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Benjamin Teixeira, (Espírito Anônimo) – É (…) quem fala, Benjamin, avô de (…). (Benjamin Teixeira) – Olá, (…)! Que alegria! Há quanto tempo não conversamos…
Espírito Gustavo Henrique (Espírito Gustavo Henrique) – Benjamin, nossa tão cara Eugênia pede se lhe pergunte: por que você afirmou, na carta aberta aditada à postagem de ontem, abaixo da caixa de áudio do Culto do Evangelho, gravado ao vivo, ter aprendido muito com os que nele fizeram uso da palavra? (Benjamin Teixeira) – Porque, de fato, aprendi. Estava muito cansado, já amanhecendo o dia, quando pude me permitir ouvir o registro de voz do Culto desta quarta-feira, 9 de dezembro, e muito me senti gratificado. A bondosa Eugênia, por exemplo, misericordiosamente, acrescentava comentários às falas de cada um dos “ministros da palavra”, favorecendo-me entendimento mais profundo e amplo do que era explanado. [Instruções para execução do vídeo: A maior parte dos computadores permite a reprodução em tela cheia, bastando, para isso, dar dois cliques rápidos no centro, com o vídeo já em andamento.
Equipe Salto Quântico.] Benjamin Teixeira, em diálogo (Benjamin Teixeira) – Querido Padre Gustavo Henrique: Chico Xavier, num certo momento do programa “Pinga Fogo” de 20 de dezembro de 1971, da extinta TV Tupi, defende, ardorosamente, as Forças Armadas e a Ditadura em vigor, no país, naquela época medonha do “Ato Institucional nº 5”, mais conhecido como “AI-5” (assista-se ao arquivo da caixa de vídeo acima). Os argumentos de Chico foram curiosos, e senti uma camada subliminar de conteúdo no discurso do famoso médium e alma santa, de modo que, surpreendentemente, para mim mesmo, gostei do que ouvi, mas, simultaneamente, apesar de ter desdobrado um plano sutil de considerações, que julguei interessantes e defensáveis, padeci um misto de vergonha e apreensão, exatamente por estes sentimentos íntimos, em vista do absurdo crasso, em termos de filosofia política, que constitui uma ditadura, por contrariar os indiscutíveis ideais de democracia e liberdade individual, sobretudo se nos lembramos dos horrorosos abusos perpetrados nos bastidores da Ditadura daqueles macabros dias da pátria brasileira. Gostaria de ouvir sua opinião, concordando ou não com minhas ideias, por gentileza, se isso for possível e/ou autorizado. (Diálogo Mediúnico com o Espírito Gustavo Henrique.)
[A psicóloga Rozângela Alves Justino e membros da Ku Klux Klan, sobre que se lê na Wikipédia: “Ku Klux Klan (também conhecida como KKK) é o nome de várias organizações racistas dos Estados Unidos que apoiam a supremacia branca e o protestantismo (padrão conhecido também como WASP) em detrimento de outras religiões. A KKK, em seu período mais forte, foi localizada principalmente na região sul dos E.U.A., em estados como Texas e Mississippi”, não por acaso contados entre os mais retrógrados dos Estados Unidos. Evangelismo que persegue minorias... Isso no Brasil também???] Benjamin Teixeira, em diálogo Wagner Mendes, meu companheiro e Editor de Imagens de nosso site, propôs-me fazer – com plena anuência de Delano Mothé, Revisor de Textos de nossa Instituição e meu querido irmão do espírito, que presenciou o momento da sugestão do primeiro –, algumas perguntas, entrevistando-me em torno da temática palpitante, com vistas à publicação do resultado em nosso sítio eletrônico. Quando sentei-me a digitar, todavia, o Espírito manso e afável do Padre Gustavo Henrique dispôs-se a escrever, respondendo a Wagner. Assumi a condição de entrevistador. (Benjamin Teixeira) – O que o senhor teria a dizer sobre a entrevista das “páginas amarelas” da Revista Veja desta semana? (Diálogo com o Espírito Gustavo Henrique.) Benjamin Teixeira
(Benjamin Teixeira) – Querido Padre Gustavo, que bom que o senhor está aqui! Que saudade! Não nos víamos, assim, para conversar e escrever, a trabalhar, há muito tempo, não é? (Ensaio e Diálogo Mediúnico sobre Marlene Dietrich.) (Instruções para execução do vídeo: A maior parte dos computadores permite a reprodução em tela cheia, bastando, para isso, dar dois cliques rápidos no centro, com o vídeo já em andamento. Equipe Salto Quântico.) Benjamin Teixeira Ela chegou a receber o maior salário que uma mulher jamais houvera percebido até aqueles dias, pela atuação no papel principal de “O Jardim de Allah” – a estonteante cifra de duzentos mil dólares (em valores da época: 1936), um dos primeiros filmes rodados originalmente em cores de que se tem notícia. Continue lendo Benjamin Teixeira, (O grande senador romano sentou-se à mesa, com elegância impecável. Fora grande filósofo na Grécia Antiga. Na Roma dos Césares, intentara, por todos os meios, deter a fúria fratricida-genocida da espécie humana – na bestialização e expansão deste embrutecimento das primeiras conquistas da civilização –, por meio de engenhosas manobras da diplomacia e da articulação das influências palacianas, em torno do “grande augusto”: Nero. Estava ali, sentado, para responder-nos as perguntas.) (Benjamin) – Nobre Anacleto, por gentileza especial, poderia nos dizer alguma coisa sobre o que os componentes de nossa Escola de Pensamento – que guarda imensa afinidade com suas idéias defendidas, na condição de Sêneca, no Império Romano; quanto com as de Epicuro, na Grécia Antiga – devem fazer para fortalecer seus elos com nossa Organização e, principalmente, com o raio de sua influência pessoal, bem como com o de todos os mestres respeitáveis que a integram, no seu Plano Sublime de Vida? Continue lendo Benjamin Teixeira (Benjamin) – Bons amigos espirituais, alguém deseja falar? (Temístocles) – Sim, Benjamin, estamos aqui. (B) – Quem fala? (*1) (T) – Temístocles. Sua mãe (*2) enviou-me, para desenvolvermos uma palestra dialogada. (B) – Obrigado. Pretende tratar de algum assunto em particular? Continue lendo Benjamin Teixeira (Benjamin) – Temístocles, o que é o apaixonar-se? As pessoas procuram tanto esta experiência, como um equivalente da felicidade ou mesmo um símbolo do ápice da realização humana. (Temístocles) – Apaixonar-se, no sentido de enamorar-se intensamente de alguém, constitui um processo neurofisiológico de desativação parcial das funções de certas regiões nobres das circunvoluções cerebrais, de modo que o senso crítico fica eclipsado e a criatura sob seu efeito faz-se sem condições de perceber fidedignamente fatos e de avaliá-los com clareza. É por isso que, freqüentemente, quando alguém se vê subjugado por seus tentáculos, não logra enxergar obviedades a respeito do objeto de seu interesse maior, ao passo que todos mais (ou quase todos), de seu círculo de amigos e familiares, observam-nas com nitidez. O apaixonar-se tem, como escopo original, gerar um ofuscamento da razão, para que os fins de procriação sejam atendidos, até por intelectos lapidados (então empanados). Por conta desta vinculação intrínseca ao processo reprodutivo, a duração da paixão chegou a ser estimada entre 1 e meio a três anos e meio – tempo suficiente a que o casal venha a copular, parir e cuidar dos primeiros momentos de vida da cria. Todavia, dada a complexidade do ser humano – em particular, no seu nível atual de civilização, no orbe –, o fenômeno do apaixonar-se pode acontecer em situações intrincadas, que não correspondem mais ao seu projeto biológico-evolutivo primordial, como a paixão por pessoas do mesmo sexo ou mais velhas (não mais férteis), que naturalmente não podem atender aos apelos da reprodução, como resultado deste encantamento de base neurofisiológica. (B) – Mas a paixão não pode ser boa?
Benjamin Teixeira,
Após uma hora e meia de conversação psíquica com Eugênia, fiz uma breve e muito leve refeição, ao cair da tarde neste quase-inverno dos Estados Unidos (temperatura oscilando em torno de 0ºC), e tornei ao computador, para receber o artigo a publicar no site. A mentora espiritual notificou que não seria ela a emitir a lição, nesta oportunidade, pedindo-me que abrisse os canais mediúnicos para outra personalidade do Plano do Bem. Assim, desfocando, provisoriamente, meu psiquismo da freqüência da mestra desencarnada – mas mantendo o diapasão na faixa da Espiritualidade Amiga, para impedir a intromissão de agentes perturbadores dos níveis mais baixos de vibração –, lancei a pergunta mental que se segue, elemento seminal do diálogo mediúnico hoje publicado como “mensagem do dia” neste nosso sítio eletrônico. |
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