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13 de maio de 2018
 

Oração e Reflexão em Voz Alta – 13/05/2018

Benjamin Teixeira de Aguiar e o Espírito Eugênia-Aspásia

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Excertos destacados:

Deus é Pai e Mãe, obviamente, como Ser Absoluto. Está acima de todos os polos psicossexuais ou psicológicos, os binômios humanos, os pares de opostos – limitações perceptivas de nossa condição hominal, nada condizentes com a Realidade Eterna, Mística, Infinita do Criador-Criadora!

Maternidade Divina, Deus-Mãe, ajude-nos a sentir a necessidade de celebrar a maternidade dentro de nós próprios(as), não importando o nosso gênero ou orientação sexual, se somos pais ou mães, biológicos(as) ou não, encarnados(as) ou desencarnados(as). Importa, sim, a vivência-compromisso essencial de toda criatura: de dar-se, entregar-se, servir com espírito de incondicionalidade, para que um dia possamos distender esse tipo de fraternidade universal por todas as pessoas.

Compreendamos figuras maternas como humanas, assim como as de filhos e filhas também, personalidades limitadas, vulneráveis, falíveis. E, em vez de reclamarmos que outrem não deu o amor que não pode nos conceder, sejamos nós a ativar, dentro de nossos próprios corações, a geratriz do afeto, da atenção, da doação que esperaríamos receber. Ao fazermos isso, seremos premiados(as) com o resultado inexoravelmente benéfico de nossa boa ação. Muitas vezes, não pelo meio que esperamos, mas, com absoluta segurança, pela lei do carma, a lei das compensações.

A lei de causa e efeito nos traz de volta aquilo que damos de nós mesmos(as). E, muitas vezes, recebemos, além do que merecemos, o de que precisamos, mas o de que precisamos realmente, não aquilo que caprichosamente ou de modo voluntarioso imaginamos seja a nossa necessidade ou cremos que Deus nos deva conceder.

Ajude-nos, ó Divindade Materna, a sermos mais acolhedores, receptivas, mais amorosos, carinhosas, mais compreensivos, tolerantes, mais servidores, solidárias, fazendo de cada dia uma marcha continua, um hino permanente de amor… Se não sentimos o amor no sentido de arrebatamento e entusiasmo constantes, que o sintamos como fraternidade disciplinar, como caridade externamente condicionada.

Que, aos poucos, eduquemos nossos sentimentos e atraiamos em nossa direção o Olhar Materno da Senhora, que tudo vê, que sempre atende as nossas orações, embora não correspondendo necessariamente às nossas expectativas humanas, mas sempre ao que nos seja melhor, porque a Sua Vontade é sempre a nossa verdadeira felicidade.

Em vez de ficarmos presos(as) a ressentimentos do passado ou a expectativas em relação ao futuro, sejamos agentes do afeto, do serviço, da bondade que esperamos receber. Sem dúvida, não precisamos tolerar abusos de quem queira apenas parasitar a boa vontade alheia. Afastemo-nos dessas pessoas e nos aproximemos daqueloutras que estejam prontas a aproveitar construtivamente o que temos a oferecer.




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