia, bastando, para isso, dar dois cliques rápidos no centro, com o vídeo já em andamento. Benjamin Teixeira, (Benjamin Teixeira) – Eugênia, diante de narrações – escritas ou cinematografadas – do suplício dos cristãos dos primeiros tempos de nossa Era, é comum nos sentirmos muito inferiorizados, com a autoestima abatida, de permeio ao estímulo à nossa fé. Vemo-nos como quase fraudes, ante o exemplo sublime que aqueles santos dos primórdios do Cristianismo nos legaram. Teria você algo a dizer sobre isso? |
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