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14 de julho de 2017
 

Uma perigosa hipnose moderna

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Nesta modernidade que dissemina a hipnótica loucura da busca de liberdade individual a todo custo, inclusive ao preço de se sacrificarem valores mais altos, como o da igualdade e da fraternidade entre todos os seres humanos, cabem-nos algumas breves (embora graves) reflexões.

Aproveitando o ensejo deste dia de celebração da “Liberdade de Pensamento”, em que, no ano de 1789, aconteceu a célebre “Queda da Bastilha”, o mais emblemático momento da Revolução Francesa, tão significativa para a história de nossa civilização no planeta, partilhamos, por solicitação dos(as) Mestres(as) Espirituais, a mensagem que se segue, dirigida a um colaborador da Causa, imbuído de boas intenções (sou testemunha disso), que se flagrou num deslize não compatível com seu patamar de conhecimento e, portanto, de responsabilidades espirituais.

Tendo abertura e coragem para desabafar comigo, à distância, por via eletrônica, sobre sua arrogância e teimosia em desrespeitar seus próprios princípios e prioridades de Vida, dispus-me a lhe responder a missiva digital, quando Eugênia-Aspásia, nossa Ilustre Amiga livre da matéria densa, “tomou-me a mão” e redigiu a peça de simplicidade e sabedoria seminais, aplicável a todo(a) discípulo(a) sincero(a) do bem:

Prezado amigo:

Estou convicta de que você aproveitará bem a oportunidade e a época especiais de reflexão que se descortinaram (e que ainda se descortinam) para todos(as) nós, em tão grave crise nacional e planetária que atravessamos, como revela a imprensa de boa qualidade.

Erros grandes costumam ocorrer ladeados de grandes acertos. É o famigerado e universal fenômeno das polarizações nas forças da Vida, dentro e fora de nossas almas!… Que o diga a história das religiões, da política, das realizações científicas e econômicas de vulto… Que o digam religiosos(as), políticos(as), acadêmicos(as), empresários(as) de hoje…

Reconhecer essa tão deplorável tendência humana pode-nos ser salvador. E mais eficaz ainda na salvação de nós próprios(as) é tomarmos medidas pragmáticas no combate às ervas daninhas da hipocrisia farisaica e do distanciamento em relação a Deus, empenhando-nos na prática sincera, sentida e sistemática do bem, assim como no devotamento autenticamente humilde ao(à) Criador(a) e à Sua Magnânima Vontade, por meio da submissão de nosso ego e seus caprichos à voz-orientação de nossa consciência-intuição-vocação-à-fraternidade!

Eugênia-Aspásia (Espírito)
Benjamin Teixeira de Aguiar (médium)
14 de julho de 2017




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