Benjamin Teixeira de Aguiar

31 de março de 2014
 

Os perigos de não respeitar a Espiritualidade.

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Nas impressionantes e artísticas cenas a seguir, extraídas de uma das mais primorosas produções hollywoodianas da década de 1930, “O Jardim de Alá”, segundo filme rodado em cores (de 3 bandas), há estonteante 78 anos (1936), protagonizado pela diva entre divas alemãs Marlene Dietrich e pelo astro francês Charles Boyer, encontramos significativos alertas, em forma de quatro graves perigos espirituais evidenciados.

1. O perigo de negar a própria fé ou de tentar fugir de qualquer modalidade de convicção ou princípio espiritual, simbolizado na repulsa ao crucifixo.

2. O perigo de aproximar-se de médiuns ou da mediunidade com propósitos meramente caprichosos, sem o devido cuidado para com a complexidade e sacralidade do fenômeno de comunicação interdimensões, como exposto na consulta a um vidente premonitório simples e sincero.

3. O perigo de não dar atenção às impressões íntimas ou intuições fortes, como um estado de angústia ou depressão, quando se deveria estar feliz, a exemplo de uma celebração de casamento e/ou descoberta de um grande amor, igualmente apresentados nesta edição em vídeo.

4. O perigo de insistir em “remar contra a maré” de eventos e circunstâncias externos, ignorando os sinais do Fluxo da Divina Vontade, representados na cena da caravana de lua de mel que avança deserto adentro, contra a inclemência de uma tempestade de areia.

Que nos compenetremos da relevância essencial dos assuntos e situações que tangenciem mais diretamente a Espiritualidade, porquanto, qual nos asseverou Nosso Mestre e Senhor Jesus, se “buscarmos primeiramente o Reino dos Céus e Sua Justiça, todas as demais coisas nos serão acrescentadas” (Mateus, 6:33).

Benjamin Teixeira de Aguiar e Amigos Espirituais.
Aracaju, 29 de março de 2014.




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