Espírito Clóvis

11 de setembro de 2014
 

Felicidade é…

Benjamin Teixeira de Aguiar
por Espíritos diversos.

Resultado de uma conduta pautada pela decência para com os semelhantes, coerência para consigo mesmo(a), devoção para com Deus, por meio da realização da própria vocação.
(Pe. Gustavo Henrique)

Inteligência e criatividade, espírito esportivo e tranquilidade, no empenho por oferecer o melhor pelo bem comum, cumprindo o propósito designado por Força Maior para a própria existência, dentro ou fora de corpos materiais.
(Dr. Temístocles)

Ser você mesmo(a), sem hipocrisias, com foco no ideal. Fora disso, meu querido, minha querida… você está… – palavra censurada, mas que me recuso a substituir por um sucedâneo elegante.
(Roberto Daniel)

A orquestração criteriosa de toda a constelação psicológica, para que cada subpersonalidade componente do Eu-total tenha oportunidade de se manifestar, por meio dos filtros de prioridade determinados pelo Eu-Divino, o Centro último do indivíduo. A criança lúdica ou mimada, o animal faminto mas puro, o feminino acolhedor e inspirador, o guerreiro valente e executivo, todos concatenados pelo(a) sábio(a) interior.
(Dr. Demétrius)

Ter o coração sintonizado com Jesus, pela prática contínua e variada da caridade em relação a qualquer criatura do Senhor.
(Irmã Brígida)

Ser prático(a) em atender às diversas dimensões de si, com equilíbrio: física, psicológica, profissional, social, com expectativas razoáveis e, quanto possível, modestas, para que a inveja ou fantasias narcisistas não substituam o princípio de priorizar o que importa, acima de tudo: o que diga respeito ao Espírito imortal, porque, desse modo, como lecionou Jesus, as demais coisas serão acrescentadas.
(Lucas Desiderium)

Falar a verdade para si sempre, dosar a verdade às condições de percepção de cada pessoa, ocultar a verdade dos perversos e cínicos. E, como meta precípua de vida, buscar, com paixão e perseverança, patamares mais altos de verdade, porque a verdade pessoal é invariavelmente relativa, distorcida, limitada e não dispensa as contribuições intermináveis da evolução espiritual, em graus infinitos rumo à Verdade Eterna e Absoluta de Deus!…
(Egberto de Alexandria)

Devoção à família, seja a biológica, a dos amigos do coração ou a humanidade inteira, no nível em que cada um se encontre, de entendimento deste conceito.
(Elvira Dias)

Não obedecer a expectativas externas, mas sim aos reclamos da própria natureza ou missão pessoal. E atender, com coragem e determinação, a todas as demandas consequentes das inevitáveis e sistemáticas adversidades que surgem para os que têm a audácia de não ceder à moral ou a valores dominantes, em determinada época ou cultura em que estejam inseridos.
(Renato Otaviano)

Ser lógico(a) o bastante para compreender que a lógica não abarca toda a complexidade da vida, e que somente com a abertura ao suprarracional é possível ter uma noção mais realista e completa da inextricável subjetividade que permeia o universo de Deus. Em suma: adotar uma visão de mundo que inclua o Divino na Criação, ou você terá que facear a angústia do caos e da falta de significado da vida e da insignificância substancial de sua própria existência, da total ausência de valor de sua consciência…
(Clóvis Mozart Teixeira)

Autoconhecimento e tudo que a isso seja atinente: psicoterapia, estudo de assuntos espirituais, engajamento em grupos de apoio para a concretização dos projetos concernentes aos impulsos d’alma que se pressintam justos e bons.
(Dra. Lidiane)

Oração diária, frequência a um grupo religioso da própria predileção, terapia semanal, culto diário do Evangelho e… juízo!… o que Jesus chamou de “vigiai”, porque é sempre muito fácil nos deixarmos seduzir pelas vagas do momento…
(Maria Luíza)

Dedicação integral ao Que se acredita, percebe ou intui ser a Vontade de Deus para si, ajustando essa compreensão ininterruptamente, de conformidade com novos conhecimentos adquiridos, com a experiência amealhada com o tempo. A Vontade de Deus, se corretamente interpretada, necessariamente representa o melhor para o indivíduo e para a coletividade.
(Matheus-Anacleto)

Um direito universal, um dever para consigo próprio(a), um carma-desafio para os(as) mais lúcidos(as), um termômetro que sinaliza o caminho mais certo a seguir. Mas jamais constituirá alegria imediata, constante ou irresponsável, porque somente nos esforços à transcendência e nos apelos atendidos do amor, pelos canais da sabedoria e do serviço ao bem comum, pode-se, de fato, ser feliz!
(Eugênia-Aspásia)

(Psicografia de 05/09/2014.)




Cadastre-se e receba mensagens por e-mail: