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12 de maio de 2016
 

No instante grave da cruz

Agradece, coração nobre e bom, a condecoração de uma tarefa difícil e dolorosa que te foi confiada. O cansaço que te excrucia a alma é mensageiro das imensas alegrias que estão por vir.

Não interpretes que teu destino inteiro, na presente existência, consistirá em uma mera prolongação da amargura que ora atravessas.

As oscilações da vida representam, amiúde, tão só os fluxos e refluxos da maré de eventos ou, n’outra metáfora, os polos da corrente elétrica da alma, a fim de que haja dinamismo e potencial de propulsão suficientes para a realização de todas as incumbências que te foram designadas.

Recorda-te, outrossim, de que os padecimentos mais atrozes costumam anteceder a alvorada de uma nova fase de possibilidades de alegria, o renascimento, a renovação, a transformação de caminhos, atitudes, relacionamentos e situações, nos passos de uma pessoa.

Por fim, persevera agora, para colheres os frutos mais adiante, porquanto, somente em suportando a canícula escaldante durante a semeadura, os odores fétidos da adubação e o lodaçal dos processos de irrigação, pode alguém se candidatar à expectativa plausível de ver suas plantações, canteiros ou jardins, pomares ou até pântanos, trazerem os frutos, as flores e o verde que deles se podem esperar… e colher!…

Espíritos Irmã Brígida e Gustavo Henrique
Médium: Benjamin Teixeira de Aguiar
28 de janeiro de 2016






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