Boletins da Visita de MARIA Cristo 2019

12 de julho de 2019
 

Boletim da Visita de MARIA Cristo 2019¹ – 05

Entrevista com uma Mãe Espiritual de coletividades

Neste período de aproximação gradual da Mãe Maior da humanidade terrena, até Sua breve Visita à superfície de nosso planeta, a nobre Orientadora Espiritual Eugênia-Aspásia avisou-me que estava programada uma entrevista mediúnica, com ilustre figura do Mundo Espiritual.

Encontrei minha interlocutora – que comporá o séquito da Mãe Celeste, em Sua Chegada à crosta terrestre –, em mimoso caramanchão, vestida com simplicidade e leveza, à moda francesa dos anos 1850 (ela estava reencarnada à época, em Paris), sem, todavia, a armação metálica que fazia o efeito da “saia balão”.

A distintíssima figura de mãe de coletividades recebeu-me com seu característico sorriso largo e acenou delicadamente para que me sentasse ante ela.

Após cumprimentos ligeiros, embevecido com a presença tão doce e amada, cônscio da exiguidade do tempo que teria com ela, perguntei, sem rodeios:

(BTA) – Irmã Cândida, você foi médium muito prolífera e conhecida, no século passado. Desculpe antecipar o tema. Mas intuo que seja sobre ele que a senhora deseje falar. Estou certo?

(IC) – Sim. Entristece-me o uso inconsequente do meu nome.

(BTA) – O que posso fazer pela senhora?

(IC) – Reiterar a antiga lição, para lidadores do intercâmbio entre dimensões de consciência, de que a autoria dos Espíritos, nas mensagens mediúnicas, não é importante, e sim o conteúdo delas. Quando comecei a publicar as psicografias de nosso venerável Guia Espiritual, ele não era conhecido, no plano físico de existência, sobremaneira pelo nome ostentado, na subscrição dos escritos mediúnicos que eu recebia. O que o celebrizou foi a relevância evidente de suas ideias, a elevação de sua alma, alcandorada nos testemunhos heroicos e no devotamento à Causa Cristã, século sobre século.

(BTA) – É lamentável. Essa questão da autoria espiritual é bem conhecida… Mas há uma teimosia nesse particular…

(IC) – Sabia que isso aconteceria, em torno de minha pessoa. Por isso, tomei algumas providências, antes de meu último desenlace carnal, que não foram, entretanto, observadas. Estou aqui, assim – embora seja sabido que seres levianos não nos ouviriam de qualquer modo –, para registrar minha súplica aos corações de boa vontade, uma exortação ao exame sensato quanto à qualidade moral de supostos comunicados mediúnicos propostos por alguns irmãos encarnados, sequiosos de popularidade, ainda não adestrados para o trato com suas próprias mazelas interiores. Alguns chegam ao disparate de fazerem pseudorrevelações sobre minha desimportante personalidade, adentrando, desvestidos de pudor, assuntos de minha intimidade sobre os quais jamais tangenciei, quando encarnada, em público. Seria de se concluir, portanto, que muito menos faria isso agora.

(BTA) – E há audiência sempre pronta para esses espetáculos de fraude, consciente ou não…

(IC) – Sim, o velho vício humano por novidades e emoções diferentes, quando não de desfrutar de atenção e destaque por parte da Espiritualidade Superior, mais comum, trágica ironia, em quem não está agindo de modo a justificar essa “preferência” de que se sente credor.

(BTA) – Mais algo a senhora gostaria de dizer sobre a temática?

(IC) – Não sobre o tópico específico. Agradeço a oportunidade da breve palestra. Lembre apenas a nossos amigos encarnados que devemos palmilhar a estrada, proposta por Nosso Mestre e Senhor Jesus, de dignificação de nossos espíritos eternos, por meio da prática da caridade cristã, em todas as circunstâncias da vida, a começar das comezinhas situações do dia a dia, no seio doméstico. A ânsia por relevo social e prestígio, mormente no campo da Espiritualidade, pode corromper os melhores caracteres, degenerando as mais belas florações de ideal. Que deixemos, para os que foram preparados para tanto, o mister das missões mais difíceis, diante da multidão, porque esses compreendem, com clareza, tratar-se o realce público, no campo da condução de consciências a Deus, de pesada cruz a lhes macerar os ombros d’alma, por isso revelando-se cônscios de manter o foco no sentido do dever a cumprir, atendendo aos Desígnios Divinos a seu e a respeito dos que lhe sofrem a benfazeja influência.

(Benjamin Teixeira de Aguiar, em diálogo com o Espírito Irmã Cândida, em 12 de julho de 2019.)

1 Iate Clube de Aracaju, 4 de agosto, 19h, entrada franca (donativos proibidos). Transmissão ao vivo por nosso canal YouTube.

Visita de MARIA Cristo 2019 – convite de Benjamin Teixeira de Aguiar

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