Benjamin Teixeira de Aguiar

1 de maio de 2012
 

A Fala que Não É Minha, no Dia do Trabalho.

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Por Benjamin Teixeira de Aguiar.

Há exatos 21 anos, proferi minha primeira palestra pública, na cidade de Itabaiana, Sergipe. Contava então apenas 20 anos de idade… que loucura me haverem confiado tal mister naqueles longínquos dias (risos).

Embora me julgasse, à época, um médium muito mais psicográfico que psicofônico, foi na seara da fala, sob influência de Inteligências Espirituais benevolentes e mais sábias do que minha acanhada personalidade em evolução, que encontrei minha “alma”, meu sentido para viver, um professorado místico, surreal: canalizar os verdadeiros Mestres, residentes em Faixas mais altas de consciência, extrafísicas.

Naquele mesmo ano, que distava uma década da virada de século e milênio, faria ainda ensaios de explanação radiofônica, a convite de amigos: a tendência à “mediunidade falante” (nos dizeres do maior estudioso do fenômeno até hoje: Allan Kardec) sedimentava-se em meu mundo íntimo, sem que disso me desse conta, até se concretizar na fundação de nosso Núcleo próprio de tarefas espirituais e no lançamento do programa de TV que hoje é o mais antigo, ininterruptamente no ar, no país, dentro da temática Espiritualidade.

E essa “Fala” que não é minha teve ocasião de se manifestar, publicamente, pela primeira vez, no dia consagrado a homenagear o trabalho e o trabalhador… Feliz sincronicidade! Uma bênção inaudita o trabalho! Somente por intermédio dele, aplicado ao bem comum (ainda que não intencionalmente realizado neste sentido – melhor, porém, quando feito com o intuito deliberado de beneficiar terceiros, se possível desinteressadamente), descobrimos meios para propiciar e catalisar o amadurecimento psicológico, o crescimento intelectual, a elevação dos sentimentos… Concessão especialíssima da Divina Misericórdia, é através dele que desdobramos os potenciais latentes em nossa intimidade, que revivescemos talentos conquistados n’outros evos, que nos tornamos nós mesmos, paulatina e laboriosamente (sem pleonasmo), pelo processo que Carl Gustav Jung denominava de “individuação”: a descoberta gradativa da identidade completa exequível no estágio evolutivo em que nos encontramos.

A todos, minha exortação fraterna, em nome dos Benfeitores desencarnados que me tutelam a tarefa de educador espiritual (provavelmente o mais difícil e complexo magistério), a que saiamos da inércia pueril e suicida de buscar culpados para nossos problemas, a que transformemos todas as circunstâncias em que nos vejamos inseridos, sejam elas felizes, tristes ou tão somente tediosas, em ensejos de realização do melhor, por nós mesmos e pelos nossos irmãos em humanidade – o que redundará na mesma coisa, porquanto a felicidade que podemos conquistar é a que edificamos sobre as bases sólidas da bondade, do serviço fraterno, do bem disseminado a terceiros, aquela que está assentada sobre os alicerces da felicidade alheia favorecida por nossos esforços pessoais!

Benjamin Teixeira de Aguiar Machado,
Aracaju, madrugada de 1º de maio de 2012.


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