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10 de março de 2018
 

Breviário de horrores sobre o machismo em nossa cultura

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Há quem propale o despautério de ser desnecessária a campanha pela valorização da Feminilidade, como se fosse uma causa antiquada que já houvesse cumprido sua missão.

Todavia, em português se costuma dizer: “valorizar O femininO”.

Até em idiomas mais neutros, no que tange ao gênero, qual o inglês, refere-se a Deus, quase exclusivamente, como “Ele”.

Em nossa civilização cristã, só Jesus é considerado um Cristo, e causa estupor o afirmarmos que Maria Santíssima também é um Cristo, um Ser de patamar evolutivo búdico, como Seu Filho.

E só para oferecer um acabamento quase assustador a este brevíssimo ensaio sobre o quadro de machismo que impera em nossa cultura, as próprias mulheres, em expressivo e chocante percentual, preferem ser chefiadas por homens ou consultar profissionais do outro gênero, mesmo no que concerne à intimidade extrema da ginecologia – com todo o respeito aos médicos dessa especialidade: o problema, a nosso ver, está nelas, não neles.

Cogitemos, sim, da defesa da humanidade representada em corpos femininos, pelo combate à opressão e à violência perpetradas por parte dos que trafegam em organismos humanos masculinos, no mundo físico, mas não nos esqueçamos do trabalho fundamental correlato de conscientização das próprias mulheres, quanto ao valor de sua Feminilidade… tantas vezes atacada, por elas mesmas, nossas irmãs encarnadas e desencarnadas, com base em falácias vergonhosas, como a ideia generalizada de que não poderíamos ser dignas de confiança, de que seríamos de modo geral falsas, apenas por portarmos um potencial da mente mais aguçado, em relação à maioria dos companheiros do sexo oposto: justamente a habilidade psicológica para nos proteger da brutalidade de homens primitivos e/ou egoicos, por meio de refinamentos nos instrumentais utilizados em relacionamentos interpessoais.

Eugênia-Aspásia (Espírito)
Benjamin Teixeira de Aguiar (médium)
Psicografia recebida em 8 de março de 2018




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