Benjamin Teixeira de Aguiar

29 de janeiro de 2013
 

Século XXI ou Século XXII?

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 Barack Obama, um Abraham Lincoln dos dias atuais, respeitadas as devidas proporções.

“Nossa jornada não estará cumprida enquanto não houver igualdade, enquanto nossos irmãos e irmãs gays não forem tratados como iguais perante a lei. Esse é o teste da nossa geração.”
Barack Obama

Por Benjamin Teixeira de Aguiar.

Um homem NEGRO, dirigindo a maior potência econômica, científica e cultural da Terra! Os tempos, realmente, são chegados! Para quem ficou adulto no século XX (tenho 42 de idade), a impressão que temos é de assistirmos a um conto de fadas tornando-se realidade… e a metáfora é pobre! Como já dito alhures, inúmeras vezes: “a ficção imita a realidade”. Por sinal, imita muito mal, porque um presidente negro, capitaneando nada menos que os EUA, no discurso de posse de um segundo mandato(!), falando nos termos acima, em tom visivelmente emblemático e histórico, é algo surreal e ultrapassa o que poderíamos imaginar de melhor, há vinte ou apenas dez anos… ao menos, para acontecer tão logo!

Se incluirmos o fato de uma MULHER de personalidade forte estar ocupando a presidência brasileira, simultaneamente, a indagação de pasmo que poderíamos apresentar, ante esses eventos – tentando relembrar a visão de mundo que tínhamos, digamos, nos anos 1990 –, seria: “Estamos no início do século XXI ou do século XXII?”

E o mais interessante é constatarmos, com tranquila e realista perspectiva, que este movimento constitui uma onda sociológica, cultural e política de evolução irreversível, acelerando-se em passos largos: de respeito às minorias e de fomento (legalmente lastreado) às liberdades individuais, nas nações democráticas do Ocidente, bem como de combate aos preconceitos de todas as ordens – porque todos sofremos algum tipo ou várias modalidades de preconceito, destacando, como focamos em nossa Escola de Pensamento, o Instituto Salto Quântico, estas três causas-paradigmas à frente: a Defesa do Feminino, do Negro e do Gay.

Isso nos instiga muita esperança no futuro da Humanidade em nosso orbe, esperança de dias melhores para todos, sem exceções, de um mundo mais feliz a raiar, após milênios de barbárie em multifacetadas formas de manifestação. Podemos agora adotar um prisma otimista quanto ao porvir de nossa civilização, com bases bem factuais, uma ótica, até um passado relativamente recente, só vislumbrada com segurança por visionários(as) ou gênios (dos dois gêneros). Uma nova mundivisão tão clara e lógica, que só não é reconhecida por quem sofra de miopias psicológicas, morais ou mesmo intelectuais. Trafegamos celeremente, analisando com critério todos os indícios e tendências sociopoliticoculturais da atualidade, na direção de uma era de fraternidade universal, para uma sociedade internacional legitimamente humana e uma cultura com fulcro genuinamente espiritual e cristão!

(Texto redigido em 27 de janeiro de 2013.)




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