A Austeridade do Grande Sábio – A Controversa e Aparentemente Conservadora Fala da Sabedoria Intemporal.

Delano Mothé e Benjamin Teixeira,
em diálogo com o
Espírito Anacleto.

(Espírito Anacleto) – A castidade (mesmo que dentro de relacionamentos conjugais saudáveis – ou seja: a abstenção dos excessos), a contenção dos impulsos primitivos à promiscuidade indiscriminada do reino animal, o respeito ao direito de negativa do outro, pela consideração a seus sentimentos e escolhas pessoais, fizeram com que o estupro, a pedofilia e o incesto se convertessem em tabus internacionais, mas também em princípios criminógenos perfeitamente compreensíveis e igualmente considerados como generalizados e incontestáveis. Nesta época de acertadíssimo combate a preconceitos arquimilenares, libertando as almas da opressão e do obscurantismo medieval, importante não recairmos no outro extremo do espectro: desmerecer o valor dos fundamentos da sociedade, ou ela pode derruir sobre si mesma, implodindo-se pelos seus alicerces.

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Necessidade da Disciplina de Lazer e Descanso.

Benjamin Teixeira,
em diálogo com um
espírito anônimo.

(Espírito Anônimo) – É (…) quem fala, Benjamin, avô de (…).

(Benjamin Teixeira) – Olá, (…)! Que alegria! Há quanto tempo não conversamos…

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Jogo Rápido com Benjamin Teixeira – um Bate-papo sobre Ego, Vaidade e Exercício de Humildade.


Espírito Gustavo Henrique
entrevista
Benjamin Teixeira.

(Espírito Gustavo Henrique) – Benjamin, nossa tão cara Eugênia pede se lhe pergunte: por que você afirmou, na carta aberta aditada à postagem de ontem, abaixo da caixa de áudio do Culto do Evangelho, gravado ao vivo, ter aprendido muito com os que nele fizeram uso da palavra?

(Benjamin Teixeira) – Porque, de fato, aprendi. Estava muito cansado, já amanhecendo o dia, quando pude me permitir ouvir o registro de voz do Culto desta quarta-feira, 9 de dezembro, e muito me senti gratificado. A bondosa Eugênia, por exemplo, misericordiosamente, acrescentava comentários às falas de cada um dos “ministros da palavra”, favorecendo-me entendimento mais profundo e amplo do que era explanado.

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Disciplina, Leis e Tirania (Vídeo com Chico Xavier e Diálogo Mediúnico Esclarecedor – abaixo da caixa de vídeo).

[Instruções para execução do vídeo:

A maior parte dos computadores permite a reprodução em tela cheia, bastando, para isso, dar dois cliques rápidos no centro, com o vídeo já em andamento.
Caso não seja possível a execução do vídeo dentro do seu navegador de internet, sugerimos o download do mesmo, para que ele seja reproduzido a partir de seu computador. O tempo de download é equivalente ao necessário para carregá-lo completamente aqui em nosso site. Para tanto, clique com o botão direito na imagem acima, selecione a opção “Salvar destino como” (ou “Salvar URL como”, ou ainda “Salvar link como”), defina onde o vídeo deverá ser salvo e aguarde até que o download se complete.

Se porventura ocorrer alguma falha no download, esse problema pode ser solucionado com a utilização de um gerenciador de downloads, como o Download Accelerator Plus ou o Orbit, ambos gratuitos.

Equipe Salto Quântico.]

Benjamin Teixeira, em diálogo
com o Espírito Gustavo Henrique.

(Benjamin Teixeira) – Querido Padre Gustavo Henrique: Chico Xavier, num certo momento do programa “Pinga Fogo” de 20 de dezembro de 1971, da extinta TV Tupi, defende, ardorosamente, as Forças Armadas e a Ditadura em vigor, no país, naquela época medonha do “Ato Institucional nº 5”, mais conhecido como “AI-5” (assista-se ao arquivo da caixa de vídeo acima). Os argumentos de Chico foram curiosos, e senti uma camada subliminar de conteúdo no discurso do famoso médium e alma santa, de modo que, surpreendentemente, para mim mesmo, gostei do que ouvi, mas, simultaneamente, apesar de ter desdobrado um plano sutil de considerações, que julguei interessantes e defensáveis, padeci um misto de vergonha e apreensão, exatamente por estes sentimentos íntimos, em vista do absurdo crasso, em termos de filosofia política, que constitui uma ditadura, por contrariar os indiscutíveis ideais de democracia e liberdade individual, sobretudo se nos lembramos dos horrorosos abusos perpetrados nos bastidores da Ditadura daqueles macabros dias da pátria brasileira. Gostaria de ouvir sua opinião, concordando ou não com minhas ideias, por gentileza, se isso for possível e/ou autorizado.

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Mascarada, como Outros Mascarados Históricos, Psicóloga Antiética Evangélica Concede Entrevista à Revista Veja, Afirmando Curar Homossexuais.

(Diálogo Mediúnico com o Espírito Gustavo Henrique.)

[A psicóloga Rozângela Alves Justino e membros da Ku Klux Klan, sobre que se lê na Wikipédia: “Ku Klux Klan (também conhecida como KKK) é o nome de várias organizações racistas dos Estados Unidos que apoiam a supremacia branca e o protestantismo (padrão conhecido também como WASP) em detrimento de outras religiões. A KKK, em seu período mais forte, foi localizada principalmente na região sul dos E.U.A., em estados como Texas e Mississippi”, não por acaso contados entre os mais retrógrados dos Estados Unidos. Evangelismo que persegue minorias... Isso no Brasil também???]

Benjamin Teixeira, em diálogo
com o Espírito Gustavo Henrique.

Wagner Mendes, meu companheiro e Editor de Imagens de nosso site, propôs-me fazer – com plena anuência de Delano Mothé, Revisor de Textos de nossa Instituição e meu querido irmão do espírito, que presenciou o momento da sugestão do primeiro –, algumas perguntas, entrevistando-me em torno da temática palpitante, com vistas à publicação do resultado em nosso sítio eletrônico. Quando sentei-me a digitar, todavia, o Espírito manso e afável do Padre Gustavo Henrique dispôs-se a escrever, respondendo a Wagner. Assumi a condição de entrevistador.

(Benjamin Teixeira) – O que o senhor teria a dizer sobre a entrevista das “páginas amarelas” da Revista Veja desta semana?

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Guias Espirituais, Prática da Oração, Frequência a Atividades Religiosas.

(Diálogo com o Espírito Gustavo Henrique.)

Benjamin Teixeira
pelo Espírito Gustavo Henrique.

(Benjamin Teixeira) – Querido Padre Gustavo, que bom que o senhor está aqui! Que saudade! Não nos víamos, assim, para conversar e escrever, a trabalhar, há muito tempo, não é?

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