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23 de fevereiro de 2019
 

O enviado celeste que é um “perigo” para seus inimigos

O enviado

Tenho quatro espíritos muito ligados a meu coração, que estão atualmente reencarnados, trabalhando na mesma Organização a que também presto assistência. Três deles foram filhos e filha biológicos (em reencarnações distintas) e o quarto, por quem tenho alta estima e respeito, foi companheiro de atividades, antes de se asilar no veículo de matéria densa, como dirigente do núcleo de socorro e esclarecimento que denominamos carinhosamente de Instituto Voltaire.

Muitas outras almas amigas labutam em nossos grupos, tanto na dimensão física como na extrafísica de vida. Mas essas quatro personalidades me são especialmente caras. Recentemente, por sinal, revelei-me mãe doutros tempos para aquela que hoje enverga organismo feminino. Ela já tinha notícias de mim, mas não sabia desse gênero mais profundo de laço espiritual que nos liga os corações.

Há décadas, acompanhamos o professor Gerard (aquele que fora diretor do Voltaire) proferir discursos contundentes, em meios de comunicação de massa, contra preconceitos e atitudes reacionárias e hipócritas de indivíduos e de expressivos segmentos sociais, além de fazer revelações atordoantes a respeito de sua própria biografia, portas adentro da Instituição a que sirvo e que ele preside no campo material de existência, algumas delas (embora menos íntimas, mas não menos atrevidas) propaladas para grandes públicos.

A transparência que salva, a coragem de abrir-se que inspira, a determinação de sobrevivente heroico que fomenta o otimismo, a fé e a esperança em corações despedaçados, que encontramos aos magotes inumeráveis, neste orbe espiritualmente ignaro…

Seguidor autêntico de Nosso Mestre e Senhor Jesus, põe sempre os vínculos e compromissos espirituais acima de qualquer tabu de tradicionalismo familiar, social, religioso, cultural ou sexual, muitas vezes plenamente consciente de estar passando uma imagem menos admirável ou menos respeitável de si, exatamente quando mais acerta aos olhos da Espiritualidade Maior.

Vimo-lo, qual patriarca de tempos primordiais do Cristianismo, ao modo de Pedro Apóstolo (como registrado no início do capítulo 5 de Atos), “invocar”, diante de centenas de testemunhas, o decesso carnal de uma pessoa, o que redundou em hospitalização e morte física em espaço de três dias.

E, para aqueles que ainda nutrissem alguma dúvida sobre a importância e legitimidade que as Autoridades Espirituais querem imprimir ao discurso mediúnico salvador que ele canaliza, outro fenômeno aconteceu, mais impressionante ainda, reportando-nos aos eventos ocorridos em torno dos primeiros epígonos do Cristianismo fundamental. Gerard, expondo solenemente sua condição de representante do Domínio Sublime de Consciência, mais uma vez publicamente e com registros eletrônicos comprobatórios, chamou de volta à vida uma jovem senhora desenganada pela medicina terrena, às vascas da libertação final do casulo orgânico, sendo-lhe então devolvida a plenitude da saúde física…

Muitos outros Sinais do Céu circundam os passos do porta-voz do Cristo, ano sobre ano… No entanto, se fizeram o que fizeram ao Mestre Supremo, quando Ele esteve na Terra, como não haveria injustiças cruentas em relação a Seu discípulo endossado por prodígios inequivocamente provenientes de Deus? Dessarte, sua passagem e ação no mundo são cercadas de suspeita, maledicência e hostilidade gratuitas…

Nada a estranhar. O mesmo aconteceu nas encarnações de todos os genuínos embaixadores das Alturas. Nunca foram eles recebidos com amabilidade pelos seus contemporâneos e conterrâneos. Caso contrário, não estariam servindo à moral mais avançada que disseminavam (vista, por isso mesmo, como escandalosa), nem estariam provocando a evolução das comunidades de que eram partícipes.

Conforme asseverou Nosso Senhor: “Quem tiver olhos de ver, que veja”. Melhor para aqueles que conseguem enxergar o que é óbvio: beneficiam-se com a Mensagem de que o professor de Espiritualidade se faz portador e ainda têm a oportunidade honrosa de colaborar com a Obra pela qual ele é o maior responsável na crosta terrestre, Obra essa que provém de Inefáveis Gênios Celestes, de Quem, amiúde, não ousamos sequer pronunciar os Nomes…

Para aqueloutros que não veem, em contrapartida, o prejuízo e o carma lhes podem ser imensos, ainda para a presente reencarnação, sobremaneira quando se colocam (ostensivamente ou de modo dissimulado) contra o Que não compreendem… não importando o quanto se sintam com razão ou apoiados por seus pares ou por convenções e moralismos relativos a época e cultura específicas (normalmente hipócritas), porque, como alertou severamente o Mestre Maior, não passam de “cegos condutores de cegos: cairão todos no abismo…”

Irmã Brígida (Espírito)
Benjamin Teixeira de Aguiar (médium)
Woodstock, Connecticut, EUA
23 de fevereiro de 2019


Adendo do médium
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Prezados(as) irmãos(ãs) em humanidade:

Nossos(as) Amigos(as) Espirituais pediram-me que sumariasse alguma coisa do que ocorreu antes da recepção da psicografia aqui publicada.

A adorável Irmã Brígida apareceu-me, no início desta madrugada (conforme horário da Costa Leste norte-americana), toldada de um encanto que diria “sobrenatural”, lembrando-me algo do status celeste da Mestra Eugênia-Aspásia e remetendo-me, no sentido estético e na atitude, por assim dizer, às vestais da Antiga Roma.

Sua imagem surgiu próxima à mesa em que eu, Delano (Mothé), Wagner (de Aguiar) e Marcone (Vieira) conversávamos fraternalmente, após a conclusão de nossa Prática diária do Evangelho. Emocionei-me um pouco com as irradiações excelsas de que a Mensageira se fazia emissária e, decorridos alguns instantes, consegui me recompor. Ela então começou a falar (enquanto eu lhe repetia as palavras para os demais) em consonância com Aquela que foi Aspásia de Mileto (e que se mantinha à distância, mas visível às minhas percepções), evidenciando-se entre as duas Figuras Femininas uma paridade e/ou justaposição psíquica de uma beleza – permitam utilizar o clichê – intraduzível em linguagem humana.

Primeiramente, dirigiram-se, em sinergia espiritual, aos três irmãos em Ideal encarnados, destacando assuntos de seus pensamentos e sentimentos do dia, com detalhes curiosos, pitorescos e completamente não deduzíveis – informações essas a que nenhuma pessoa encarnada poderia ter acesso. Depois, passaram a apresentar diretrizes sábias e esclarecedoras para departamentos da Organização. E, findo o momento de manifestação mediúnica em pequeno grupo, a Enviada dos Cristos de Deus, Eugênia-Aspásia, informou-me que Irmã Brígida desejava escrever por meu intermédio, em Nome de Seres do Plano Sublime de Consciência. O resultado foi a mensagem acima.

Benjamin Teixeira de Aguiar





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