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18 de maio de 2018
 

Paradoxos inexoráveis da verdadeira Espiritualidade

Eugene-Ernest Hillemacher 1818-1887

Muito frequentemente, encontramos gente desiludida quanto ao tema “Deus e Espiritualidade”, por teimar em abordar a tão intrincada e avançada questão de uma ótica francamente infantil, a despeito de, aqui ou ali, aparecerem contestações elaboradas – pseudointeligentes – contra a fé, que tentam, muito mal, camuflar a imaturidade que lhes subjaz.

Não se incomode com as contradições – em nível superficial de análise – vinculadas às suas práticas de oração e/ou meditação.

Catarses, afloramento de antigas marcas emocionais, dessa ou de outras vidas, conflitos com vetores reativos da psique à experiência espiritual amiúde comparecem, em ciclos de ataque e resistência ao esforço de transcendência levado a efeito pelos(as) buscadores(as) da Luz.

A avaliação do empenho e dos métodos deve ser focada no médio e, primacialmente, no longo prazos. Na perspectiva de curto prazo, há tantos tropeços, que facilmente uma pessoa desistirá do hábito essencial, como é o mais comum ocorrer na Terra dos dias de hoje.

Sentir-se bem, em estado de graça, durante o exercício espiritual, perceber rápidos resultados psicológicos e mesmo a resolução imediata de problemas não pode constituir o campo único de expectativas de quem pretenda ser um(a) autêntico(a) discípulo(a) da “Verdade Divina”.

A vivência místico-espiritual, como máximo arcabouço de refinamento da condição humana, de expansão da lucidez, de elevação da consciência, é permeada, como não poderia deixar de ser, de complexidades, ambiguidades, desafios e paradoxos inconcebíveis para o(a) aprendiz iniciante na infinita jornada da genuína Transcendência…

Eugênia-Aspásia (Espírito)
Benjamin Teixeira de Aguiar (médium)
17 de maio de 2018




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